Ruas
Comumente Só
Caminho pelas ruas ,viro esquinas.
A tua procura, em rosto qualquer.
Tão cansada, extremadas colinas.
E em languidez, momento requer.
Quando a noite chega, o dia cansa.
Estendido sol, uma distante calçada.
Solto meu olhar, onde ele te alcança.
Depois recolho, em desesperançada.
Em minha janela, comumente só.
Vejo transeunte, que vêm e vão.
Repetindo saudade, apertado nó.
Sem pena espreme meu coração.
Tuas palavras silenciosas, e sinto.
Falta de uma conversa informal.
Quanto meu amor, jamais minto.
Meu coração, tão teimoso afinal.
Resistindo meus argumentos reais.
Olvidando as dores, e tanto já senti.
E tão ressentido, buscando-te mais.
Pois dentro dele, reservado só a ti.
Não diga-se que és a última pessoa com mais problemas nessa vida, esperimenta sair pélas ruas e acredito vais deparar com outras pessoas com mais incógnitas de problemas e dirás mil vezes eu! Não te oprimas vai à luta com toda fé e o segredo nunca desistir.
A ganância leva os homens
para as frias ruas do egoísmo...
Devasta o amor, a paz, a solidariedade,
empurra a bondade para o abismo.
Caminha indiferente aos apelos,
pisa os que se interpõem em seu caminho,
esmaga a tantos em seus atropelos,
perfura a todos com seus espinhos.
A ganância caminha sem compaixão,
destrói convivência pacífica, sonhos, encarna Caim,
leva em seu cerne indiferença sem fim
e no final do caminho mergulha num lago de solidão.
A ganância é um poço sem fundo,
inimigo-mor que destrói a perfeição,
na sua voracidade esvazia e destrói o mundo,
faz da vida um palco em confusão!
'' enquanto a luz do sol iluminar as ruas eu terei o folego para continuar e quando o sol se por, a lua tomara o teu lugar e juntamente com as estrelas irá iluminar o meu caminho ate você.''
" A inocência, caminhou pelas ruas da cidade alegre, feliz e contente. Os maldizentes somente viram a maldade proveniente deles próprios."
Quando você encontra alguém,perdido na ruas, se você sabe qual o caminho correto a ser tomado, o que se espera é que você o ensine.Pessoas que conhecem o caminho da iluminação divida,estão por toda parte, vá indaga-las, acredite o quanto antes melhor.
"Proponho um acordo, que os antagônicos se unam, tomem as ruas contra os corruptos, mas todos eles, sem paixão por esse ou aquele."
Nas ruas: panelaço. Na mídia: desacasos. E é assim que a sociedade se entretém. O cifrão é quem domina. E gerencia calibrado de estamina. Panela?! Pra quê bater se no fim só amassa. Enquanto a massa nem a manga arregaça, e a notícia passa com o seu foco aquém, o tempo abraça, tampa os olhos e deixa tudo a desdém.
E hoje o príncipe transita pelas ruas dessa cidade.
O seu velho chinelo, seu caderninho de poesias e um Facebook, pra sanar a vontade de gritar pro mundo inteiro.
Aos assobios que ouço ao caminhar pelas ruas, aos dias em que deixo de usar certas roupas, aos momentos de medo que vivi, mando-lhes um súplica de compaixão.
Por ruas esquinas e becos eu tentei encontrar
Mas não estava la
Aonde você estava
Certamente nem uma dos tipos de anestesias me fez esquecer
A dor de quando você não estava la
isso me fez perder a cabeça e o controle de meus atos
A única coisa que eu quis
Fosse que você e não qualquer outra estivese lá
Foi desaparecer
Anetesieme por favor
As minhas maos não achei e não funcionaram mais
Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victor Bhering Drummond
Perturba o meu sono
todo esse silêncio das ruas
todo esse momento vazio
toda essa burrice acadêmica
que chega e me assalta
alta madrugada...”
O que eu fiz de errado?
Comprei uma flor linda pra te dar
Nas ruas tão feliz, sai correndo para te encontrar
No caminho parei pra te ligar
Você não atendeu, acreditei estar ocupada .
E estava, mas não imaginava que assim
Não esperava que você pudesse nem pensar em mim
E eu com uma rosa na mão
Te vejo com outro alguém
Cai flor, ficha e razão, me faz chorar
Pensando no que fiz de errado
Ao ser seu namorado
Já apaguei todos erros do passado
Eu quis é te ter do meu lado
Mesmo sendo um fracasso
Acreditei ser dono desse abraço
Se te fazia "tão bem" por que está sendo assim?
O que é que ele tem? vai diz pra mim
Se é só trair por trair, se queria um fim
Por que que respondeu um sim pra mim?
Nesse namoro de ilusão, você quem sai feliz
E eu saindo aqui sem coração
Mina se era pra ser assim
Bem melhor dizer não
Fica com ele
E eu com a solidão
Pensando no que fiz de errado
Ao ser seu namorado
Já apaguei todos erros do passado
Eu quis é te ter do meu lado
Mesmo sendo um fracasso
Acreditei ser dono desse abraço
Doa-se urgentemente um bom coração nas ruas sem saída, nas calçadas da tristeza. Um bom coração que foi cortado em pedaços por uma paixão que pensava ser verdadeira. Um coração que não sabe em quem confiar, um coração que acha que as pessoas não têm mais solidariedade, um coração que procura - se loucamente por um amor.
Era para ti que o meu dia clareava mais cedo e as ruas acordavam para escutar o abrir das portas, o caminhar lento das horas sob o cheiro quente do café coado. Era para ti que as calçadas se alargavam para o movimento da manhã; que nascia o sol e as árvores faziam sombra. A vida vista da janela tinha a moldura que eu quisesse, porque os olhos eram meus e o que eu via te dava, porque a ti deveriam pertencer todas as coisas serenas que atravessavam o meu caminho. E foste aos poucos vendo a nuvem que fugia pra desencantar a lua, as horas correndo apressadas sobre os paralelepípedos e as estrelas unindo nossos olhares no firmamento. E foste entendendo que, no ir-e-vir de todas as coisas, já não apenas sou; já não apenas és: SOMOS.
Se o ar faltar, faço balanço com a brisa...
Danço mudo pelas ruas...
Dou nó na correnteza e me atiro nas nuvens desse abismo em pedras, em flores!
