Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
Amor eterno amor
Sempre meu amor
Amor sempre amor
Coração maltratado
Coração arrependido
Coração vadio
Coração vazio
Tantas coisas dentro de ti
Tantas paródias que me perdi
No entanto ressenti mi volta
Clamei por ti meramente se foi
Olhei ate chorei por um caminho
Que encontrei tentei sorrir
Por enquanto so chorei
Em tantos fantasmas
Me deixei ser levado por meio
De um pouco tempo para deixar
Passar para sempre que possível sofrer
Nunca amar como tantas coisas
Que se encontra no profundo
Seja uma grande variedade do destino
Para que não seja necessário
Ter sido uma grande parte do coração
Desprezado mesmo assim amado
Por um período da história
Que nos uniu para sempre
Magoas são feridas que nunca cicatrizam ficam sempre abertas...e sempre doem qdo tocadas pelas lembranças.
o horror é maquina dentro da mente...
no mundo de fogo e vaidades...
dançamos com morte.
sempre se sinta especial
neste mundo é unicamente um gota
para quem lhe da interesse
sorrisos falsos num mundo morto...
palhaços são caricaturas de um humor
tão desfeito pelas verdades que guardamos
dentro de nossas mentes.
Acho que sou chato mesmo. Tenho uma birra com pessoas que contam coisas para mim e repetem sempre algo assim: "Aí, virei pra ele e disse isso". Normalmente é uma ofensa. Como que funcionam essas pessoas? Elas sempre estão viradas de lado ou costas para o interlocutor e tem que "virar" para falar algo? É apenas uma figura de retórica ou não tem coragem de encarar de frente quem querem insultar?
Sobre o Que Colhemos!
Tenho
sempre o cuidado
de separar
o que me faz bem,
do que me faz mal.
E se por ventura
colho, algo ruim
despercebida...
Logo encontro um
meio dele me desfazer.
Aprendi essa colheita
ao longo da vida.
Não se pode empolgar
com belos frutos.
Muitas vezes
eles já têm larvas.
Não se deve beber
de águas aparentemente
cristalinas...
Elas podem
estar contaminadas.
O que quero com isso dizer.
Que nem sempre o belo
é o que mostra ser.
A aparência muitas
vezes nos enganam.
E em nossas colheitas,
precisamos primeiro
entendê-las
de qual sonho,
foi que elas brotaram.
Nem sempre o que surgem
em nossos caminhos,
são nossos sonhos.
E sim...
Sonhos perdidos.
Abandonados
de outros,
que não souberam esperar
a época correta da colheita.
Mas nem sempre indica,
que serão destinados a nós!
Colham apenas o que plantaram...
Ou o que foi plantado a dois!
O tic-tac do relógio é sempre nos impinge o tempo.
E distorce a nossa face no espelho.
Mas aproxima-nos do "assumirmos" de nós.
E a velhice nada mais é...
Do que a essência concentrada do perfume de nós.
O Poeta tem a alma do palhaço.
Solta ao vento sentimentos apenas.
Nem sempre importa aos que os lêem...
E estamos aí... Expostos e livres!
Uns riem, talvez de si mesmos. Ou de nós.
Outros choram, talvez por si mesmos. Ou por nós.
O bom de gostar da vida é saber que poderei viver tudo sempre que quiser de novo. A minha paixão por ela faz com que eu não tenha medo e nem receio dos tropeços. A ideia dela passar em vão, assusta. E se eu não saltar, nunca saberei o final. E mesmo, que por vezes e caia de cara no chão, em outras também posso voar... O importante é, VIVER! Afinal, nem todas as pessoas tem a mesma coragem. Apesar de terem coração, ele está morto.
Os dias foram passando sem que eu pudesse deixar de observar aquele rapaz sempre vestido de forma despojada em seu lugar habitual, e minha tendência a admirar sua habilidade com as palavras era aumentar. O tempo que passei ali era ainda muito pequeno, mas o suficiente para tomar algumas conclusões sobre ele. A primeira foi sobre seu semblante misterioso. Não passava de mais uma de suas facetas. O rapaz sabia muito bem como persuadir os quereres alheios com seu olhar ambíguo, profundo e franzido. O que mais no mundo poderia ser ao mesmo tempo implacável e gentil? Era um personagem manipulado, escrito em primeira pessoa do singular. É, singular. Aquela era outra conclusão. O rapaz cuja pele remete à clichê comparação com o pecado, seria ímpar e incompatível com o restante do mundo, se não fosse por um aliás - era o único que se parecia comigo. Desde o modo peculiar de como analisava à todos tentando descobrir seus passos vitalícios durante uma conversa banal, até a maneira como manuseava o papel em cujo os dedos deslizavam com tanta destreza. A última, e não menos importante, não era exatamente uma conclusão, mas julguei por fator basilar de seu isolamento: A ardência da garganta ao se encontrar com as repetidas doses de álcool e outro ingrediente qualquer era sempre sucumbida pela dor da ferida que trazia no coração. E nisso ele também se parecia comigo. Notei, entretanto, que naquele dia o caderno velho não mais o acompanhava, mas sim um novo e polido caderno em branco. Pensei cá com meus botões: Seria um novo ciclo? Um novo começo? Teria ele abandonado as melancólicas páginas amarelas para dar início a uma nova estória? Me contive mais uma vez, e engoli em seco quando ele levantou o olhar em minha direção e sorriu. Percebi que ele continuava a ser uma incógnita. A final de contas, ele lia pensamentos? Senti meu rosto corar e me levantei. Enchi de ar meus pulmões e tentei controlar a pulsação enquanto, finalmente, decidi caminhar em sua direção.
Odeio essa gente que é de tamarindo, perece de laranja e tem gosto de limão. No fim o eu sempre vêm a tona, e pior, vem com um azedume de arrepiar.
Sempre viajo nessas cores, contrastes, mesclas de luz, sombra, sentimento e emoção, que acontecem todos os dias sejam eles comuns e incomuns, mas o resultado final é sempre como se fosse um recomeço do se foi, o ontem.
Essa mulher linda e exuberante, simpática e ativa como sempre, será a eterna e doce professora de piano de todos nós seus ex-alunos castelenses. Parabéns professora. Você continua jovem e atraente como antigamente. Beijos de seu ex-aluno.
Passa o dia, a noite vem
E eu aqui, sempre
Na espera de alguém.
Seja você quem for
Volte sempre, meu amor.
Meu amor por você
É daqueles que
Falam por aí
Aceita um sorvete de açaí?
Seu sorriso ilumina a cidade
E isso aumenta mais
A minha coragem
De te ter por perto
Com o coração aberto.
Pela manhã, te faço um cafuné
Com doces beijos de café
Carinho no pé.
Antes que eu comece a mentir
Não vou deixá-la ir
Mesmo que tudo isso se acabe
Com esse sentimento que não cabe
Volte logo, meu bem."
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