Regras para os Ignorantes
O maior vilão do mundo é o hipócrita, pois ama as regras que atingem seus adversários, mas condena todas que limitam suas próprias vontades.
“Em cada rito especial, não há apenas regras a serem cumpridas, mas a oportunidade de traduzir a agilidade e a técnica em segurança e dignidade para aqueles que buscam no Judiciário a certeza de seus direitos.”
"É bem melhor viver norteado por hábitos que por regras. Os hábitos não são impostos para você segui-los; você não precisa conservá-los, eles conservam você."
Bem, os anos começam a chegar
E não param de chegar
Fui ensinado a seguir as regras e me dediquei por completo
Não faz sentido não viver pela diversão
Seu cérebro fica esperto
Mas sua cabeça fica burra
Tanto para se fazer, tanto para se ver
Então qual é o problema em escolher o caminho difícil?
Você nunca vai saber se não for
Você nunca vai brilhar se não se iluminar
Numa relação onde adultos sabem que estão violando regras, não adianta erguer os punhos e cair em indisposição. Ora se usa de educação para se alcançar o quê deseja e dependendo do caso até a ironia fina. Deve-se evitar a objetividade para não provocar nenhum confronto campal.
As regras da vida consistem em buscar o que quer, perguntar se não souber e sempre dar um passo à frente.
Você não precisa ser especialista em coisa alguma para entender quais são as regras básicas numa guerra.
Se você quiser entender como funciona é usar a lógica de (1+1 = 2), ter um coração sensível e baixar gratuitamente e ler essas minhas recomendações de leitura:
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Convenção de Genebra
Estatuto de Roma
Se você ler com atenção vai compreender fácil e estará pronto para criticar bonito quem merece ser criticado.
Sentir o quanto é cruel
é um cessar-fogo
desrespeitado por quem deveria
ser fiel as regras do jogo,
Faz com que eu me decepcione
ainda mais com quem
tem o poder fazer e nada faz,
Assim escrevo cada letra
com cada lágrima que não jaz.
A aniquilação pessoal segue o rastro da tentativa de sobreviver no grupo social que dita as regras — uma morte simbólica do eu.
