Sal
Alguns são amargos como o fel, outros, doces como o mel, uns azedos como limão, e outros sem sal, mas intragável é o destemperado!
Da lua, de lua.
Feita de sol, sal, mar e ondas.
Sobre avencas, ervas daninhas, e flores silvestres.
Versos de estação em estação
Janeiro... sol e calor
Veraneou a primavera.
Sol e sal...
à beira mar...
minha tez a queimar... a salgar.
Março... são as águas fechando o verão.
Inundam o mundo de melancolia.
Do outono que a nostalgia traz...
Arrastam restos de outra estação.
Desmorenar bem devagar.
Junho... invernou...
Profunda e fria solidão.
Um violão mal tocado
no canto da sala...
meu sono embala.
Do frio que hoje meu coração sente
a cada noite mais se ressente
minh’alma carente... só ...
só... e isso me apavora...
só queria que tudo passasse brabdamente...
sem ventanias, nem tempestades...
só invernasse suavemente.
Setembro... outra estação.
Descongelar.
Perfumar.
Quase a marear...
Jogar no mar...
... deixar a onda levar.
Recomeçar?
Na Suécia, vereadores não recebem salário fixo e deputados federais recebem cerca de R$ 16 mil líquidos após impostos. Ele não têm assessores nem carros oficiais. Ser político na Suécia é servir ao cidadão, não viver de privilégios.
Benê Morais
O Sal
Cloreto de sódio,
mineral indispensável à vida.
Na antiga tradição,
era costume de
aspergir e esfregar
o sal ,
nos recém -nascido
. SAL
Sal que conversa com alimento
Sal que dá sabor de festa por segmento.
Sal que protege o filho com Amor!
Pois sal sem Amor é apenas calor.
É dor que dói e arde ...
Cedo ou tarde!
Sal cloreto de sódio
Mar Morto foi a grande fonte desse mineral .
Chegou a ser reconhecido como moeda de troca
Pagava_se divida com o sal, isso se denota !
Por causa dele surgiu a palavra" salário".
jesus, fez referência a esse mineral.
Comparou o homem com o sal.
_"Tu és sal da Terra"isso é valor!
Sal dá sabor ao tempero.
Tempere a vida coloque sabor!
Sal (Cloreto de sódio?)
Sim ,ele ultrapassou
seu uso na história !
Mineral que dá sabor
ao alimento
Revolucionou essa indústria
Ninguém vive sem o sal!!!
Desde o seu nascer
até o seu pôr do sol!
Agora,ele está para renascer
Nas baterias dos carros elétricos
Vai ser reconhecido pra valer!
Cloreto de sódio....Sal
Veio para auxiliar
a transição energética atual.
Vai substituir o Lítio - o mineral
Esse que nas " terras raras " está .
Enquanto o sal,
deleita_se
nas salinas do mar .
Brilha ,encanta
e faz dali a sua morada .
Sob a luz do sol
e luz do luar.
Sal....
Vale para
todas as baterias..
E esse sal amigo
é combustível
elétrico.
Do humano,
dos animais.
E agora,
do carro
elétrico
Sal cloreto de sódio
Muito fácil de ser explorado
Acessível de ser encontrado
Nas praias do nordeste
Macau Mossoró
e tem outras mais..
Temos no litoral do sudeste.
Vamos revolucionar
a economia
Rodar muitos quilômetros
com baterias
de sal de cozinha.
“O sal desaparece para dar sabor — talvez por isso as maiores forças da vida quase sempre sejam invisíveis.”
Incredulidade é igual ao sal no cafezinho: nem Deus engole e ainda sente desgosto pelo autor de tal infâmia.
Todas as obras cristãs anunciam o amor, a esperança e a glória de Deus para os povos carentes da salvação.
O sal é um dos grandes investimentos da nossa saúde:
sem excesso algum é um santo remédio e fortificante.
O velho navio de madeira trazia na carcaça de carvalho as cicatrizes de mil tempestades e o sal de oceanos esquecidos. As tábuas do casco, outrora rijas e orgulhosas, agora rangiam com o simples afago das marés. A madeira estava cansada. O leme, pesado. E a ideia de desfraldar as velas para enfrentar ondas altíssimas parecia um esforço distante demais para quem já dera tudo de si.
Decidiu, então, permanecer ancorado no porto.
Nas primeiras semanas, olhar o horizonte parecia um alívio. O cais era seguro, sem ventos uivantes ou mastros partidos. Contudo, ao longo dos dias, a água parada da baía começou a acumular lodo no seu casco. A quietude da acostagem, que antes parecia descanso, transformou-se em um peso constante, tornando a estrutura ainda mais rígida e lenta.
Foi num final de tarde que um velho capitão da marinha sentou-se na amurada do cais. Ele olhou para a embarcação com o respeito de quem reconhece um grande navegante e murmurou para o vento:
— Um navio parado no cais parece protegido das tempestades, mas não foi para a imobilidade que o carvalho foi cortado e moldado. O sal da água parada corrói mais rápido que o vento de alto-mar.
O velho navio escutou. Percebeu que não precisava mais cruzar o oceano Atlântico ou enfrentar furacões para cumprir o seu propósito. A sua jornada transformara-se: não era mais sobre velocidade ou grandes rotas, mas sobre o movimento suave de se manter flutuando, ajustando as amarras e deixando o Sol aquecer a sua madeira.
Aquela noite, o navio aceitou o peso do seu casco e as marcas do tempo. Não precisava zarpar para longe; bastava mover-se suavemente ao ritmo da maré, um dia de cada vez, honrando a sua própria história no conforto do seu porto.
até o carvalho mais forte precisa respeitar o tempo de descansar e apenas flutuar na maré. Auto desconhecido
Banho de mar, sal na pele, alma lavada, energia renovada. Não sei quantas vezes já me emocionei ao falar do mar e nem quantas vezes já escrevi versos para ele ao longo da minha jornada. Eu olho para ele em toda a sua imensidão, me pergunto como pode ocorrer tantas mudanças, um processo contínuo de ciclos intermináveis naquele mesmo local, e ainda assim, continuar tão belo.
Sempre tivemos uma conexão profunda desde criança, era olhar para ele e correr para um abraço. Hoje adulta morro de saudade, me emociono em nossos reencontros e despedidas, me conecto com ele sabendo a hora certa de entrar, de apreciar, mas sempre me despeço ao sair e refaço a promessa de que nós não viveremos longe um do outro para sempre!
Um repolho piquei,
com água cozinhei,
após ferver,
sal integral,
cúrcuma e uma pitada
de pimenta do reino coloquei,
tirei, ao liquidificador levei,
em segundo eu bati,
numa pequena bacia funda me servi
e finalmente eu comi...
Não estou louco,
esse é o poema do repolho,
que depois que provei,
jamais esquecerei!
O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.
Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.
O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.
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