Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
nas sombras a chuva que caie
rebento que chora em tuas vaidades,
escolhas mortas por vontades,
desejos que se esvaíra por querer
ainda assim quero mero destino.
entre tantos caminhos o seu prazer...
dizendo entre linhas e curvas
terminam em tuas cavas
como sonhos que desaguam em sombras
que te fazem gemer
entre abito de línguas e linguajares
o sopro que delimita o desejo,
sendo intenso mais e mais seu querer
mais fundo faz mais
tudo que se embriaga nos dito amor.
Assim como eu, a chuva vai em suas cantorias pelas estações do ano, interrogando a vida e a que viemos...
Noite fria com céu nublado,
À espera da chuva cair.
Sinto a brisa do meu lado.
Sinto por aqui o clima bom ir.
Estou ao seu lado aguardando o temporal,
As nuvens sobrecarregadas de água.
O portão coberto pela ferrugem,
Com calma aprecio o café matinal.
As folhas das árvores voam com o tempo.
Sou apreciado pelos seus sentimentos.
E, a chuva está caindo do lado de fora.
O cheiro da grama se espalha pelo local.
Pode ser que não há mais temporal.
O tempo ruim foi embora e o sol está lá fora.
Quando a chuva vem temos medos de se molhar, as vezes compensa deixar de lado o guarda chuva, sentir a chuva molhar, como se tivesse lavando a alma !!!
Enquanto esculto o som da chuva
procuro tentar dormir e viajar para um mundo onde minhas dores não existem.PauloRockCésar
Poeta é sol
chuva fina
feito pássaro canta
versos e campinas
poeta é flor de cheiro
canta o verde
canta o mar
é prosa
rimas !
E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma
E ao repousar a cabeça no travesseiro, e ao fechar os olhos ela ouvia a chuva, os trovões, o sopro do vento e a montanha desabar, ouvia pedra por pedra descer e cair ao seu lado, sem que a atingisse...
Respirava ofegante, pairava, abria os olhos e dizia: é só um sonho! Antes fosse, mas os barulhos voltam, os sons não param, as pedras caem cada vez mais perto... Antes fosse um sonho, mas esse dejavu ja não tem fim
A chuva rasurou o destinatário,e o remetente, a carta jamais chegou, mas nenhum dos dois soube disso.
Só um dos dois chorou sem a resposta.
Na vidraça embaçada, em dia de chuva.
Dia de chuva intensa. Acordei cedo, como sempre, preparei o café. O pessoal aqui saiu cedo para o trabalho, meu expediente é a tarde. Aproveito para um momento de oração. Em tudo demos graças! Que delícia ficar a olhar pela janela de vidro quando chove. A chuva embaça a vidraça, mas clareia as ideias. Vem as lembranças, nos faz refletir, nos trazem nostalgia, saudades. Em casa seguro, enquanto a chuva cai, Deus vai lavando nosso coração, e despertando o espírito fraterno, bondoso, que nos faz lembrar dos que não tem casa, moradores de rua, e os que até as tinham, mas o temporal desabrigou. Meu Deus, quanta gente perdeu tudo o que tinha com esse temporal.
Na solidão e no silencio da manhã cinzenta, não escuto pássaros, nem os vejo entrar pela janela como sempre fazem aqui. Os cães não ladram, nem ousam sair para virar latas e cheirar os postes. Nem vizinha nem galo quer cantar, ninguém telefona. Não ouço a vibração, nem o choro das crianças, pela vidraça embaçada, não as vejo na rua. Ligo a TV, percorro os canais e vejo os lamentos: “Choveu nesses dias o que seria para o mês. Os noticiários dão ênfase e parecem competir entre si quem reporta melhor as tragédias. Ruas alagadas, carros com defeitos, muros e casas desabaram. Na TV e na Internet, assunto de chuva só não supera o transbordar de denúncias de corrupção e o jorrar contínuo de desvio de dinheiro público, que se repetem todos os dias.
Minha paciência também transbordou. Volto para minha janela embaçada. Destarte as tragédias e perdas, vejo como consolo e proveito os benefícios da chuva: ela lubrifica a engrenagem da produção da natureza, rega a terra seca para receber a semente, que doravante nos será por mantimento. Reabastece os reservatórios esgotados pelo consumo e desperdício nos dias secos, recupera os lençóis freáticos, renova os rios e nascentes.
Deixo a vidraça embaçada para sair. Bem agasalhado saio me abrigando até o meu destino, para voltar a noite debaixo de chuva. Logo nesse dia, o carro também foi se abrigar numa oficina mecânica.
Parece um trocadilho, mas nos dias de chuvas prefiro as noites. Bom para ouvir a melodia dos telhados, da agua escorrendo e dormir profundamente. Noite de chuvas é especial para um jantar. Me surpreende o meu apetite, mesmo tendo visitado sucessivamente e compulsivamente a geladeira de hora em hora. A mulher fez um saboroso jantar. Fim do dia de chuva, puxo a cortina vedando a vidraça embaçada. Agora são os olhos e a mente que começam a embaçar. Início do sono reparador. Não podemos reclamar e nem culpar ninguém pelas calamidades. Resta-nos pedir a Deus pelos que sofreram perdas, como também agradecer pela vida e pelos benefícios da chuva.
Joel N. Freire
É quando cai a chuva que enaltece o resplendedor do novo, lavando as incertezas limpando a frágil existência.
Deixando de novo tudo novo para recomeçar!
Pássaro formoso que cai do céu a rodopiar,
Suas Penas tocam as gotas de chuva com leveza,
Gotas cristalinas que refletem seu passado,
Misturadas em gotas carmesins que refletem seu futuro trágico,
E o fazem pensar em seu atual estado,
Que mesmo sendo uma formosura no mundo,
Ainda foi alvejado ao invés de ser preservado.
Dia de chuva muitos reclamam!
Muitos se sentem obrigados a irem trabalhar e murmuram...
Poucos agradecem...
Agora tem aqueles que além de agradecer,
vendem guarda-chuvas
Veio a chuva intermitente
Lavar o campo e cidade
fazer brotar a semente
trazendo a prosperidade
Manhã assim tão bonita
onde a chuva faz melodia
nenhum coração se agita
e ganha da vida mais um dia !
Pássaros alegres,
Cantam, sua alegria contagia
Será que chama a chuva?
Ora admiram a beleza do dia
A beleza da natureza, da vida.
Pouco valorizado pelo humano.
De visões distorcidas.
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