Se não Quiser Adoecer
Me chame do que você quiser! Só te peço uma coisa! Não caia no erro de me acusar de querer ferrar a vida de alguém para me sentir superior.
Cada um é livre para pensar o que quiser, pensamentos são grãos de areia... eu posso pensar isso ou aquilo, como também você. Se não falar o que pensa e sente como quer ser ouvido? Se não deixar a porta aberta como alguém ou algo vai entrar? Como ter alguém ao seu lado se você afasta quem quer estar contigo? Pense o que quiser.... sinta o que achar que deve, se quiser saber de mim, venha, escute, se não... ok também, poço eu mudar isso? Não, quando era jovenzinha guardava muitas coisas para mim, hoje guardo mais ainda, mas o que acho importante grito.... mesmo com medo, falo.... mesmo podendo bancar a idiota e louca... eu falo... para que não fique aberto a interpretação, pois quando nao ouvimos , usamos nossas próprias interpretações, quamdo nao falamos claramente deixamos abertas para que cada um o faça.... se um dia achar que uma mensagem precisa chegar em alguém de um jeito, eu fiz.... tentei, tentei, falei.... as vezes ainda quero reprtir a quem desejo que ouça, mas de nada adianta falar se a pessoa não quer ouvir, sinto que fiz o possível... mas não tenho resposta, então interpreto como desinteresse, e tudo bem, afinal ninguém é obrigado a me ouvir.
Pra eu poder te querer à vontade
Só quero estar em teus braços
Se quiser me ter neles
Só quero você por perto
Se quiser estar aqui
Mas ainda assim…
Quero que me queira em teus braços
E quero que me queira perto de ti
Só pra eu poder te querer à vontade.
Um dia podemos acordar juntos, tomar até café, também podemos almoçar se você quiser, e no anoitecer jantar com você e te chamar de minha mulher.
Minha vingança será deixar pra lá.
Tire suas conclusões sobre mim, eu não ligo.
Ache o que quiser, eu não ligo.
Fale o que quiser, eu não ligo.
E não ligo mesmo, estou muito ocupada aqui sendo feliz.
Estamos atrás das linhas inimigas aqui. Se quiser sair inteiro dessa, tem que aprender a seguir ordens.
Se quiser inspirar alguém, conte sua trajetória. Mas, se quiser transformar essa experiência em legado, escreva um livro!
Mude de visual quantas vezes quiser, mas nunca deixe de apreciar e valorizar o seu interior e as características que fazem de você uma pessoa única.
Beba
Vai amigo,
Beba, mate sua sede.
Tome, consuma o quanto quiser.
Nossa jornada não acaba aqui, ainda falta muito para chegarmos lá...
Nossos sentidos são pareados, e temos segredos inacessíveis que muitos querem saber para depois nos copiar...
Quando chegarmos em nosso destino, vou me despir de poeta e me vestir de menino.
Quero brincar, quero correr, quero balançar.
Quero alegria, quero paz e deixar as euforias para trás...
Quero navegar sem remos, sem velas e sem ventoinhas.
Quero voar como passarinho e descansar em meu ninho.
Cavalgamos tanto nesse ano amigo.
Quero ter descanso para seu lombo tirano.
Quero mais, e vamos abraçar com unhas e dentes esse ano que está se aproximando...
Beba!
Autor; Ricardo Melo
O Poeta que Voa
À Porta
Quanto mais você quiser empurrar uma pessoa, lembre-se, nunca empurre para a porta, pois a cada vez mais ele ela se afasta de si e de ti.
Vida, pra que a vida;
Viva a vida quem quiser;
Eu quero a minha vida envolvida,
Na vida de uma mulher.
Quando quiser pedir minha opinião, tenha certeza que o que quer é realmente uma opinião, pois é exatamente isso que vai receber.
"Se quiser pisar na minha terra de agora pra frente vai ter que me pedir licença pra não ser enterrado e se tiver achando ruim você cria uma só pra você."
Se quiser saber como foi, é só ler aqui, pois foi assim que comecei a escrever...
Ósculos e amplexos,
Marcial
E FOI ASSIM QUE COMECEI A ESCREVER
Marcial Salaverry
Tem certas coisas da vida que acontecem sem um prévio planejamento, e são as tais "coisas da vida", que acontecem sem ter um como ou um porquê. E uma dessas
coisas foi o que me levou a começar a escrever pela Internet, apenas depois que me aposentei, aos 62 anos... A grande verdade, é que sempre fui preguiçoso para escrever,
embora tivesse uma certa facilidade para desenvolver minhas idéias, e para contar histórias para as crianças...
Voltando ao passado, lembro-me de que uma vez minha irmã, que era secretária de Monteiro Lobato, levou para que o Mestre lesse, um texto que eu havia escrito sobre Entradas e Bandeiras, como trabalho escolar, e o saudoso Mestre elogiou o trabalho e, passando a mão sobre minha cabeça, disse que poderia ser um bom escritor, desde que me dedicasse mais a esse objetivo. Não acreditei, pois achei apenas ter sido uma gentileza dele para com minha irmã.
E depois disso nem pensei mais em escrever, pois desde cedo, aos doze anos, sempre precisei trabalhar para custear meus estudos. Limitava-me às redações exigidas para trabalhos escolares, onde sempre tirava boas notas, muitas com louvor. Apesar de pensar naquilo que Monteiro Lobato havia dito, as tais "coisas da vida" não permitiam que a idéia amadurecesse, e tudo se complicou mais depois. Casamento. Família. A luta pela vida que me levou até a África, onde só escrevia cartas para a família, até o momento em que comecei a mandar fitas cassete gravadas. Não precisava escrever. Falar era mais fácil.
De volta ao Brasil, em meu trabalho como vendedor, limitava-me aos pedidos e relatórios. E brigava com os chefes, que pediam que colocasse observações nos relatórios, uma vez que não gostava de perder tempo escrevendo, e preferia argumentar dizendo que pedidos eram mais úteis do que "mero palavrório"...
Contudo, apesar de não gostar de escrever, sempre fui um leitor voraz. Sempre gostei muito de ler, e de me instruir, procurando sempre estar a par de tudo, de ler sobre os acontecimentos, através de revistas, livros o que me caísse nas mãos. Livros de bolso sempre foram meus companheiros inseparáveis de viagem.
Devorei a coleção completa dos livros infantis de Monteiro Lobato, sempre meu autor predileto, e até hoje não me conformo por haver perdido em uma mudança, o que era meu tesouro particular, a coleção dos DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES, autografados por Monteiro Lobato, com uma dedicatoria ao "futuro escritor Marcial Armando Salaverry".
Ao aposentar-me, instado por meus filhos e netos, resolvi comprar um computador, para comunicar-me via e-mail com eles. Todos morando longe. Por influencia de meu filho Alexandre, comecei a escrever textos sobre esportes, tendo criado o site DeTrivela. Depois, comecei a escrever pequenos textos (que ironicamente eu chamava de "textículos"), dando Bom Dia para alguns amigos e parentes, e o círculo de amigos foi se ampliando, e por causa disso, criamos o site ProsaePoesia, e instado por algumas dessas amizades, comecei a contar em capitulos como tinha sido minha vida na África, e foi assim que a profecia do querido Mestre realmente aconteceu, comecei a escrever, e ainda sigo escrevendo, até quando só Deus sabe...
Foi assim que tudo aconteceu, e foi assim que comecei a escrever, e a desejar para todos aqueles que apreciarem a leitura de meus textos, que tenham UM LINDO DIA...
