Regras para os Ignorantes
Meu coração não é de papel que se amassa ou é deixado para trás
As minhas regras não confundem gentileza com liberdade
Então por que me abandonaste como se eu
Não tivesse mais importância?
Dê-me uma explicação, pois o meu coração...
Arde com um fogo maléfico da frustração
E as minhas lágrimas se perderam
Entre um passado esquecido
Do meu sorriso amarelo;
Não tenho mais a mesma direção
Meu barco ficou a deriva
Ou se perdeu do que eu tinha;
Eu sei que os jogos de amor são para viver as regras com sorte ou azar de ganhar ou perder;
E se algum dia eu tiver você ao meu alcance Minha vida mudará, pois eu só lhe peço uma chance;
Se você me aceitar o contemplar das minhas palavras exaltaria seus passos de um paraíso;
No amor tem suas regras para com o cuidar, dê assistências para não abrir concorrências, pois se não perderá a preferência, juntará carência e sofrerá as consequências;
Não sou rebelde nem maluco por não seguir regras, não acredito que vale realmente a pena de ser totalmente normal para ser chamado de cidadão;
Sou único e insubstituível para enfrentar as invejas e sentimentos que tenta me derrubar, peculiar com anomalias indiscretas para que ao final enxergarem minhas vitórias;
Ser louco realmente não é rasgar dinheiro nem morrer de amor, mas viver as regras de quem não nos quer bem...
Não me diga das regras morais, religiosas e as sociais na tentativa de me converter para um mundo que dar valor a dinheiro, hipocrisia e ostentação;
Não me julgue o que não queres para você por que não sou da sua laia, sou muito mais do que os olhos possam ver e os pensamentos possam suportar no qual me faça ser o que ouço do meu coração;
Devemos moralmente lutar rebeldemente contra as injustiças do homem... Desobedecendo as regras estúpidas...
As regras foram criadas para serem transpassadas pela força e a coragem, quando as regras passam do limite;
As correntes inconvenientes atrapalham a liberdade do homem que não nasceu pelas regras estúpidas que movem o mundo;
Às vezes eu não decido por si próprio minhas estúpidas regras que abalam o meu coração, não tenho tudo que tenho, mas quero ser o que realmente sonho;
Não busco a perfeição por entre minhas palavras, mas eu crio as minhas verdades para que minha alma possa se fortalecer;
Entre minha loucura a consciência dita às regras para que a sensatez não se abale com criticas que ainda podem ser construtivas;
Esqueci das regras que fazem minha direção se tornarem mais acessível em mundo louco para com o meu ver;
Esqueci as regras do teu coração e amei até mais que a mim mesmo, nem sei mais voltar desse caminho que escolhi;
Eu gostaria de saber se passei do teu vão e se o tempo voou sem me avisar do que poderia acontecer;
Vejo que em meu piscar de olhos eu não sobe conjugar as regras do amor sem que me fizesse mudar de forma rude;
Eu não consigo enxergar os meus erros e nem muito menos julgar-me, pois o meu coração afirma que não erro, mas não sou perfeito;
Eu quero uma chance certa, plena e lúcida para que eu mude minha vida em um simples toque em minha alma;
Nem é bem assim!
As coisas não são tão
Suaves como parecem;
Sem regras ou sem leis
Para querer mentir outra vez
Por quê? Para quem
Sem esperar nada de ninguém;
Me vejo e me assanho em pensamentos
Em que me arrepio o meu querer
É de ganhar ou completar você;
E é com saliva que me atrevo
Instigando-me com ousadia
De te amar outra vez;
Percebo que sou indomável
Sem regras ou políticas que governe
Com promessas não cumpridas;
Apenas com desejos...
Mas com atitudes
Impensadas, porém
Resolvidas e abusadas;
Vestes, regras, tradições,
Mas onde está o coração?
Se Cristo veio libertar,
Por que tanta opressão?
