Selvagem
O gondoleiro acena do lagoUm solitário pato selvagem mergulha nas águasEu repouso minha mão sobre as delaAbaixo do caramanchão de limas
O vento nas árvores está sussurrandoSussurrando silenciosamente que eu a amoEla coloca sua mão sobre a minhaAbaixo do caramanchão de limas
A cada passo que eu dêE a cada lugar que eu váHá uma mão que me protegeE que eu amo tanto
Sempre haverá sofrimentoEle flui através da vida como a águaEu repouso minha mão sobre as delasAbaixo do caramanchão de limas
O gondoleiro está indoOs patos voaram para protegerEla coloca sua mão sobre a minhaAbaixo do caramanchão de limas
De cada palavra que eu faloE de tudo que eu seiÉ que há uma mão que me protegeE a eu amo tanto
O amor é um animal selvagem que chega até nós em silêncio. Aloja-se em nós e ocupa cada ponto do nosso corpo, mais, toda a nossa vida. [...] No amor oscilamos entre tudo poder ser e nada poder ser, a impossibilidade de tudo. É este o amor, é esta a nossa vida.Tu sabe
s, não sabes? Eu sei muito pouco, quase nada. ... Ver maisDe ti quero aprender tudo. O melhor e o pior. O resto é-me indiferente.
Um animal é selvagem até o momento em que seja posto em cativeiro, assim, sua essência se vai... E perderá sua identidade.
Uma essência selvagem misturada a uma intelectualidade, assim que nem água e óleo, disputando espaço nessa viagem dentro do mesmo pote.
"Sem a educação o ser humano não passa de uma besta selvagem. Já com a educação, ele pode vir a ser um diamante precioso."
Você e eu, que jornada selvagem
Faz bem te abraçar apertado
Nós sobrevivemos as altas turbulências
E as lutas pelo caminho
E agora
Eu me entrego a você
É o jeito que você me ama
O jeito que você me toca
Eu sou sempre seu
É a maneira que você me move
Você se entrega à mim
Eu sou sempre seu
Neste dia enquanto ficamos cara a cara
Com o oceano em seus olhos
E você diz isso é amor, não haverá mais dor
É um reflexo de nossas vidas
E eu faço
Me entrego a você
E mesmo se vivêssemos
Por milhares de anos
Nada, ninguém iria ficar entre nós
Quando as águas subirem
Vamos velejar
Para algum lugar
E começar de novo
pois nem o mar e capaz de nos separar
pois quando o amor e verdadeiro
nada e capaz de romper.
Nosso amor e como o mar juntos nos
formamos uma imensidão que não e possivel
ver o fim, pois e assim q e nosso amor.
Diz se da denominação de selvagem; Inculto, agreste, nômade, insensível, bárbaro, rude, bruto, ignorante, irritável, silvícola, grosseiro, incivil, violento, injusto, achavasco, desabrido, bronco, severo, estúpido, feroz, ríspido, agressivo, cruel, atroz, bravio e tosco que vive na selva.... agora eu pergunto; Salvo àquele com raciocínio próprio, quem, além do homem “racionalizado” trás consigo traços tão peculiar ?
Alma na natureza selvagem e simplesmente...
Adorável num mundo ausente... Somos muitos.
Ao mesmo tempo somos ninguém...
Numa grande variedade do destino somos...
Parte da história de um sentimento solitário...
Que viaja pelo espaço e tempo vagante...
De repente tudo tem um novo sentido...
Obscuros num olhar cheio de amor...
Derradeiro numa enorme e avassaladora...
Expressão que admite ser qualquer forma...
Dentro da voracidade que exclamou...
Diante da possibilidade de viver
Sem chorar ou ter remorsos de caminho...
Que se encontra o vazio do passado...
Visto como uma espécie... Num lugar
Profundo de raízes que morrem...
A cada momento em que amor...
Despede se da tua natureza feroz...
Destina basicamente por motivos e sentimentos.
"Quando é, não há como esconder! A natureza de todas as coisas é como animal selvagem, não aceita grades. Assim é o amor, Soberano e impetuoso! Tira-nos a liberdade de sermos sós, para sermos um só nós braços de outro."
Todos pensam que o índio é selvagem
Mas parem para pensar
O índio não inventou o desemprego, nem à bomba nuclear
Não é o responsável pela pela fome mundial
Tão pouco pela miséria e opressão, que está latende no ar
Ele riu de uma maneira deliciosa e isso fez meu peito ficar em fogo, como se fosse uma fera selvagem que eu tentasse domar. Eu ia repreender minha felicidade boba mas me contive. Há quanto tempo eu estava repreendendo minha felicidade e não a deixando ser plena, ser livre, flutuar nos céus como balões ? A vida era muito curta e talvez um amigo meu estivesse certo quando disse que devemos nos permitir sentir, deixar o coração ser selvagem, como na música do Belchior, e se libertar das amarras da razão.
SELVAGEM
Mordi-me
Nas teclas do piano
Presas ofuscadas
Nas visões rebeldes
Escancarei-me
Na tua boca
Dum beijo dado
No último suspiro
Seduzi-te
Nos desejos devassos
Das palavras mudas
No meu corpo em ti
Amei-te
Numa cama qualquer
De suados lençóis
Tive-te
No mar tempestuoso
De desejos selvagens.
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Que amor louco e selvagem.
Amor! Que explode em meu ser,
Com a imensa violência.
Autor
Sergio Macedo
