Sanidade
Vinte segundos de sanidade...
Vinte segundos de sanidade... Relativo instante que uma mera quimera brota no âmago do homem e toma proporções de vaidade...
Vinte segundos de sanidade... Duração de um flerte terno, intenso, repleto de candura, doce loucura ainda sem objetividade...
Vinte segundos de sanidade... Sensação do conhecer, satisfação por promover - em ti - a alegria, tal qual lembrar de uma linda melodia...
Vinte segundos de sanidade... Proximidade cruel que tem o papel – sublime e encantado – de querer andar ao seu lado, conquistar tua simpatia...
Vinte segundos de sanidade... Foi o tempo necessário, preciso, que uma vez indeciso, resolvi assim revelar: minha 'insanidade' uma vez contida, no abismo mais profundo de minha vida, ouvistes e, assim, para sempre então me fiz calar...
Sou um misto de sanidade e loucura, dentro da mais absoluta inconstância relativa do real sentido da vida.
Não me tornei frio. Me tornei seletivo. E isso salvou minha sanidade. Aprendi do pior jeito: insistir em quem não sabe amar é abrir mão de si todos os dias. Não é orgulho, é proteção. Depois de tanto cair, aprendi a levantar com mais critério.
"Não sou louca, simplesmente disfarço minha sanidade para não me sentir tão desigual aos outros."
-Aline Lopes
São os intervalos de sanidade que tenho na minha loucura que me incomodam!
As pessoas sãs não conseguem ver além da alienação do mundo.
I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.
As vezes a sanidade me foge
- a pouca que me restou -
e fico alheio, quase mudo...
como um cão faminto,
que revira o lixo e se alimenta,
apesar de tudo.
Talvez, na realidade,
a loucura possa ser
uma amostra de sanidade,
uma fuga momentânea
para não surtarmos de verdade.
Há vezes que a razão, a emoção e a loucura se juntam em minha sanidade de vida. Eu desfaleço nessa comoção infinita. Espavento meu de noites mal dormidas.
Quem não é capaz de encarar seus próprios processos, sejam eles, de sanidade, serenidade ou loucura, sempre encontrará tempo para criticar aquele que é capaz.
"A LOUCURA É TINO À SANIDADE. A HISTÓRIA FOI, É E SERÁ O CERNE DA LOUCURA, E OS "LOUCOS" SUJEITOS DO OBJETO"
Já deixei de tentar compreender a sanidade (que não existe rs)de alguns. Gente amargurada, odeia gente leve e gostosa. E tu pode presentear elas com o sorriso mais lindo e verdadeiro possível, mas sempre tentarão semear lágrimas de tristeza. Kkkkk meus amores 2023 ou vai ou racha! Não me ocupem se não trouxerem amor.
Me poupem dos egocentrismo exacerbados, eu também sou fod@ e nem por isso fico de caô com geral, sem vitimismo, tô sem saco,. a vida é difícil pra todo mundo, parem de pesar mais ainda os ombros belos de vcs. Bora elevar a alma, pq dessa vida só levamos o amor, bebê. Capiche?! Bjs
