Religiosidade
Mateus 23: Ele confronta a religiosidade vazia, mas ao mesmo tempo chora por Jerusalém, ou seja, até a correção dEle tem dor de amor, não prazer em expor.
miriamleal
Muita oração sem amor gera religiosidade; amor com oração gera ganhadores de almas.”
#PalavraQueTransforma
Há uma religiosidade que vê só os defeitos da igreja; e há o Evangelho, que nos ensina a amá-la mesmo vendo todos eles.
Bastou o encardido encontrar o ponto fraco do povo — esse abismo sutil entre a religiosidade e o fanatismo — para politizar as igrejas.
A religiosidade, quando saudável, nasce da consciência da própria fragilidade.
Ela é ponte: liga o humano ao divino, o erro ao arrependimento, a culpa ao perdão.
Já o fanatismo é muro.
Ele não aproxima; separa.
Não ilumina; incendeia.
Não convida ao amor; convoca à guerra.
Entre uma coisa e outra existe um terreno perigoso: o ego travestido de fé.
É ali que discursos políticos encontram abrigo, não para servir, mas para dominar.
Quando a fé deixa de ser transformação interior e passa a ser instrumento de poder exterior, o altar vira palanque — e o púlpito, trincheira.
Não é a política que contamina a fé; é o coração que, seduzido por certezas absolutas, troca o Evangelho pela ideologia.
O problema não está em cidadãos que creem participar da pública — isso é legítimo.
O problema começa quando a fé deixa de ser farol moral e se torna escudo partidário.
O fanático não se percebe capturado, acredita estar defendendo Deus, quando, na verdade, está defendendo homens.
E homens passam.
Projetos passam.
Mandatos também.
Mas o dano causado quando se confunde Reino com governo terreno atravessa gerações.
Talvez o maior sinal de maturidade espiritual seja justamente este: saber que Deus não precisa de cabos eleitorais, nem de militantes inflamados, mas de consciências coerentes.
A fé que se ajoelha não precisa gritar.
A fé que ama não precisa esmagar.
A fé que é verdadeira não teme perder espaço político, porque jamais dependeu dele para existir.
No abismo sutil
entre a Religiosidade
e o Fanatismo,
o Encardido
perverteu as Almas Carentes
para instrumentalizar as igrejas.
A religiosidade, quando nasce da consciência, é ponte.
Liga o humano ao transcendente, a fragilidade à esperança, o erro à possibilidade de redenção.
Já o fanatismo é muro.
Separa, acusa, simplifica o que é complexo e transforma fé em trincheira.
Entre a ponte e o muro há um abismo quase imperceptível — sutil como a Vaidade Espiritual que se disfarça de Zelo.
É nesse intervalo que a fé deixa de ser encontro para ser ferramenta.
Ferramenta de poder, de influência, de domínio.
Quando a espiritualidade perde o compromisso com a verdade e se apaixona pela própria narrativa, ela se torna vulnerável à manipulação.
E almas carentes — feridas pela vida, desassistidas pelo Estado, esquecidas pela sociedade — tornam-se terreno fértil para discursos que prometem pertencimento antes mesmo de oferecerem transformação.
O fanatismo seduz porque oferece respostas rápidas para dores profundas.
Ele entrega identidade pronta a quem ainda não se encontrou.
Dá inimigos claros a quem não consegue nomear suas angústias.
Simplifica o mundo em “nós” e “eles”, como se Deus coubesse em slogans e a Eternidade pudesse ser reduzida a palanque.
A religiosidade madura, ao contrário, incomoda.
Ela exige autocrítica, compaixão e muita responsabilidade.
Ela não precisa gritar para existir, nem destruir para se afirmar.
Sabe que a fé autêntica não é instrumento de coerção, mas caminho de conversão — primeiro interior, depois social.
Quando igrejas se deixam capturar pela lógica da influência e do controle, deixam de ser hospital para se tornarem comitê.
E onde deveria haver cuidado, instala-se a estratégia.
Onde deveria haver silêncio reverente, instala-se o ruído deliberadamente calculado.
O sagrado passa a ser moeda simbólica numa economia de poder.
Talvez o maior antídoto contra essa instrumentalização seja a Maturidade Espiritual.
Uma fé que não negocia sua essência por aplausos.
Uma comunidade que prefere formar consciências a fabricar soldados.
Um povo que entende que Deus não precisa de defensores raivosos, mas de testemunhas coerentes.
No fim, o abismo entre Religiosidade e Fanatismo não é teológico — é humano.
E atravessá-lo ou não, depende menos do discurso dos púlpitos e mais da vigilância.
Enquanto existir em Nós, religiosidade excessiva e fanatismo Jesus não Poderá nos Arrebatar para Junto Dele.
Jesus veio para destruir as teses da religiosidade, mas algumas religiões insistem em criar teses que ferem a Sua conduta.
A diferença entre religiosidade e espiritualidade equivale à diferença entre usar óculos e usar lentes de contato. A primeira sempre vem acompanhada de armação.
A primeira coisa que a religiosidade faz com o homem é soterrar o humor. Do humor, a inteligência. Da inteligência, a duvida. Da duvida, a humildade. Da humildade, a empatia. Por fim, a fé.
Eu não tenho religião, muito menos religiosidade. Nunca fui favorável a rituais, em especial os que demandam sacrifícios involuntários. Mas sou cristã, porque minha fé é em Jesus Cristo e não em religiões ou rituais religiosos.
Jesus, que por mim morreu na cruz, que pelos meus pecados se ofereceu como sacrifício eterno, para me dar a chance de ser liberta e salva através da fé (Nele).
Para muitos, o período da Paixão de Cristo, que vai da sexta-feira da crucificação até o domingo da ressurreição, é apenas um ritual. Para mim, é um período de muito significado, do qual tenho enorme gratidão. E não há nada que eu faça (NADA) para expressar isso, que não seja através e unicamente da fé no Filho de Deus e da obediência em seus mandamentos, que são: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo.
Não há rituais nem "sacrifícios-religiosos" que agradem mais a Deus - e superem o principal (e mais difícil) sacrifício - que a fé e a obediência pelo AMOR.
Não tem problema deixar de comer carne na sexta-feira santa, porque a sua religião diz que tem de ser assim e você acredita que isso seja um sacrifício válido e faça de coração. Desde que, de coração, você não negue alimento a um necessitado que cruzar seu caminho, nem use de mentiras para com os outros (principalmente no intuito de obter vantagem), nem recuse o perdão para alguém arrependido; nem cultive o ódio, o egoísmo, a vaidade, o orgulho, a soberba, a ganância... Entre tantas outras falhas e pecados humanos, que nem o peixe e nem qualquer outro ritual simbólico tem o poder de amenizar ou eliminar; nem tampouco tenha valor suficiente para agradar a Deus, se a importância de outras atitudes for ignorada.
Se deixarmos de lado a discussão da fé e a religiosidade, poderemos observar que as igrejas prestam algum tipo de serviço social, como outras entidades sem fins lucrativos e clubes associativos. A construção do local de reunião e a contribuição para manutenção das suas atividades básicas não representam um desperdício, ao contrário da remuneração dos dirigentes, isso sim é jogar dinheiro pelo ralo. As igrejas se tornaram um negócio lucrativo, com a mercantilização da fé. Mas nem pense em mudar isso, essa praga já se alastrou por todo canto e tem raízes em todos os poderes. A liberdade de culto e de expressão tem um preço, e muitas entidades religiosas, antes sem fins lucrativos, agora não passam de empresas geridas por alguns gatos pingados.
Muitos, via religiosidade, mais cristã do que judaica, reputam ao 'inferus', inferno ou Hades, como sendo local de eterno tormento e torturas, mas, mesmo os antigos gregos, advogavam que nesse mesmo Hades, existiria um paraíso, destinado aos bravos guerreiros tombados em combate, que, no momento de suas mortes, seriam escoltados aos 'Campos Elíseos' por guerreiras ornamentadas com trajes de batalha. Na mitologia escandinava, o mesmo lugar recebeu o nome de 'Valhalla'. Como se vê, pela mitologia, apenas os bravos merecem redenção. Nietzsche, com o mesmo espírito, cunhava em 'filosofia a golpes de martelo': 'tornai-vos duros como o diamante, e não frágeis como os carvões, que, apenas a pressão, os torna nas mais preciosas de todas as pedras."
(Sergio Pacca)
A maior punição da religiosidade é a aliança que se faz com o medo de admitir anos de erros ensinados domingo a domingo.
Sem religiosidade viver Cristo na realidade porque querendo ou não ele é a verdade a vida, ele te liberta da vida mal decidida, mal escolhida fazê oque se a vida que você escolheu e uma vida bandida, mas ele vem e te liberta deixa as portas abertas....com seu amor imenso te dá um abraço intenso...foi por você que ele morreu Você é filho dele é se essa é a pergunta sim ele te ama ele te chama pra viver uma vida em abundância ...Porque meu julgo e leve e meu fardo é suave .Sem religiosidade viver Cristo na realidade porque querendo ou não ele é a verdade .
Cristo por você morreu seu próprio sangue ele deu ,foi crucificado pra que seus pecados fossem perdoados para que um dia estejamos ao seu lado e vendo o diabo sendo esmagado sendo destroçado no seu mundo mal feito cheios de pecados e defeitos.
Ele te purificou de todos os seus pecados ele te deu a vida como destino mesmo você merecendo a morte nós nascemos sem a sorte que nesse mundo ultimamente quem manda é a morte, mas Jesus te deu uma bela vida sua vida por ele foi escolhida .Você tem uma bela história pela frente pois Cristo verdadeiramente se faz presente .
A religiosidade salva apenas pessoas boas, por isto não salva ninguém.
Cristo é o único que salva pecadores, por isto pode salvar todos!
"PORQUE EU NÃO VIM PARA CHAMAR OS JUSTOS,
MAS SIM OS PECADORES, AO ARREPENDIMENTO."
(Mateus 9:13)
