Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
De que adianta lhe dizer quem sou se voçe irá me julgar de qualquer maneira? Apenas me aceite e aproveite o meu amor....
João e seu pai
Acho que não sei quem sou,
não sei fala minha biografia:
Pai, o que fez, vamos lá
tudo bem?
Não vamos nós matar,
não é um tempo perdido.
comigo ou apenas com o
resto do mundo..!
Acho que não esqueço de ter
medo, não sei porque ser uma sombra!!
Uma armadilha, obrigada.
Você ão conhece meu pai e suas
palavras intensa-mordasis,
nunca é facíl de entender
não tenho ninguém, é preciso amar!
Quem sou
Tem horas que sou um doce…
Noutras horas, sou um charme…
Posso ser muito sedutora…
Em alguns momentos, sou levada da breca…
Noutros sou desligada…
Passo por séria…
Posso até ser malvada e feia…
Em alguns acontecimentos…
Mas, sou acima de tudo…
Mulher e menina…
E a mistura disso é o que me faz ser quem sou…
Se me perguntarem quem sou, minha resposta será, q não sei!
Se me chamarem de insensato, direi que minha insensatez foi tanta,a ponto de chamar-lhes a atenção.
se me perguntarem sobre o futuro, direi que espero que demore. Futuro vem com o tempo, e com tempo vem a velhice.
Se disserem que me entendem, ficarei abismado. Nas quero ser entendido, o que quero e ser amado1
"Quem sou"
(Marcus Demétrios)
"Nenhuma antipatia pessoal,por sectarismo ou vassalagem,será capaz de apagar do meu escopo o estilo marcante de provocar o amor e o ódio e fazê-los sangrar.Pode não ser a melhor ou a pior das qualidades,mas é,certamente,um traço da minha personalidade que a ninguém é dado desconhecer.Personalidade forte na plenitude da expressão,nada me falta:nem os grandes pecados que os meus inimigos derramam sobre os meus ombros,nem as grandes virtudes com que os que me amam(e me suportam) alinham o manto com que me vestem.Por isso,pelas contradições,me é tão legitimo o rótulo,por mais que os rejeitem,de humano.Não tenho mais pecado do que me atiram pedras,e a esses eu chamo de levantadores de infámias,nem menos virtudes dos que me afagam,e por isso me dou por inteiro a esses.Quem em mim atiraria a primeira pedra?Os desafetos que ontem faziam juras de amor eterno e cantavam minhas virtudes?Ou os amigos de hoje que em outroras assacavam contra mim todas as leviandades.Eu mudei muitas vezes.Os outros também.Todos nós mudamos várias vezes quando as circunstâncias impõem a urgência do fascinío do renascimento.Sou humano porque forjado no calor subidas e descidas impostas pela vida,sou amado e odiado a cada dia e a cada nova curva.Porque aprendi com a vida os ardis e a frieza de engendrá-la sem medo.Sou o espelho que alguns teimam em não enxergar.Ora se o amor e o ódio são eternos e o ódio é um amor enlouquecido,e mesmo que todos se perguntem até hoje-Quem é Marcus Demétrios?-os respondo que sou um ser humano.E é preciso ver os humanos como são.Sem maquiá-los de anjos ou demônios com o verniz vivo da admiração ou a tinta morta do desprezo.O humano não tem disfarces.Sou feito de ousadia e me entrego sem máscaras aos carinhos dos que me admiram ou ás garras dos arbutres.Tudo em mim é um destino."
Natal,04 de abril de 2010.
- Me escuta, não fala nada, é, sou quem você tá pensando que seja, mas por favor, quieto, só me escuta.
- Tudo bem, eu estou ouvindo - E o menino disse.
- Você não sabe, mas mal eu uso deliniador, lápis de olho e maquiagem, pelo simples fato que eu sei que por tudo que você for falar vai me dar vontade de chorar, eu sei que depois disso, você nunca mais vai querer olhar, falar, ou qualquer coisa em relação que tenha eu no meio. Mas por que? por que você quer que eu te esqueça? por que justo eu? peça para quem você quiser, mas não pra mim, por favor - e a menina já estava com voz de choro - E eu que sempre quis você por perto, quis sempre saber o que levava a sua vida, qual fim você queria. E você, você o que fazia? um nada, isso acho que é mais do que um nada, e eu sei que você tá pensando que eu já estou com vontade de falar e estou mesmo, mas mesmo assim, continuarei, mesmo você querendo ou não...
- Espera, deixa eu falar?
- Não, EU te liguei, eu tenho que falar, me ouve, deixa eu terminar. E sabe por que eu tô fazendo isso? Por que eu te aviso, por gostar de você, se você quiser, eu te deixo em paz, deixo e te esqueço, como sempre fiz e como eu sempre vou fazer.
- Não... por favor - a voz do menino parecia fraca -
- Por favor você, me desculpa, e isso não é uma despedida, eu gosto realmente de você, e se continuar do jeito que está, eu não irei fazer nada, afinal, o que eu posso fazer?
Não sou quem você pensa que sou, nem tão pouco aquilo que gostaria de ser, mas vivo sendo o que Deus quer que eu seja.
Já não sei quem sou mais
Perdi meu coração e alma
Em algum lugar dentro de ti
Peço que não os devolva
Pois em você andam vivos
E em mim jazem mortos
Estandartes da dor e beleza humana
Em sempre diversa dualidade
Me fazem chorar com palavras
Poemas de dor
Poemas de amor
Cujo tema constante
É aquela que roubou minha calma
Meu coração e alma
Que une sonhos com realidade
Em cada traço de seu corpo
em cada trecho de sua história
E como um beija flor
Todo dia tomo do teu mel
Que corta,fura e dilacera
Como uma seta
me fazendo menos humano
e mais poeta...
Quem sou?
Sou além do uma foto estampada aqui!
Ou palavras escritas por mim!
Não sou uma obra perfeita
Nenhuma perfeição em mim há!
Mais sou feita pelas mãos do mestre
Que esta a mim moldar
Sou o barro amassado
De coração quebrantado!
Em busca do meu lugar.
Sou mais que aparência
Imagem exterior
Quem sou?
Sou feita de sonhos
Com pinceladas de esperança
e com detalhes de emoções.
Quando nascemos não sabemos quem é nosso pai, o primeiro que diz "Filho, sou seu pai!", nós represamos pro resto da vida.
Um pai não pede pra um amigo dizer ao filho dele que é o pai dele. Se Deus existisse nasceríamos sabendo que ele o existe viria de dentro pra fora e não de fora pra dentro.
Sou-me ao passo que consigo ser também a quem o outro me é. Afora isso, sou o mesmo, mas um ser em solidão.
Assim sou
Nasci para ser flor, espinho ou relva;
Quem sabe cactus?
Do sertão o verde; do mato a cor.
Não sei, não sei se sou da rosa o rubro;
Da vida a cor, nasci; assim sou.
Do mar, a concha; da vida, o amor.
... O riso...
Quem sabe a dor?
Não sei, assim nasci.
A estrada longe...
O amor, o desamor.
Assim nasci, assim sou.
A flor do campo; da brisa, o orvalho
A noite; o dia.
A luz, não sei.
Assim sou.
A mata; a duna; o perto; o longe;
O silêncio; o canto;
O barco; a vela; a saudade
Ou a felicidade?
Não sei, assim sou.
O silêncio; o riso;
O Sol; o fim da tarde;
O olhar que partiu; que ficou;
A onda do mar;
O barco que surge; a felicidade;
O pescador; A areia;
O ficar; o verso e o inverso;
O que nem sei dizer se sou;
Assim... sou!
(Ednar Andrade).
Não sei por onde ando
quem sou o que faço
a minha vida é um comando
que alguém controlou passo
os dias a pensar amanha será igual
mais um desgosto
e acordo para me sentir mal
prefiro ficar com olhos fechados
para quando viver a rotina não imitar os errados
falhados porque querem
o meu respeito não merecem
mesmo que se Desculpem
Eu Tenho De Sempre De Pensar
Pensar e Pensar
Porque Só Assim Sei Que Não Vou Errar!!!
Não sei por onde ando
quem sou o que faço
a minha vida é um comando
que alguém controlou passo
os dias a pensar amanha será igual
mais um desgosto
e acordo para me sentir mal
prefiro ficar com olhos fechados
para quando viver a rotina não imitar os errados
falhados porque querem
o meu respeito não merecem
memo que se Desculpem
Eu Tenho De Sempre De Pensar
Pensar Pensar e Pensar
Porque Só Assim Sei Que Não Vou Errar
Há quem diga que sou bobo, por já ter sido passado para trás diversas vezes.
Sou bobo, inocente, pois minha moral é idônea, e não enxerga o mau por não praticá-lo e não conhecer suas faces.
E até que eu descubra uma forma de me tornar mais esperto sem precisar praticar o mau, sentirei-me mais feliz sendo bobo.
Sentir. E ser. Isso me basta.
Não me pergunte quem sou. Não me dêem a difícil tarefa de me descrever, não sei se encontraria em meu vasto vocabulário palavras para definir o que sou.
Na realidade desconheço.
Eu não quero me entender, não pretendo me decifrar.
Perderia toda a graça de me ser.
O que me encanta em não saber quem sou é o mistério. Me excita a quase descoberta da matéria que me constitui. O prazer de desbravar cada pedaço de vida espalhado pelo tempo. Tentar juntar os cacos do que sou.
Gosto de me encontrar no oco de mim, de sentir o sabor desconhecido das minhas sensações. Como provar um fruto até então desconhecido. Descobri o doce e o amargo que existe no meu eu mais profundo. Experimentar ser o que sou. O que não sei se sou.
Sinto o êxtase quando caio no vazio de mim mesma e chego ao âmago do meu ser. Chego a essência. Mas não decifro a matéria. Não vejo.
Apenas sinto o que sou, mas a descoberta cai no largo do esquecimento quando retorno ao meu extrínseco. Quando me perco novamente.
Sou só mistério, matéria oculta e incompreesível a mim mesma.
Se ousasse me revelar talvez deixasse, eu, de existir. Não quero conhecer.
Quero apenas sentir. E ser.
É vasto. E me basta.
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