Rondo Poesia de Cora Coralina
Há os livros e o livro; veja e reveja seus escritos, não estão em papéis nem em cordéis, mas no coração, figurados ou não, estão e são azuis, sentimentos nunca são em vão.
As transmições conflituosas podem ser liberadas antes do papéis chegar em vossas mãos, não é de coragem a essência de falsas mãos, são das árvores as verdades sem discursão, te dando farturas em mesas, pelo verdadeiro pão.
A vida é uma passageira viagem!! Então aproveite cada minuto da sua vida com muita fé e amor no coração!
Rejeite as más companhias, seja pessoal ou virtualmente. Não empreste seus ouvidos, nem o seu coração, para quem peca contra DEUS. Assim, você preserva a sua moral e conserva a sua salvação!
Um dia o que escrevi aqui vai ser lido por alguém, e quando esse dia chegar espero que invada o coração de quem ler, o tanto quando eu escrevo são devaneios aleatórios, mas com uma única certeza, o viver, as únicas coisas que deixamos na vida são momentos, um dia tudo isso vai sumir, um resquício de mim vai durar algum tempo, e depois nada disso ou eu vou estar nem no pensamento, e está tudo bem.
Os policiais não são ensinados a não ter medo, eles aprendem a lhe dar com ele. O exercício da coragem é praticado e aperfeiçoado a cada situação de risco.
Os olhos da ONISCIÊNCIA do nosso Pai Celestial passam por toda a Terra, para examinar todos os corações, e Ele próprio se compromete a proteger todos aqueles que depositam n’Ele a sua total confiança.
Se quisermos ser verdadeiramente abençoados por Deus, Ele deve ocupar o primeiro lugar em nosso coração.
A cada novo amanhecer, eu vejo a face da morte, e ela está viva, mas não tenho medo e tão pouco coragem, apenas sobrevivo...(Patife)
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
A maioria dos dramas está nas ideias que formamos das coisas. Os acontecimentos que nos parecem dramáticos são apenas assuntos que a nossa alma converte em tragédia ou em comédia, à mercê do nosso carácter.
Jamais os moralistas conseguirão fazer compreender toda a influência que os sentimentos exercem sobre os interesses. Essa influência é tão poderosa como a dos interesses sobre os sentimentos. Todas as leis da natureza têm um duplo efeito, em sentido inverso um do outro.
Libertar uma pedra nada significa se não existir gravidade. Porque a pedra, depois de liberta, não iria a parte nenhuma.
«Mas tu, que pões má cara diante do poder da terra, diante da grosseria, da podridão e dos vermes dos homens, começas por pedir ao homem que não seja e que não tenha nem sequer cheiro.
É curioso, a alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada criadora. Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultem sejam alegres. Não me considero uma pessoa negativa, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num movimento de equilibrio infecundo do qual estou tentando me libertar. O paradigma máximo para mim seria: a calma no seio da paixão. Mas realmente não sei se é um ideal humanamente atingível.
Já deserdado de todo o afeto, não podia mostrar a minha estima a ninguém, e, contudo, a natureza me fizera sensível!
Frequentemente chorava ao passear naquele jardim, agora demasiado estreito para ela, como o pátio, a casa, a cidade: lançava-se antecipadamente pela vasta extensão dos mares.
Seus sentimentos, magoados sem que elas o percebessem, mas vivazes, o segredo de sua existência, tornavam-na exceções curiosas naquela reunião de pessoas cuja a vida era puramente material.
E amai, amigos meus! Amai em tempo integral, nunca sacrificando ao exercício de outros deveres, este, sagrado do amor.
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