Se Voce Chora eu Choro
Qual é o nome do meu ser?
Quantos nomes posso ter?
Um nome que alguém me deu
Um nome que eu quero ter
Meu nome quem é você?
Meu ser quero conhecer
Mesmo sem nome
Eu e você vamos ser Um
Eu sou o cordão rompido do umbigo
Estou na seiva do mandacaru
Sou a respiração de um povo sofrido
Eu sou a cena do assalto ao amor
Sou uma canção cantada por índios
Uma visão que teve um xamã
Eu sou a bera do abismo
A esquiva da dor
Eu sou a quebra do ismo
Um bicho solto eu sou
Sou a escuridão
A anti matéria
Um coração pulsando na selva
Sobrevivente vivendo na guerra
Alma vivente, o bruxo das ervas
Eu sou o fogo do mundo e as cinzas
Sou eu quem gira o mundo
Eu sou os prazeres da vida
Eu sou um tesouro perdido
Fui eu que me perdi
Sou eu a saída
Se o meu Eu se reflete em tudo que vejo
como pode ser tão difícil olhar para mim mesmo?!
Mas que paradoxo!!
Percepção que oxida quando não se cuida
e mesmo sabendo não é conclusa.
A forma como você trata os outros é a forma como você trata Deus.
Se existe um Deus ele é o Outro.
Aquele que por ora parece ser o Demônio,
por fora parece infortúnio e muitas vezes te decepciona.
Eu, tu e eles.
Nós somos Ele.
Às vezes sinto que o ermitão em mim afasta as pessoas. Acho que no fundo, bem no fundo, sou apenas o que restou de mim mesmo...
Eufemismo de uma ausência de sentidos.
Minha viagem ao meu passado.
No passado, sempre escrevi, falei me expliquei,
Escrevi alguma coisa e comentaram, essas suas palavras parece a letra de uma música, aí pensei, sera que essas frases não seria as minhas, antes do compositor, compor essa música 🎸🎷
Meu espírito viajou, por um tempo.
Num passado não tão distante, nas noites, nas madrugadas e nessas noitadas, sempre tinha, vamos dizer, olheiros, de compositores ou eles mesmo, observavam, que na noite girava, homens, com mágoas profundas no coração e ainda apaixonado, falando ainda do seu amor, o amor da sua vida.
, Observavam.
E nesse ambiente as vezes pobres, e as vezes luxuosos vagava um ser, que foi atrás , para achar um amigo, por algum motivo virou um andante , tipo zumbi, noia e nessa procura, foi ficando nos bares e casas de show e boates, sentado em mesa de um bar, convidava pessoas, para sentar em sua mesa, isso tinha na minha mente.
Fui dormir, pensei em vc adormeci.
Eu então, fechei os meus olhos, dormi e lentamente, fui numa viagem ao passado, tipo regressão, fui num passado e andei pelas ruas e entrei numa pequena porta, onde tinha um logo tipo da Brahma, entrei, um ambiente meia luz, um balcão grande tipo bar americano, uma música no fundo se ouvia, que era tocado por um pianista, entrei e ao lado direito tinha uma mesa, com um cara, muito bem vestido, parecia o mais elegante da noite,com um sorriso estampado no rosto, de terno preto, camisa branca neve, com boatadura, pulseira de prata e anéis , gravata fina preta, sapatos que brilhavam na luz da penumbra, eu olhando para ele, ele me olhou com um olhar carismático, ainda jovem, me convidou,a sentar na sua mesa, e me disse, distinto gostaria de sentar a minha mesa e tomar um drinks, trocar uma figurinhas comigo, quero saber da sua história, senta , vem beber um trago por minha conta, senta vc quer um stanheger, respondi num esquecimento, nunca bebi, não conheço, e ele diz garçom sai um sem colarinho para meu amigo, sentei, e estava na minha frente estava , eu , o eu do meu passado!!!, Observei tudo, como eu era e sentia.
Seus olhos não era azuis nem verdes, eram castanhos,tipo olhar firme e seguro, com um chapéu do Frank Sinatra, olhar que cativas as lindas mulheres , que ali passavam, era admirado pelos homens e adorado pelas mulheres, percebi a força, cativante, sentei e ao tomar o primeiro gole, e começou a falar com uma foto na mão esquerda e a mão direita, segurava um copo com stanheger , e me explica o que é a bebida que ele tinha me oferecido...
Steinhaeger Doble W
bebida elaborado com extratos de sementes e raízes, tais como o zimbro e trigo. Graduação alcoólica média pra alta, bebida surgiu no século XV, na região da Vestfália, na pequena aldeia de Steinhagen. Na produção, as frutas de juniperus são esmagadas junto com grãos de trigo, assim ele né explicou.
Logo em seguida uma música o pianista começou a tocar, percebi que a música vinha lá do fundo e entrou dentro do seu coração, ele estremece, e se controla, demonstra recordações, seus olhos, num segundo um rolar lágrimas, nos seus olhos, e num espetacular, controle e como não houvesse nada, diz palavras, frases lindas, que muitos poetas , olheiros, gostaria de ouvir, seu olhar, indescritível, fala da sua garota, com muito amor , saudades, de um amor impossível, mas que ele nunca desiste,, chegam pessoas e o cumprimenta com demostração de muito carinho, por esse personagem noturno.
Continuei por ali ainda o meu espírito vagando nesse bar, e vi imagens, esse rapaz de pé em frente do pianista, pede me acompanha, e canta como se fosse um cantor, sua música!!!
Paz e amor !!!
Autor desconhecido
Abençoadas sejam as noites em que, os desejos sufocados do dia, vem á tona a nossos sonhos e revivem.
“Eu não faço sentido!”, eu não existo, eu não sou, é muito doloroso; mas também pode ser uma oportunidade para uma profunda jornada de autodescoberta, transformação; e, construir uma vida que seja autêntica, significativa e com propósitos.
Sobre mim? Bom, vamos lá: para mim, ‘quem se define, se limita’! O meu único limite é a minha consciência. Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. O fato é que o universo está em constante transformação e, nesse sentido, vou seguindo o fluxo.
"Fogo no circo vs Circo no fogo"
... Sou cavalariano indomável da filosofia como 'Pai aço' que, usando sua confiança, não coloca 'fogo em circo', pois coloco 'circo em fogo'...
Volos pro veritas
Trimegistus
Dou por mim a pensar em tudo e dou por mim a pensar em nada
Dou por mim a sentir tudo e dou por mim a sentir nada
Dou por mim a falar acerca de tudo e dou por mim a falar acerca de nada
Dou por mim a escutar tudo e dou por mim a escutar rigorosamente nada
Dou por mim a fazer tudo e dou por mim a fazer nada
Dou por mim a partir e dou por mim a regressar
E entre o meio desses extremos vou verdadeiramente existindo, ciente de tudo aquilo que pretendo e de tudo aquilo que não pretendo
O Passado que um dia foi Presente e Futuro
O Presente que um dia foi Passado e que um dia será Futuro
O Futuro que um dia foi Presente e Passado
Simplesmente Ser
A DICOTOMIA DA SOLIDÃO
Todo aquele que se conhecer a si próprio será imune ao caos organizado que a solidão acarreta.
Prisão para uns ou Liberdade para outros, a solidão é como uma espécie de faca com dois gumes. Ora mata e elimina as turbulências externas que entram pelos nossos poros adentro, ora corta e separa o trigo do joio quando estamos perante as nossas mais diversas dúvidas existenciais.
A solidão, por assim dizer, também revela uma sombria ou luminosa dualidade. Digamos que, uma espécie de arauto da desgraça ou fortuna, que invade o nosso espaço interior e exterior quando a própria nos persegue em modo de delito involuntário ou quando a procuramos incessantemente de livre e expontânea vontade.
Reza a regra que a solidão já matou tantos quanto salvou e já salvou tantos quanto matou se dela fizermos um amigo que nos escuta sem julgamento.
Reza também o dito que “mais vale só que mal acompanhado” mas no entanto também Amália Rodrigues um dia disse que preferia estar mal acompanhada do que só.
Eu por mim cá estarei para a receber ou procurar, sempre que os sentidos e os momentos assim ordenarem.
UM PRETO EU-LÍRICO QUE SE QUESTIONA
Ser um Nêgo Nerd tipo A,
Custa caro.
Mas vale a pena.
No escuro ele mostra seu lado doce.
Sou mais que corpo, sou mente.
Sou um sujeito subjetivo. Sou um indivíduo que quer a nêga também depois da cama.
Pode até faltar água no sertão,
Porém sobra nos olhos do negão.
A vida nunca será linear. Sempre será escrita em linhas tortas.
Há um homem por trás dos óculos.
Há um homem por detrás da barba, há um homem preto por trás da cor, Drummond. É o avesso da pele. Esse homem não é tão sério, tão viril, tão violento assim. O homem por trás do óculos e da barba.
O homem por trás do óculos é negro, é negro.
O 'europeu' é tão egocêntrico que tem um "eu" no início e no final da palavra.
Mas meu eu-lírico diante disso não se rebaixa.
Se a periferia soubesse que o maior escritor brasileiro veio de lá, a narrativa seria outra.
Bato no peito e digo: Colombo, sou quilombo, sou África!
Enfim, continuamos em casa, nesse país sangrento,
onde o sangue está escorrendo por debaixo da porta, quanto estamos comendo e bebendo.
Não me identifico com o que eu faço.
Quando volto do trabalho, não sobra eu.
Perguntou-me: cadê aquele negro sonhador, cheio de saúde, que escrevia poema de amor a mão? Não corro mais atrás da bola. Cadê eu?
Na minha ótica, vejo essa armação:
Enxergo com "meus próprios olhos" absurda carga horária passar lentamente.
Os dias têm que ser abreviados.
Porque sofremos muito, Deus meu!
A literatura denuncia isso com amor, com mimese. Por hora, com catarse.
Eu, caro poeta, não estou só. Mas sós.
Com Deus? Perguntou-me porque o abandonei?!
O racismo não acabou. Mas todos têm letramento Racial Crítico. Superamos! Supomos...
Mas o negro continua descendo e subindo a favela.
Continua pintando com seu sangue os muros e grandes construções. Continua pondo fogo na cana até ficar da sua cor, e o que ganha, não compra um quilo do açúcar pretinho.
...Sem ocupar espaços de poder.
O negro continua, continua, idetitarista.
Quero crer que é possível lançar luz sobre as sombras da utopia, poeta.
O que fora dito, não é só ideias. É uma antropofagia da sua lírica.
O desejo só cabe no peito de quem não pode fazer nada.
"Eu, que não sendo nada, afinal sou tudo... porque os meus extremos , encontram-se nos equilibrios dos meus absurdos."
Eu não te amo
Ainda que seus olhos me sufoquem
Seu riso me inunde
E seus lábios me sequem
Eu não te amo
Ainda que sua voz me embriague
Meu corpo te implore
E meu peito te trague
Eu não te amo
Ainda que te esboce em meus traços
Te faça futuro
E só queira teus braços
Será que eu não te amo?
A pior coisa que pode fazer é deixar de ouvir o seu eu interior. Por mais que diga que não me arrependo de nada na vida, sempre irei me questionar porque não ouvi o que o meu "eu" dizia. Principalmente depois de vivenciar dor, desgaste, stress ... achando que estava agindo de maneira lógica!
Entregar a vida ao Eu Superior é viver cada momento se conscientizando sobre o que realmente nos move e soltar os controles que nos prendem a materialidade.
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