Romance
"E desde que você se foi eu tenho vivido assim pela metade, meio largado, pulando de romance em romance, tentando um dia por sorte achar em um outro alguém metade do amor que encontrei em você."
Romance, pra mim, é mais pra novela sabe? É uma fusão entre algo surreal - onde você corre perigos, vive numa aventura que te traz adrenalina - e uma paixão.
Ajuntar os retalhos de uma relação afetiva seja de qual linha for, amizade ou romance, não passa de remendar com linhas podres tecidos novos, a relação acontece, mas não com a vitalidade e firmeza do princípio!
O lance é só um romance de poucas páginas?
Talvez uma, duas, dez ou rasgou-se o livro?
Dizem que amor de praia não sobe a serra.
Que tal checar? Ou não.
Romance é igual Papai Noel: não existe, mas se você tiver muita fé e se iludir um pouquinho, ele aparece uma vez por ano e coberto de neve.
Poética vida.
Vida. Significado poético onde
ficção e romance se misturam
em um so drama pelo resto da historia.
Finalmente estou procurando uma ação,
para quem gosta de mistérios, ela aje
de uma forma romântica, com amores
subpostos a te odiar para que
no final você possa descobrir
a quem te ama verdadeiramente.
Para aqueles que gostam de um
romance, ela aje injustamente,
com a mistura de ficção e ação
para manter o seu suspense.
No meio da historia, seus amores
aparecem sem que você perceba
e guarde todos eles na memoria
como os seus melhores amigos.
E aqueles que preferem drama,
sua vida estara repleta de fases,
que continuam a fazer de seus
lazeres um inferno, e de suas distrações
uma dor de cabeça. Mas, o seu
romance estara do lado certo, no momento
certo, no lugar certo do jeito perfeito,
sabendo que de qualquer forma,
a vida sempre acabara em poesia.
Vida. Significado poético onde
ficção e romance se misturam
em um so drama pelo resto da historia.
Febem - Um desafio possível
Paulo Lins, autor do romance Cidade de Deus - sucesso adaptado com genialidade por Fernando Meirelles para as telas do cinema -, captou com maestria a realidade cruel e dolorosa de crianças e jovens que, corrompidos pelo meio (leia-se ausência total de oportunidades, incentivo, educação e estruturação familiar), ingressaram no universo da marginalidade e da violência. O mesmo teria acontecido, provavelmente, à pequena e indefesa "Negrinha", personagem imortalizada pelo conto homônimo de Monteiro Lobato, caso a menina tivesse nascido no final do século 20, longe dos resquícios da escravidão das fazendas, mas próximo à escravidão social dos ambientes urbanos. Mais uma vez, a ficção - seja literária, seja cinematográfica - nos dá uma lição de vida imprescindível: ou a sociedade compreende a necessidade premente de romper o ciclo vicioso da criminalidade ou estaremos condenando o futuro do Brasil e do mundo de forma irreversível. Somente a mobilização social, por meio da união de esforços entre governos e demais instituições da sociedade civil organizada, pode reverter o rumo caótico que os acontecimentos vêm tomando. Em todo o mundo, os altos índices de violência, que agora se expandem em ritmo acelerado das metrópoles em direção às cidades do interior, compõem um quadro dramático cujos desenhos dantescos nos convidam à tomada de ações imediatas. Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin demonstrou total sintonia com a urgência dessa situação. Por meio de uma atitude corajosa e inovadora, integrou a Febem aos quadros da Secretaria de Estado da Educação, uma iniciativa fundamentada sobre os pilares de um conceito básico para a recuperação dos adolescentes em conflito com a lei: a ressocialização via aprendizado, preparo psicológico, acesso à informação, à cultura, ao esporte e ao lazer. Um método que resulta na aquisição da auto-estima e da autoconfiança, provenientes da descoberta gradativa dos talentos e das potencialidades dos educandos - da mesma forma que deve ocorrer com os alunos do ensino regular, nas escolas. Assim é que se adquire consciência crítica, capacidade de discernimento e, enfim, se constrói a cidadania. É essa a nova proposta da Febem, totalmente condizente com os projetos e ações da Secretaria de Estado da Educação. Temos um enorme desafio pela frente. E, para que possamos superá-lo de forma eficaz, precisaremos do apoio, do incentivo e da colaboração de todos os segmentos sociais. Nesse sentido, gostaríamos de convidar empresas, ONGs, igrejas, universidades e demais instituições para nos auxiliar na missão instigante que é reescrever o roteiro desse filme grandioso e, por isso mesmo, complexo em toda a sua estrutura. Se assumirmos os papéis de diretores, cenógrafos e produtores que essa grande obra requer, poderemos mudar a história de milhares de jovens atores que necessitam de uma orientação mais cuidadosa na concepção, na criação e, finalmente, na concretização de cenas que viabilizem finais mais felizes para suas vidas reais. A ampliação dos programas de liberdade assistida e a construção de unidades menores da Febem, tanto na Capital quanto no Interior, privilegia essa nova realidade e tem possibilitado às equipes da instituição a realização de um trabalho mais produtivo e bem-sucedido, capacitando esses jovens e transformando-os em protagonistas aptos a exercerem sua plena cidadania. Milhares de jovens atores estão aprimorando suas habilidades por meio de aulas do ensino regular e profissionalizante, diversas oficinas de arte, cultura (teatro, dança, artesanato) e, ainda, 32 modalidades esportivas que abrangem do futebol ao xadrez. E isso é só o começo. De nossa parte, garantimos total dedicação e empenho para dar a este enredo um desfecho verdadeiramente alegre, bem diferente dos finais da maioria dos personagens da obra de Paulo Lins e da protagonista do conto de Lobato. Acreditar que é possível é essencial. Vamos seguir à risca a cartilha de Victor Hugo - outro grande ficcionista que retratou em seus livros as injustiças e problemas sociais de seu tempo - que já alertava: "Nada melhor do que um sonho para criar o futuro".
Publicado no jornal Diário de S.Paulo
O problema todo era acreditar. Não encontrava razão que explicasse toda a química do não-romance que estava pronto pra explodir. Dois racionais assumidos, e toda aquela emoção. Dentro de mim, ainda dava um 360º a todo o momento, em busca de uma explicação por ser você, o cara que me fez sentir algo inexplicável após o primeiro beijo. Sensação de já ser sua, de estar entregue e não querer mais me pegar de volta. Naquele momento, não tinha não-romance, muito menos razão... Era eu, você e o desejo de ficar juntos.
Eu amei até os codinomes que você inventou para mim. Mas nós vivemos um romance marcado pelo fim antes do começo
"Já fiz versos, escrevi um romance, amei muito, fui desprezada a maior parte do tempo, conheci e desconheci pessoas. Agora com toda essa bagagem vou viajar dentro dos meus conhecimentos, me enamorar das minhas qualidades, ser fiel aos meus propósitos... E se nesse meio tempo alguém aparecer, vou oferecer uma xícara de chá e pedir para que coloque sua personalidade... Doce ou sem açucar"
O Romance das Ferramentas
A Mulher do MACHADO...
FOICE...
morreu ENCHADA...
quem mandou ela casar com PICARETA.
Mas o nosso amor é como um filme de romance sem final, um sonho lindo, eterno que me instiga e me dá esperanças para continuar.
O verdadeiro amor não é apenas uma paixão, um romance, um amor que dizem está acontecendo ou algo que realmente acha que é verdadeiro, e sim aquilo que tentamos construir a cada dia, fazendo com que a pessoa que não sabe o que é amar realmente aprenda o verdadeiro significado dessa palavra... O amor!
Seria tão mais legal não se apegar, um romance por noite, uma paixão por dia...uma vida diferente a cada novo amanhecer.
