Quem Finge Odiar Só pode Amar
Descontruí ruídos,
Para enlatar
Eloquentes mistérios,
no mundo movido pelo amor,
pelo ódio
ou pelas controvérsias.
Carmen Eugenio
Precisamos mais que nunca fazer uma corrente de fé e amor para vencer o ódio, o rancor, a ganância e a ignorância que tomou conta do nosso planeta, e está nos destruindo, não é o vírus que está matando, somos nós que estamos contaminados pela nossa própria sugeira. Precisamos reverter o quanto antes, este momento de impureza espiritual e material, precisamos orar e praticar a Caridade e o amor ao próximo.
Ja dizia o Mestre, fora da Caridade não há Salvação.
Que a paz esteja com todos vocês.
Quando o homem supera o ódio e espalha o amor, automaticamente ele prova ao mundo a sua essência natural.
Em meio às sombras que dançam ao redor, o amor e o ódio travam uma batalha épica, como dois titãs colidindo em um campo de guerra. O amor, com sua aura radiante e gentil, tenta erguer-se acima das trevas, enquanto o ódio, com suas garras afiadas e olhos flamejantes, busca consumir tudo em seu caminho.
É uma luta que ecoa pelos recantos mais profundos da alma humana, onde as linhas entre o bem e o mal se tornam borradas e distorcidas. O amor clama por compaixão, perdão e redenção, enquanto o ódio sussurra palavras de vingança, crueldade e destruição.
Em cada coração humano, essas forças opostas se entrelaçam em uma dança perigosa, onde a linha que separa a paixão do desespero é tênue e frágil. Às vezes, o amor prevalece, iluminando o caminho com sua luz radiante e calor reconfortante. Mas outras vezes, é o ódio que triunfa, deixando para trás um rastro de ruína e desespero.
É uma batalha que se desenrola em silêncio, nas profundezas da mente e do coração, mas cujas consequências são profundamente sentidas em cada fibra do ser. Pois, onde há amor, também há ódio, e onde há ódio, também há amor, entrelaçados em uma dança eterna de dualidade e contraste.
E assim, a humanidade continua sua jornada através dos séculos, em busca do equilíbrio delicado entre o amor e o ódio, entre a luz e as trevas, sabendo que, no final, é a escolha entre essas forças que moldará o destino de todos.
É melhor a paz, doque a guerra.
Melhor dizendo: Bemmelhor.
Combater ódio, com amor.
A derrota, do ódio.
O amor, permanece eternamente.
Fazer, alguma coisa.
Não ser inútil.
Se fizer com ódio,
dá tudo errado.
Se fizer com amor,
dá tudo certo.
(...)Em que lugar você habita, na perfeição harmônica do amor ou na imperfeição do ódio e do egoismo? A resposta será pessoal, mas o resultado é natural, simples e irrefutável: Inferno ou paraíso.(...)
O amor fraternal não dá corda ao ódio, à amargura e muito menos ao ressentimento entre irmãos, porque o que é cordial vem do coração de Deus.
Declaro amor à minha esposa de diversas formas: uma delas é lançando longe de mim o ódio pelo seus erros.
Sentimentos nobres de amor neutralizam células adormecidas no ódio e mortificam pensamentos negativos.
Com fé no coração do cristão são depositados paz e amor; sem fé, nele são acumulados ódio e raiva para saírem contendas e confusões.
Tenho visto ódio e inveja no coração de muitos que dizem professar a fé do Amor. O pior é que o ódio e a inveja que alguns carregam não são contra o pecado, mas sim contra os próprios irmãos na fé. É vergonhoso dizer que amam a Deus e, ao mesmo tempo, assassinarem seus próprios irmãos no coração.
"O homem morre e com ele seu coração de amor ou ódio. Mas nada é realmente eterno. Nem o amor, nem o ódio, nem o homem"
