Romance
Ela trocou os livros de romance pelos de ficção.Os amigos falsos por chocolate.Os choros constantes por sorrisos. O café forte,pelo chá gelado. As noites de choro por noites de alegria. O doce pelo amargo. A ilusão pela realidade. E antes que falem que ela mudou,ela não mudou,ela apenas cansou de ser aquela ”menininha” que todos machucavam.
último romance
Peguei aquelas mensagens e fui relendo aguando a saudade confusa que eu sinto quase sempre ou de vez em nunca. A gente tem que entender onde começa e onde termina tudo. E eu que não entendia, reparei. Naquele meio beijo, naquela meia verdade, naquele meio cheiro, naquela meia dor. Nada de meio, nem meio final. E tudo é, e tudo não é. Nunca fui aquele tipo que acerta o tiro, tenho um olhar vesgo, mas sei o que eu quero, disso eu sempre soube. E eu quis a ponto de não querer outra coisa. Quis muito ir fundo, ir onde ninguém foi. Mas minha engrenagem não funcionou. A gente não desiste, a gente só abre mão. Uma hora a coisa toda cansa de sofrer, cansa de doer, e a gente quer a calma da cura. Isso existe sim, eu li nos livros. Minha Vó sempre me disse para acreditar nos livros. A gente também não escolhe quem amar ora. A vida tem um jeito doido e minucioso de nos mostrar as coisas. Que quem perde tempo tentando entender, perde na verdade, o tempo de viver. E se eu pequei na vontade de ter um amor de verdade, agora me vejo pegando o barco e remando para um outro mar, meu bem. E a gente não sabe onde vai parar. Nunca sabemos. E explicar já não faz sentido, ao certo, uma vez. Chorei. Esmaguei aquela parte que despertou umas cinco vezes enquanto meu corpo agonizava por falta do que nunca foi. Por saudade de um beijo que eu nem se quer provei. Tudo e nada se misturavam enquanto eu via a porta sendo aberta e fechada na minha frente. Então é isso. Deixo ir. Não há forma mais sincera de guardar alguém dentro de si, do que deixa-la ir. Deixo sem culpa, sem rancor, sem ódio, só um pouco da óbvia dor que eu sempre soube que sentiria. Natural. Eu que não sei deixar ninguém sair da minha zona de proteção, estou deixando. Sem despedidas. Já que deixar ir é apenas uma metáfora para aquilo que não podemos mais tocar. E eu sou horrível em metáforas. Mas aprendi. Como tantas outras coisas que aprendi com você, moreno. Bonitas, grandes e puras. E ainda aprendo. Não acabou por aqui, só estamos abrindo outra porta e o que está por trás desta, espero que seja o melhor para nós.
As pessoas querem viver um romance, mas não querem construir uma relação
certamente nossa geração não tem paciência pro amor, e muito menas vontade de esperar o tempo dos outros.
Ela vale por milhares
Os filmes de romance não passam de balelas
A vida, tem as histórias de amor mais belas
As damas e o vagabundo, lembranças delas
Só lembranças, porque a de fé, supera elas
Continuarei assim, teatralizando o nosso romance. Acho que estou adorando isto. Nem nos poucos meses em que frequentei um curso de arte dramática lá pelos meados de 80 ali na paulistana Rangel Pestana, me senti tão bem em cima de um palco.
As flores secaram e guardei-as no livro.
Não sei o que é mais triste, o romance do livro ou as pétalas secas das últimas flores que deixou.
dizem que o romance está perdido mas não acredito que o romance esteja perdido talvez o principal perdido sempre seja o outro que por que foi mal amado não tem paciência em acreditar de novo
Eu sou o tipo de garota que prefere um bom filme de terror do que assistir a um filme de romance que me faz chorar.
austero romance
o que proposto
vive se oposto marcante,
no desatino um gole de café,
e logo um bom dia,
nem acordei diante meros humanos,
sorrisos sinceros diante a rosa morta...
linda e em corpo inerte desabrocha em decomposição
emana um delicioso perfume...
dedica se ao amor erronia a voz apaixonada...
em gravo despertou ausência atroz...
alternando o fluxo do desejo
afegante quando desespero de uma nova relação...
definha em súbito abraço,
claro que a madruga esconde o ardi o cenário,
dados por intermédio dessa palavras ofegantes,
num momento prazeroso tão apenas...
A depressão de alguns pessoas as vezes é um romance um amor não correspondido muito trabalho entre outros tais como álcool, e drogas mas o que mas prejudica algumas pessoas e a depressão por horas ter dinheiro horas nao talo. Dinheiro o mesmo que te traz poder,festas,amigos felicidade, mais quando essa faze boa passa vão se embora todos esses...
Dinheiro faz de todos nós escravos triste mais dura realidade!
Deve reler-se a vida como se retoma da estante o romance empoeirado: à época da infante leitura a visão era outra!
