Religiosa

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“A ignorância, seja ela política, racial ou religiosa, faz com que o medo domine o seu amor.”

Toda a face religiosa do mundo moderno se deve à ausência, em Jerusalém, de um asilo de lunáticos.

Hoje a minha ida ao muro das lamentações trata-se da intolerância religiosa. Pobre daqueles que não consegue dá espaço, liberdade a opinião e crenças alheia. Sou cristã (pelo menos tento ser), acredito nas palavras sagradas (bíblia) e acredito em algo VIVO que me move e me guia além das escrituras. Essa é a minha "crença". E se a sua é acreditar que Deus não existe, tenho que respeitar. LIBERDADE RELIGIOSA... Sejam Cristãos evangélicos, cristãos católicos, seguidores do candomblé, Macumbeiro, judeus, agnósticos e até ATEUS são DEPENDENTES DE DEUS para se rotular".

"Macumba não existe; o que se chama de macumbeiro é apenas um rótulo. Intolerância religiosa é crime. É necessário se colocar no lugar do outro, seja em relação à Umbanda ou a qualquer outra crença. O Brasil é um país de pluralidades, com rico sincretismo religioso, e cada pessoa tem o direito de seguir aquilo em que acredita, seja religiosa ou não."

"Hoje, a Torre de Babel é o preconceito; a pluralidade religiosa não deve nos dividir, pois antes de qualquer crença, somos todos humanos e devemos nos unir com respeito e amor. Si vis pacem, para amorem — se queres a paz, prepara-te para o amor."

Tolerância religiosa é o mesmo que tolerar fragmentos de verdade, ou também tolerar enganos e presunções religiosas do ser humano.


Ora, Jesus não desceu do céu para que outra pessoa tivesse autoridade para ferir a unidade do caminho da salvação!


#verdade #erronão #unidade

A moral religiosa é um conjunto de superstições sobre a consciência do indivíduo, útil, contribui para a formação da máquina de crendices e ilusões.
(A. Valim)

Me considero uma grande apreciadora da morte, não por algum tipo de crença, religiosa ou não, mas pelo que a morte realmente é: o fim da vida.


Levo a morte como uma aliada fiel, não como uma espécie de medo ou ameaça, é simplesmente algo que se encerra e pode começar novamente, em outro lugar, outro corpo, outra maneira e em outro tempo.


Gosto de pensar que a grandiosa traz consigo paz e liberdade. O fim de uma pessoa não significa o fim de tudo que ela um dia já foi e fez. Todo o conhecimento, cuidado, ensinamentos, e, principalmente, o amor de todos os que já se foram ainda vivem dentro de alguém.


A morte é a maneira mais forte, bela, sincera e eficaz de se reconhecer as marcas que alguém deixa no mundo e, consequentemente, nas pessoas que nele vivem.


Como uma grande fã da arte em geral, muito me emociona perceber como muitos estranhos que morreram a décadas ou até mesmo séculos atrás estão tão presentes diariamente em minha vida causando um impacto tão grande.


Todos os livros, quadros e músicas carregam em si a história de alguém que não existe mais ou que não irá mais existir em algum momento.


E é isso que faz a humanidade tão especial e interessante: estamos sempre buscando maneiras de comprovar a nossa existência e relevância para todos conosco e para todos que virão depois de nós.


Então, quando finalmente o meu tempo se esgotar, quando não hover mais oxigênio em meus pulmões, quando eu não mais conseguir ler um bom livro ou me emocionar ouvindo alguma canção de amor, gostaria que todas as minhas conquistas, experiências vividas e que todo o amor que causei e senti sejam celebrados, não lamentados. Quero estar rodeada de flores coloridas, música e pessoas especiais.


Não quero acabar sozinha em uma caixa escura de madeira para toda a eternidade sendo devorada por vermes até não sobrar mais nada de mim, quero ter a chance de ser finalmente livre, quero ter minhas cinzas espalhadas em lugares que amo ou que adoraria conhecer, quero estar junto da natureza e ser levada pelo vento, até, em algum momento, desaparecer para sempre, me fundindo à Terra.


E quando, enfim, não restar mais nenhuma parte do meu corpo, quero ser lembrada por chorar demais, sentir demais, cuidar demais e por amar de mais.


Quero que pensem em mim quando ouvirem uma música da minha banda favorita, quando lerem um livro de suspense com assasinato, e quando assistirem o meu filme favorito, quero ser lembrada pelas coisas que amo, quero que sintam a minha falta.

Não sou religiosa, porém sua presença me acalmava.


Descubro que era apenas fruto de um cérebro sem estímulos, logo uma criação do inconsciente carente.


Bameyu

A seletividade da "igreja" atual é o reflexo da ação religiosa de eliminar os não alienados com o sistema.

⁠Todo aquele que migra o curso de uma antiga amizade pela coloração esportiva, politica, religiosa, filosófica e comportamental, é por si só um " idiota contemporâneo " que passa pela vida mas sem ter aprendido a viver.

A "verdade religiosa",só provou a decadência das pessoas,nações e povos.Porém o oculto e invisível até agora ela não provou!

Sou religiosa e acredito que o meu anjo da guarda sempre me ajuda nas adversidades.

Teologia, a gordura visceral religiosa! Um sinédrio composto de interpretações sistemáticas fundamentada por grupos religiosos que visão o domínio das massas.

Vida cristã é repetição religiosa.

Deus afogou o mundo uma vez; hoje deixa a humanidade se afogar em ignorância religiosa.

O inferno é aqui. O diabo e Satã são os outros, quando promovem a infernização religiosa e a demonização daqueles que pensam diferente, projetando nos adversários os seus próprios demônios interiores.

O perigo da manipulação religiosa está no fato de ela usar os sentimentos mais nobres do ser humano — como a devoção, a culpa, a esperança e a caridade — para fins puramente egoístas e de poder. Quando a fé perde o senso crítico, ela deixa de ser um caminho de paz e se torna uma arma de controle em massa.

A escravidão religiosa mais cruel é aquela que mata a razão hoje para prometer a eternidade amanhã; o indivíduo deixa de existir muito antes de o corpo cair, e o faz sem notar, achando que está finalmente aprendendo a viver.

São Jorge da Capadócia ou Jorge de Lida foi, conforme a tradição religiosa universal, um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como um dos maiores mártires cristãos. São Jorge é um dos santos mais venerados no Catolicismo Romano, na Igreja Ortodoxa, na Umbanda assim como na Comunhão Anglicana Protestante. Sendo assim, não merece santuários espalhados pela cidade do Rio de Janeiro, onde tem uma imensa legião de fieis devotos, os filhos e as filhas de São Jorge mas sim de uma grande Igreja no centro da cidade, que seria um local de constante peregrinação, devoção, oração, testemunhos, milagres e fé. Só não vê quem não quer.