Religiosa
"Evitemos todo tipo de insanidade religiosa concernente à
eternidade, pois a única possível ao homem até agora foi a
literatura.”
Vamos tolerar mais, aceitar mais, respeitar mais? Intolerância religiosa, como todo tipo de intolerância, é prejudicial para qualquer sociedade e vai de encontro a fé.
Parafraseando Clarice Lispector
Suponho que crer ou não em Deus não seja uma questão religiosa e sim de sentir, de entrar em contato... Ou você sente, ou não sente!
O céu e o inferno são as outras grandes obras, invenções do complexo sistema de vida religiosa, que por fim segue instintivamente inventando coisas.
O novo princípio que Jesus estabeleceu como prática religiosa é o fazer que está ligado ao prazer. Qualquer coisa que fizermos para Deus não deve ser motivada pela "obrigação", mas pelo prazer de um fazer que se estabelece como forma de agradecimento. Portanto, eu não oro por obrigação, mas pelo prazer de estar na presença de Deus; eu não leio a bíblia por obrigação, mas pelo prazer de conhecer mais e mais de Deus. Isto porque eu não oro, leio a bíblia ou jejuo para ser espiritual, mas porque já sou espiritual.
A Fé Religiosa consiste em uma indiferença aos fatos aliada à obsessão por matérias onde a Lógica é proibida de decidir.
A Fé Religiosa pode ser aferida em Medidas de Absurdo: quanto mais fantástico for o disparate que se aceita, maior é o valor intrínseco que o crente confere a si mesmo.
Cabe a todo cidadão a incumbência na preservação da história popular, religiosa e social local de cada lugar. A nossa indiscutível rica diversidade cultural e artística nacional brasileira é composta pelo conjunto das tradições comunitárias tradicionais e originais de cada grupo, que devem ser preservadas em registro para as próximas gerações pelas municipalidades de cada região. Na mesma direção, por sua vez, cabem as secretarias estaduais de cultura a gestão, a promoção e o incentivo para estas ações fortalecedoras da nossa historia, soberania e identidade. Da mesma forma que por meio das indústrias criativas locais desenvolvam uma economia turística, celebrativa e educacional sustentáveis fortalecendo e atualizando ainda mais nossa história cultural e tradição.
Não podemos nos aproveitar da nossa condição religiosa e da bondade do nosso povo para ser servidos e obter benefícios materiais.
Se houvesse justiça laica religiosa e patriótica no Brasil.No jazigo de cada politico, funcionário e empresário corrupto não teria nome algum.Teria só uma estrela com cinco pontas, das mesma que estão dispostas na bandeira nacional mas com as cinco pontas quebradas para lembrar ao futuro nacional brasileiro, que ali jaz um inominável ser que por mais de cinco vezes lançou pontas do mal e dos erros covardemente para dor de seu próprio povo, não honrou seu próprio tempo e desencadeou um infeliz flagelo a toda nação brasileira.
"Intolerância religiosa é a discriminação contra as pessoas e grupos que têm diferentes crenças ou religiões, e é marcada principalmente pelas atitudes agressivas e ofensivas".
Eu que o dia, pois fui vítima desta depreciação aos 19 anos quando comecei a frequentar cultos umbandistas e de maneira violenta, agressiva, ignorante e inimaginável fui expulso de casa pela família - que devendo ser meu reduto, tornou-se meu martírio -, quando retornava de um belíssimo trabalho espiritual no dia 16 de agosto de 2015, coincidentemente dia de Obaluaê na Umbanda, Dia de São Roque no Catolicismo. Na ocasião, não tendo onde ir, fui para a casa de um amigo onde passei uma noite e no dia seguinte fui para o terreiro de umbanda que frequentava onde fui acolhido como um filho pelo pai de santo da casa, meu pai e amigo, Fernando Parada. Neste teto provisório, morei um mês e meio e logo fui dando "jeitinhos" em minha vida.
Poderia ter me reprimido, entrado em depressão, desistido de meus sonhos. Ao invés de pagar o mal com o mal, plantei a sementinha de Deus em todo solo fértil que encontrei em meu caminho. Ingressei no Rotaract - grupo de jovens patrocinado pelo Rotary International que une pessoas para trocarem ideias, aprimorarem suas habilidades de liderança, ajudarem o próximo e se divertirem ao longo do caminho -, Greenpeace Brasil - maior ONG ambiental do mundo -, e em minha jornada conheci diversas vertentes espirituais (Johrei, Mahikari, Budismo, Xamanismo, Hare Krishna, Espiritismo, Wicca, Alta Magia, Cabala, etc) que me enriqueceram e enriquecem a cada dia, assim como diversas pessoas maravilhosas e bondosas que cruzaram e cruzam meu caminho a cada dia. Tornei-me voluntário e colaborados de diversas ongs e causas, como Hospital e Maternidade Jesus, José e Maria, Grupo de Escoteiros, etc. A força do bem age como uma bola de neve que vai crescendo e crescendo, ao contrário do mal que é fraco e logo desaparece.
Hoje, após transpassar tantos obstáculos e barreiras, adquiri muito conhecimento e ao meu ver, uma ampla bagagem em uma fase precoce da vida. Aprendi a ser forte, firme e resiliente em meio as necessidades e por isto hasteio a bandeira da ética, paz e esperança em todo meu viver. Mais de 2 anos se passaram desde minha libertação e ao olhar para trás agradeço por toda minha caminhada e por tudo que me ocorreu, pois o universo é como seu criador, Justo e Perfeito, e assim como Mahatma Gandhi, venci muitas batalhas sem usar a força ou violência, mas fiz de meus atos grandes armas contra a ignorância humana.
A complexidade religiosa está sentada na cadeira de réu na agressão à simplicidade do evangelho e à espiritualidade autêntica
Liberdade de expressão, liberdade religiosa, liberdade de ir e vir e liberdade política. Porém, não devemos nunca esquecer que liberdade rima com responsabilidade. Todos são responsáveis e devem responder pelos seus atos de liberdade.
A crença religiosa é algo pessoal e ninguém detém a verdade última nessa arena. O importante é a visão integral da vida nas suas manifestações e o exemplo, independente de qualquer religião.
O importante é o respeito pelas diferenças, embora possamos ter convicções próprias.
O importante é integrar as diversas vertentes do conhecimento, da cultura, da espiritualidade e aproveitarmos a essência comum que todas possuem.
Portanto, ateus ou cristãos não devem ser julgados pelas suas convicções, mas pelo exemplo de vida, dignidade e honradez.
Meu amigo eu odeio discussão por motivos banais. Como já foi dito " intolerância religiosa " é crime , a gente por mais indignado que a gente esteja temos que rever o que a gente sai falando, "hj" é uma adoração ao diabo né e não serve pra ninguém mas quando vc era da religião não pensava desse jeito é ficava puto quando alguém questionava sobre a nossa religião! Então meu amigo não faça isso com a religião alheia pois se hj vc está em outra religião palmas pra vc agora criticar e ofender a religião dos demais e feio vc se torna ainda pior que os adoradores do diabo, veja apenas um exemplo nos não vamos bater na porta de ninguém e muito menos entramos em ônibus e paramos em locais de públicos para oferecer papel e fazer convites para as congregações, eu acho que vc nunca viu uma pessoa do candomblé nem da umbanda chamando ninguém para participar de nenhum axé, quando era de um centro espírita de queto em Minas gerais, lá entrava até pastor evangélico pedindo orações e ajuda. Meu amigo sabe que eu te amo, mas não faça isso com os demais "amai-vos uns aos outros como eu vos amei" essa a palavra de Jesus antes de subir aos céus" tente amar aos outros como vc ama a si próprio sem questionar vestimenta nem cor de pele e muito menos religião. Te amo
