Religiosidade

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⁠Religiosidade não é atestado de santidade.

⁠⁠Como é terrível viver uma religiosidade vazia e desprovida da verdade!
Quando optamos por seguir este caminho, corremos perigo de distorcer as escrituras que tanto dizemos conhecer, aplicando-as ao nosso bel prazer para satisfazer conceitos exclusivamente humanos. Consequentemente, falamos de um deus que definitivamente não é o verdadeiro Deus revelado na Bíblia.

A religião pode cegar, mas a religiosidade sempre ilumina⁠

Tenha fé e viva sua religiosidade, mas jamais seja conivente ou omisso diante das injustiças e dos danos que a própria religião possa causar à vida das pessoas.

"A religiosidade cria regras para controlar o homem; o Evangelho cria vida para libertá-lo."


-Dr. Diogo Sena

✍🏻Tudo é Ciência 🔭🧪, mas também tudo é Religiosidade.
♾️☸️🙏🏻🙏🏻👁️🕉️

O princípio do ódio está presente na prática da religiosidade, mais que na política, aclamados por um protecionismo neopentecostal, tudo pode por aquele em que confiar. Deus continua sendo Deus.

Existe algo mais intenso que a religiosidade: o coração. Se o seu coração é bom, você já se encontra inteiramente conectado com Deus.

⁠Uma das marcas da religiosidade é quando valorizamos mais a estrutura do que as pessoas.

A religiosidade cobra aquilo que não podemos ser, mas Jesus nos diz: A minha graça te basta.

"Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício (religiosidade); e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos." - Oséias 6:6


Assim como no passado, atualmente o verdadeiro significado da adoração e devoção a Cristo não é se guiar por dogmas ou convicções humanas, mas ser transformado pelo operar constante da graça (favor imerecido), que transforma o homem e o liberta de suas próprias mazelas existenciais.

A religiosidade é uma máscara pesada demais para quem tem a alma vazia. O altar exige a face limpa, não uma fachada pintada de santidade.

Se passou pela "obrigação" absoluta de obedecer a Deus. É religiosidade; isto é, se não passou pela graça do amor que tudo Ele fez por nós e continua fazendo, nada se pode fazer pra forçar a obedecer." Por amor Ele me salvou. Por amor faço a vontade do meu Pai."

—By Coelhinha

"A RELIGIOSIDADE faz você SER o que você não NASCEU pra ser. Assuma o que Deus diz que você É."

—By Coelhinha

"Tirar você do Egito (religiosidade) não é garantia de que você já está entrando em Canaã (mente de Cristo)."

—By Coelhinha

O fogo do Espírito Santo precisa queimar em nossas vidas, estamos gelados pelas religiosidade, estamos frios pela falta de Deus, veja nossos cultos, pessoas entram e saem e nada acontece, pois Deus não estava ali, a presença de Deus não veio, e porque não veio?

Acredito muito que a fé, a religiosidade branda e a espiritualidade universalista são de grande importância e apoio para as famílias e para as crianças, adolescentes e para os indivíduos que têm algum tipo de neurodiversidade, no entanto sem exageros. Digo isto, por que não é tudo que, a interseção do Espirito Santo, cura. Acredito que Ele ajuda por fé, esperança e alento em vários tratamentos clínicos, já comprovado. A única comorbidade que tenho sobre alerta, das religiosidades extremas e seitas é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), chego mesmo a achar que os vários mártires da Igreja, do tempo passado, tinham TOC, mas era desconhecido e por isto autoflagelavam tanto pela fé.

Transformação real dói, se não dói, é só religiosidade.

A vida cristã não é sobre religiosidade vazia ou rituais sem significado, mas sim sobre a intimidade profunda e o relacionamento sincero de um filho com o seu Pai celestial, que nos acolhe incondicionalmente. A nossa morada, o nosso tesouro e o nosso maior desejo é a Sua presença, e o nosso coração se recusa a ser um templo silencioso, entregando-se como um altar vivo de adoração e serviço. Toda honra e toda glória pertencem a Ele, e a nossa jornada se resume em buscar o sobrenatural, permitindo que o Seu Mover nos consuma por inteiro.

⁠Bastou o encardido encontrar o ponto fraco do povo — esse abismo sutil entre a religiosidade e o fanatismo — para politizar as igrejas.


A religiosidade, quando saudável, nasce da consciência da própria fragilidade.


Ela é ponte: liga o humano ao divino, o erro ao arrependimento, a culpa ao perdão.


Já o fanatismo é muro.


Ele não aproxima; separa.


Não ilumina; incendeia.


Não convida ao amor; convoca à guerra.


Entre uma coisa e outra existe um terreno perigoso: o ego travestido de fé.


É ali que discursos políticos encontram abrigo, não para servir, mas para dominar.


Quando a fé deixa de ser transformação interior e passa a ser instrumento de poder exterior, o altar vira palanque — e o púlpito, trincheira.


Não é a política que contamina a fé; é o coração que, seduzido por certezas absolutas, troca o Evangelho pela ideologia.


O problema não está em cidadãos que creem participar da pública — isso é legítimo.


O problema começa quando a fé deixa de ser farol moral e se torna escudo partidário.


O fanático não se percebe capturado, acredita estar defendendo Deus, quando, na verdade, está defendendo homens.


E homens passam.


Projetos passam.


Mandatos também.


Mas o dano causado quando se confunde Reino com governo terreno atravessa gerações.


Talvez o maior sinal de maturidade espiritual seja justamente este: saber que Deus não precisa de cabos eleitorais, nem de militantes inflamados, mas de consciências coerentes.


A fé que se ajoelha não precisa gritar.


A fé que ama não precisa esmagar.


A fé que é verdadeira não teme perder espaço político, porque jamais dependeu dele para existir.