Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
e a chuva
vai caindo devagar
molha a plantação
molha o chão
molha o meu coração
e ele bate feliz
a natureza agradece
e eu mais ainda
o clima ameno
tarde serena
é paz
é luz
é gratidão
é amor de Deus
por nós!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo instagram: mentepoetica2020
Imagens Paradas -
Há retratos feridos nas pedras
lisas (duras) do chão,
povoados de silêncio, por detrás
dos olhos fechados,
em ruas quase desertas!
Imagens paradas à superficie dos
lagos que pairam nos meus sentidos.
Uma imagem se destaca, teu rosto,
liquida imagem que perfura o meu
destino como a folha d'um punhal.
Pedras se entrechocam nas
profundezas da minha Alma porque
só no extremo da noite se comunga
na fome dos gestos ...
Há retratos feridos nas pedras lisas (duras)
do chão, e eu, permaneço em silêncio!
Sou a raiz de um chão pisado que veio a muxar mais que sempre ao amanhecer se renovará ,
Para em pastos verdes se complementar , dando vida a este mundo que não sabem me apreciar
MINA!
Era a seca castigando
era a poeira no chão
era a sede aumentando
sem verde na plantação
arredei, mas tô voltando
que já tem água minando
nas terras do meu sertão.
"Por mais forte que seja a ave, ela sempre desce ao chão pra comer ou buscar galhos para o seu ninho."
É lá de cima
Que vem minha força
Espiritual e física
É Ele o chão que me segura
Quando eu caio (em tentações)
É no chão que eu bato os joelhos
Para fazer preces de agradecimento
Posso cair desvaladamente
Ou me jogar no chão fazendo birra
Posso escolher ficar lá por comodismo
Ou me levantar e ir trabalhar
As minhas infinitas imperfeições
E minha fé é testada à todo momento
Pois primeiro eu coloco os pés
Para então só depois Ele colocar o chão
Sob ou sobre mim
Porque do chão eu só vou passar
Quando for da vontade Dele!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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Quando me faltar o chão
Talvez eu vá para o céu
Ou para o inferno
Que está cheio de boa intenção
Só meu destino
Poderá me dizer
Para onde devo ir
Acho que é para dentro
Do meu coração!!!
Fernanda de Paula
Instagram: mentepoetica2020
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Lembranças são como folhas no fim do outono aos montes jogadas no chão, sempre aparecem, e logo vão embora, nos deixando a certeza que no ano seguinte elas voltarão.
No fundo do poço a minha unica companhia é o chão e frio que sinto congelar do fundo da alma até a ponta dos dedos.
Esse frio é a unica chama gélida que me faz lembra que eu ainda estou vivo mesma chama que me faz viver o próximo segundo.
Tudo que importa é queimar até o fim , provando que eu conquistei o meu melhor mesmo vindo do fundo do poço.
Como um velho disse a muito tempo para conhecer o céu primeiro viva o inferno , nesse inferno gélido eu queimo eternamente vendo a luz do céu iluminar os demônios com asas.Vivo nessa sombra que mata a cada dia, não reclamo tudo isso tem uma recompensa a minha compreensão vai alem da do velho anti cristo, percebo que o céu e o inferno são lugares e com isso não passam de idealizações que nunca se tornam reais então vivo nessa eterna observação de anjos e demônios que não significam absolutamente nada.
Se no caminho que andares...
Levares topada...
É sinal que a vida pediu para
Analisar o chão...
Porque, onde há pedras e buracos...
Nada flui!
O corpo pesa...
Os passos cansam...
Os pés sangram...
A alma fadiga...
O tempo não corre...
E a vida não evolui!
Minha vida é um terremoto e as sentenças caem no chão
Boto na motocicleta na garupa o mundo e minha mãe na mão.
Fizemos uma fratura na terra.
Eu ouvi o barulho do chão se abrindo.
Duas placas se chocaram
e fizeram um buraco que dá para o céu.
Coisas estão sendo lançadas
para fora do buraco.
Estamos flutuando agora.
Deixamos expostos
o que há no centro de nós.
Todo mundo nos vê.
Agora somos um espetáculo celeste.
Estão nos contando antes de dormir,
como quem conta as estrelas.
Foi a primeira vez que contaram amor
em vez dos astros.
Não há sorte nem azar
para quem conta amor.
São todos espectadores
da sorte que temos
em viver um amor estratosférico.
E a fratura, aqui de cima,
é tão pequena,
que já nem existe mais.
O HOMEM E O RATO
O rato, animalzinho do bem,
leva a sua vidinha rente ao chão,
sem nunca fazer mal a ninguém,
com medo do homem e da sua traição.
O homem, bicho de grande porte,
que na crueldade é ainda mais gigante,
é para o ratinho o símbolo da morte:
cobra traiçoeira, bicho rastejante.
Um é do bem, o outro é infernal,
cada um vivendo à sua maneira.
Enquanto o homem só faz o mal,
o rato não aprendeu a fazer ratoeiras.
