Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
O botafogo é que nem um foguete, começa a voar no ínicio até chegar no final quando acaba o gás e começa a decair voltando a ser um time inferior comparado a outros rivais.
Por que rastejar com as serpentes quando você nasceu para voar como os gaviões? Eleve-se e conquiste os céus.
cabelos ao vento
deixo tudo ir e fluir
como pássaros no ar
que disparam a voar
e a cantar
e a dançar
e a flutuar
meus cabelos balouçam
abanam
sacodem
e chegam a cantar
junto a brisa que passa
e a vida repassa
fios de seda
a entrelaçar
e a emaranhar
os pensamentos
que chegam a doer
me fazem sofrer
não quero mais pensar
só quero sentir
sumir
partir deste lugar
e num sopro se desfaz
meus sonhos
e meu corpo
aqui jaz
tento um último argumento
um discurso eloquente
em meio a tanto sofrimento
em meio a tanta gente incapaz
de amar
de falar
de abraçar
de confortar
um coracao que busca
a paz e um breve despertar
pra outra vida
bem longe do caos
enterro as sementes
que um dia quem sabe
irão germinar
no meu coracao enterrado
soterrado
para o bendito amor
só por Deus
voltará a amar!!!
Eu queria ter o dom de
afagar corações...
Queria ter asas...
Voar de encontro ao que chora,
feito anjo que não se deixa
perceber, secar a lágrima...
Eu queria poder transformar a dor
numa sonora gargalhada...
Feito encanto de fada guardar teu
mundo, te proteger.
Queria te guardar em mim,
e nunca, nunca te ver sofrer.
ANDORINHA.
...
...
A andorinha quando aprende a voar
Ela jamais volta ao seu ninho para ficar.
Sobre o ar e o vento ela começa a bailar.
Pousa também em ambientes que se sente segura.
Tentei escrever como te conheci.
Pensei na ANDORINHA e vi que não vale apena voltar atrás.
Tenho que seguir.
Te deixo pelo caminho.
Não quero mais voltar ao ninho.
Fica a lembrança de um passado lindo.
Quero voar!
Quando puder pousar, quero colocar meus
Pés onde sinto segurança.
Voa andorinha.
Voa andorinha.
Liberdade
Voar nas asas do vento
Ter livre o pensamento
Ainda que por um instante
O perto se faça distante .
O medo tem um objeto específico, como o receio de voar, enquanto a angústia é mais difusa e ataca sem um alvo específico, com causas menos compreendidas.
Nos dias cinzentos ouso sonhar e voar mais alto que as nuvens de tempestade. Para além do raio e do trovão, vejo o sol e sinto o calor. Lembro-me de Ícaro e espero que as minhas asas não derretam. Como é bom flutuar nos braços do sol.
Os dias cinzentos são um manto pesado que cobre a alma, mas na minha imaginação, as nuvens abrem-se. Subo, subo sempre, até encontrar o fulgor do sol escondido. O coração bate mais forte, e os medos dissipam-se como névoa ao amanhecer.
A cada batida de asa, uma lembrança de Ícaro. Não com a sua temeridade, mas com a esperança de quem deseja apenas sentir o calor que dá vida. Como é bom flutuar nos braços do sol, onde cada raio é um afago e cada sombra, uma memória desvanecida.
No voo, encontro a liberdade. Na luz, descubro o caminho. As tempestades podem rugir, mas eu, feito de sonho e coragem, atravesso-as com a certeza de que, além delas, há sempre um sol à espera.
Eu sei como voar
É quando sinto o hálito da alegria bombear meu corpo e a ansiedade vai embora.
É quando sem querer o coração dispara e acelera os filetes dos desejos.
É um sonho feito pandorga, solta no imenso céu azul, onde também me solto, livre das amarras que me prendem.
E voo liberta e pujante, para reter o amor em meus instantes.
