Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Oração Pedindo Chuva:
"Pai Amado, Pai Querido, nós, humildes e vis mortais, vos pedimos por intermédio do Vosso Filho Nosso Senhor Jesus Cristo, sob a intercessão generosa de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do nosso Brasil, as chuvas necessárias e úteis para todo o nosso País, socorrendo os mais necessitados que tanto precisam deste líquido precioso para as suas sobrevivências e a de seus familiares, cujo bom uso nos comprometemos em fazê-lo para maior honra e glória do Vosso Santo Nome. Amém".
Façamos juntos esta humilde prece, com muita fé, esperança e amor, olhando para o céu, por várias vezes ao dia, observando sempre as nuvens escuras se formando, para que caiam as chuvas necessárias sobre a nossa Nação Brasileira, amenizando assim, o calor intenso e insuportável pelo qual estamos passando, alimentando a todos nós, os animais, a plantação e florestas em geral. Abraços fraternos.

"A chuva e os ventos são muito importantes, pois, sem eles, não teríamos os alimentos que comemos todos os dias.

Faço parte do grupo dessas Mulheres que ousam ser livres.
Que brincam na chuva.
Que abraçam árvores.
Que se conectam com a Natureza.
Faço parte dessas Mulheres que são chamadas de Bruxas por serem selvagens.

Hoje vejo a chuva em nostalgia
leve, devagar, lavando a terra
e trazendo nas gotas a poesia
que sempre ela nos oferece
Hoje, mas somente hoje,
parece que algo nela não é
e que sua melodia ate carece
daquela força e de fé...
O que acontece, não sei,
algo com ela se deu
parodiando o poeta, pensei,
ela mudou ou mudei eu?

Chuva, preciso de ti,
sou natureza, quase sequei,
até agora aos trancos, sobrevivi,
mas do amanhã já não sei...

Sabiam que já fui Deus? Na minha infância: sorria, corria na chuva, tomava banho de rio, brincava com os animais. Se isso não é ser Deus, não sei o que é ser um.

⁠Sou estrada, que viu o por do sol
Chuva que molhou o chão
Silencio que formou as horas
Advérbio de intensidade, ação!
*
Lembranças de vidas do solo
Ondas de nuvens pequenas
Átomos em forma visível
Ventos em cor de poemas
*
Sentimentos na porta do ser.
Incertezas em evolução
Pensamento inspirando trisílaba,
O insight trazendo emoção.

AMOR COMERCIAL:

É fria e úmida a chuva que cai
Madrugada adentro.
E eu a senti-la aqui sozinho
Encontro esse poema, meu alento,
Esse poema comercial... Ele versa o amor
Fala do amor? Ou de amor?
Ah! Quem falar do amor seria capaz?
Sobre a vidraça em brumas que nos separa
Eu posso exprimir seu rosto,
Meu sonho é comercial!...
Porque assim são iguais todos os textos,
Todas as cenas, e todos os temas,
De amor... São iguais.
Do amor que se expele que se explicita.
Eterno (...). Que como o ódio, e como a libido,
O homem prova para reprovar
E falar de amor é comercial.
Também é comercial,
A criatura que não é do criador.
Deveras minha poesia é comercial.

Dias de chuva nem sempre são tristes,
Algumas gotas,
Caem para revigorar.


Crescem de dentro para fora,
Expulsando tudo pelo caminho,
E mesmo assim,
A chuva cura.

Doce é a queda da chuva
Que ajuda a adormecer
À noite
Quando eu durmo
À noite na minha cama
Como eu amo
O som doce
Da chuva
É realmente lindo
Sim, a noite é longa
Foi feita assim
Para eu dormir à noite
Também não devo esquecer
Que a noite tem 24 horas
Eu só espero que
A chuva pare amanhã
E o arco-íris apareça no céu
E também que o arco-íris seja colorido
Fico feliz que o sol tenha saído
Esta manhã
Já está quente demais para mim
Eu preciso tirar minha camiseta
Do meu corpo
E pegar um pouco de sol
No meu peito
Sim, eu sou louco pelo sol
Sim, há muitas pessoas
Por onde eu caminho
E também está lotado
Eu odeio multidões
Com paixão
Todos são estranhos para mim também
Algumas pessoas têm aquele olhar
Que poderia matar
Outras têm um olhar cansado
Outras têm
Um sorriso de boas-vindas
Bonito e caloroso
Eu mesmo gosto disso
Preciso refrescar meu corpo
Tirei meus sapatos
E tirei meus shorts
E mantive a roupa íntima
Eu nadei por algumas horas
Foi muito refrescante
Agora finalmente saí da
Água

De vez em quando saio de pijama, ando descabelada,já engordei um bocado, tomei banho na chuva, gosto do som dos trovões,penso que é DEUS sendo um pouco autoritário com os seres humanos que jogam garrafas pets por ai, eu roo unha quando estou estressada, tomo água geladinha de madrugada, conto as estrelas, e só me movimento cedo se for a base de café! Amo chocolate sim! e se nove pessoas dizem que amam chocolate a décima mente. Então se isso são regras para viver o bem bom da vida então tô bem satisfeita !

A lágrima é chuva particular:
quando cai, ninguém vê o céu nublado…
mas por dentro já trovejou faz tempo.

Eis que a solidão se fazia imponente e não era mais que uma chuva silenciosa, que arrasta as folhas em suas enxurradas de galhos ressequidos a se perder na estrada. A solidão muito mais aprofunda nossas raízes no peito vívido da terra, em seu teto de atmosfera que cobrem todos os homens e suas fragilidades campestres. Minha honra é destrinchar o horizonte e recuperar o ontem que ainda se faz no agora. Ponho-me a comer amoras e desce de meus lábios líquidos roxos quase pretos. A amora traz em seu significante o amor que se demora. Bebo a água que me bebe e se esvai na estratosfera das mãos que buscam reconciliação, pois que é vã ceifar a terra de nossas colheitas e se dispersam os sonhos inocentes que se desmancham na terra vermelha. Somos fios de esplendor na imersão da cores em construção. A solidão se faz solitude na medida da incompletude de todos os pássaros que sobrevoam a cidade. E se faz rara a felicidade autêntica na boca ao mostrar os dentes. No tribunal as colinas tomam as decisões e são rigorosas todos os processos da alma em estágios avançados de se clamar ao sagrado a absolvição de nosso sangue irmão, que em longa contemplação se saceiam de nuvem na quietude da noite que chega discreta a escurecer a voz do trovão nos pés dos elementos encandeados. Os versos perscrutam a vida e suas partidas que mais se fazem comedidas a salvar a alegria dos dias. Eu volto minha face ao mar e me elevo em grandes ondas que se fazem inquietas. O amor no ar me ilumina e mais preservo a retina ao filtrar as palavras e deixá-las ensolaradas a raiar até mesmo na madrugada. O coração é o riso do campo se tanto mais encantos florescem no jardim das orquídeas em festa. Um mar de afeto nos trás para bem mais perto. E o poema se faz em versos de amor que floresceram na inesperada construção do agora. O amor se demora em brilhos da íris que finalmente encontra abrigo e somos fraternal amigo.

⁠Do Céu vem chuva e providências para o sábio,
mas o tolo confia em si e acaba se fadigando
antes do tempo. Todo desobediente fica doente,
mas o sábio confia plenamente em DEUS!

Mais perfeito que uma tarde de chuva,
é uma noite, uma madrugada e um dia todo,
ouvindo a voz de DEUS nos ouvidos,
do coração!

Oportunidades são como chuva: enquanto algumas pessoas abrem com o guarda-chuva outras o fecham e aproveitam pra lavar a alma.

⁠A chuva, em gotas transparentes, prepara a primavera colorida.
Assim são as coisas da vida.

Libertei meus sonhos que fizeram do tempo uma moldura na parede e toda vez que vem chuva e vento eles se transformam em pássaros.

Vem a chuva forte,
Molha a roupa do varal,
Livre a alma voa.


Lu Lena / 2026

Alma se solta
Sobre a grama molhada
Chuva lenta que cai

Lu Lena / 2026