Sal
No lugar de me criticar tente ser menos sem graça, sem sal.
Eu não preciso de elogios para que eu me sinta bem , eu sei que justamente por ser como sou é que sentem tanta inveja e demonstram em forma de críticas.
O PRÉ-SAL É NOSSO! Royalties do Pré-sal
Não entendo muito de política e nem gosto de escrever sobre o tema que, já disse pouco conheço. Mas conheço sentimento de posse ou "olho gordo". Sei o que é meu, o que é seu, e o que não é nem meu nem seu. O pré-sal que foi descoberto aqui no Espírito Santo, bem debaixo da minha fuça, é do Espírito Santo Como poderei eu querer riquezas da Amazônia? Como poderei eu querer, ouros de Minas, como os portugueses?Como posso querer direito do frio que cobre o sul?Poderei querer peixes do nordeste?Como posso querer eu as areias de Copacabana? O que eu quero com o Escudo dos Guianas, com minerais metálicos?Como posso eu querer o ferro de Carajás Que que eu faço com algo que não é meu como a bauxita da Serra de Oriximiná, no vale do rio Trombetas?O que eu quero com o minério de cromo do Amapá?Como poderei eu dormir tranqüilo se roubo todo dia o quintal do primo pobre do sudeste?Quais os valores que aprendi e que o congresso quer que eu esqueça?
Que quero eu com a bauxita de Para, Goiás, Piauí e Minas?Como posso ensinar dignidade aos meus filhos pra votar na próxima eleição se quem está lá está roubando o quintal alheio, é quem pleiteia meu voto? O que eu quero acerca do açaí e da piaçava da Amazônia?
Se quisermos dignidade, temos quer agir dignamente. Acho que você entendeu. Se eles, os congressistas, ainda não entenderam é porque tem que voltar pra escola, uma escola de moral, na qual hoje sairiam reprovados. O petróleo do espírito santo é do espírito santo!Ainda podemos agir com ombreiras de dignidade, acordar pra uma coerência de atitudes, bradar, ir ás ruas, pleitear, e gritar. Senão, amanhã acordaremos sem as camas debaixo de nossos lombos, onde dormimos, em eterno berço esplêndido.
Acorda gente!
Saudade do samba, do sol e do sal. Saudade do Leblon à original. Do som do sorriso, do paraíso que se faz carnaval.
Gol nos acréscimos é como no ultimo verso
Uma rima que comove o displicente leitor de um poema saltimbanco
que fingia sé ter versos brancos!
Quando o sal é visto na comida, ele seguramente será incômodo ao paladar. Assim, as pessoas mais dignas desse mundo são justamente aquelas que ignoram seus aplausos!
"As vezes a vida é amarga? Tudo bem, o limão é o tempo todo, mas eu adoro limão e não só na salada ou para limonada, adoro mesmo é com sal.
As coisas cedo ou tarde enjoam, nós nos acostumamos e tudo fica tão monótomo, sem sal, sem graça, as vezes antes do que gostaríamos. Passamos a notar os defeitos que antes, por mais que já existissem estavam escondidos em baixo de tanta perfeição da novidade. Estamos sempre em busca de coisas, pessoas, lugares novos, nos preocupamos tanto em viver sem tédio que isso se torna tedioso. As coisas não mudam, quem muda somos nós e mudar não é uma coisa ruim, só devemos manter nossos princípios e não esquecer nossas essências, por outro lado, não se apegar em nada e descartar tão fácil as coisas as vezes também cansa, por culpa desse desapego exagerado a bagagem acaba ficando vazia.
Nós não temos nada haver, como um quebra-cabeça sem peças, como um dia sem sol, manteiga sem sal...nós somos assim, um começo sem meio nem fim, um nada, uma desarmonia eclética, vários namorados ao teu lado,olhe o meu estado, ao ter que decidir olhar no teu olho e ariscar ser mais um ou negar tudo e ser um comum, diga-me agora qual o sentido de ter tudo isso, se é passageiro, de que adianta o amor se tudo vai acabar de que adianta dizer palavras ao vento, sem confiar...na própria palavra, o teu escrito é mentira, tu falas de mais, tu não amas, tu é uma brisa que vem e vai...
Somos, ao mesmo tempo, Corpo de Cristo e Sal da Terra. Como é que o corpo libera o sal? Através do suor. Será por intermédio de nosso trabalho que produziremos a transformação que almejamos na sociedade. Não foi à toa que Deus disse que o homem comeria do suor do seu rosto.
Eu não paro a caminhada
Ainda que esteja assim:
A derramar esse sal dos olhos.
Essas lágrimas que você deixou-me de herança
Transformo-as em degraus.
Chorarei cada uma delas,
E quando terminar
Estarei em um ponto tão alto
Que sequer poderá ouvir o meu riso da vitória.
Renasço da minha poesia.
Eu não tenho medo da vida.
