Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Eu te espero até o dia clarear,
até a aurora aparecer;
Eu te espero até você conseguir amar,
até a felicidade nos completar;
Eu te espero até meu sonho acabar,
até a hora de despertar;
Eu te espero
AO OCASO À AURORA
Num abstrato sol que eu estranho
Reside a luz que emana de ti
E que me absorto por jatos de cores
Na temperatura dos teus olhos
Que se deslumbram.
Os homens preferem as noites densas
Por sobre a lua
E elas não são deles
Nem queima
Nem se origina de uma força eletromotriz
A luz avermelhada do sol
Destaca o fogo das caatingas
O maldizer de quem se amedronta e conta as horas
Face da lua toda branca e reticente
Em fases se distrai e passa
Do horizonte dividido em pedaços de estrada.
O sol tem uma estação na mesma posição
E como a velha locomotiva
Não se cansa e precisa de mais gravetos
E quem lhe alimente em sua fome voraz.
A lua renasce em partes por vezes se arremete
À terra por discos voadores.
E nós voamos também além horizontes
No dia pela amarelidão da luz
À noite pelo foco brando do luar.
Eu que sempre quis viajar esse país com meu caminhão, hoje só quero ficar em Aurora, aonde você mora.
Eu que sempre quis a liberdade, hoje só quero me prender a você.
Eu que sempre quis conquistar as estradas, hoje só desejo conquistar seu coração.
Eu que sempre desejei viver, hoje só quero morrer.
Morrer ao invés de viver sem você.
Eu descobri que posso ser como o sol que se esconde por alguns instantes, mas no romper da aurora vem brilhando como nunca.
Eu, Mariô.
Tu, Mariás.
Ela, Maria.
Maria amanhece aurora
Eduarda vence outrora
Filha do sol
Cria da luz
O canto do rouxinol
Pequena que me seduz
Maria desabrocha uma flor
Eduarda enobrece o amor
Oriunda do ventre materno
Respiro de uma oração
Criança do riso fraterno
Que fez casa no meu coração.
A aurora de um novo dia
Vejo o horizonte azul
E a mão Deus a me guiar, eu sei
Eu ando de norte a sul o seu
Nome a exaltar, eu sempre hei
Jamais se desespere, em meio,
As mais sombrias aflições da vida,
Pois das nuvens mais enegrecida
Surge a água límpida e fecunda
Mesmo as noites totalmente
Sem estrelas podem anunciar
A aurora de um grande dia
Olhe então o céu para vê-las brilhar
Enquanto a via láctea as recria
E o poder de Deus
Vai transformar o seu ser.
Poema: "Aurora"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
eu até que tentei,
apegado na esperança de retomar,
fazer tudo ser como era antes,
mas eu sabia que iria falhar, mas mesmo assim tentei,
disse tudo que eu sentia,
disse tudo que temia,
os pesadelos em que eu vi
tudo que iria acontecer,
o monstro debaixo da cama é tão real,
e ele me impede de gritar,
ansioso sempre pelo que está por vir,
mas o que está por vir senão viver sem você aqui?
vazio ou inundação,
estou perdido, e as estrelas não mostram direção
não há mais salvação,
me afogo no sangue dos cortes,
sem poder negar, gritar: "não!"
Eu aurora era vivo
E neste ciclo onde fui colocado sem consulta me fiz Prisioneiro de disas e noites enquanto aqui vivi caminhei sobre o mesmo chão que me consumiu
Depois que parte sem adeus deste lugar estranho que nunca foi meu e o fiz ficou para aqueles que acreditam como eu acreditei que nunca passarão pobres somos homens e mulheres iludidos que pertencem a este lugar que chamam de mundo no fim somos adubo para o solo deste mundo que outrora caminhamos no fim seremos todos pó poeira que se espalha com o vento...
sou eu magistral semente da aurora dormente das desoras, fui até o ímpeto sentido de não nos vermos que o aconselhais em indomada exatidão um desejo inconteste que vinha a suprir a honestidade e a honradez. hoje sou o sepulto ofício das oliveiras ao germinarem na terra molhada por um riacho no centro norte equatorial do sudoeste espaço pelas linhas planificadas do sentir, do ser e do estar. a quintessencia do amago é o numero setorial do lume vivifico em nós. a força que conduz ao dia eterno, há beleza entre flores, há flores sem a beleza de um luar mortificado no olhar e no silencio de nós dois quando tu pensavas em amar e eu de um ouvi falar que eras imortal.
DORAÇÃO
Demétrio Sena - Magé
Eu adoro a Dora;
mas também adoro Aurora,
da aurora ao pôr do sol...
A Patrícia e a estrangeira,
a Vera e a de brincadeira...
a Bárbara, a carinhosa,
também Ágata e a Ema,
a Clara e também a Gema,
tanto a Lua quanto a Stella...
Eu adoro a Dora;
mas também adoro a Flora,
A Maria, todas elas...
as Lindalvas, as Lisbelas,
as perfeitamente Normas...
Amo Cândida, Malvina,
Bianca, Preta e Morena,
hei de a Mara eternamente,
cada Diva em sua eira...
Eu adoro a Dora,
qual "teadora, Teodora",
o nosso amado Bandeira.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Era o meu sonho o céu estava lindo, colorido com a aurora boreal a brisa era boa e eu sentia o calor do clima que aquecia o meu corpo.
Eu andava pelo caminho, e observava tudo ao meu redor, me senti menina. A cada descoberta eu me delumbrava, minha curiosidade era aguçada e eu sorria, vibrava... Era um sonho meio bobo, meio louco, sorrindo eu me perguntava como havia chego tão longe e tão rápido.
Subitamente me acordei ainda era madrugada, o céu estava negro, as ruas cinzas e muito pouco iluminadas. Nada mais tinha cor, a brisa transformara-se em um vento frio e intenso que rasgava a minha pele.
A janela do meu quarto batia, fazendo um barulho irritante, enlouquecedor anunciando que a tempestade novamente chegará. E em um gesto de proteção e medo eu precisei fechá-la.
MULHER
Eu te quero tanto agora
Como a aurora de ontem e anteontem,
Como a chuva de todos os invernos
Que alimenta o nordeste
Eu te quero como a tarde
Que arde de desejo
Sob o sol da primavera
Que as papoulas enrubesce
Eu te quero como as noites
Que alimentam os amante
Como as mães que seus filhos amamentam
Que amam seus maridos
E satisfazem seus homens
E se consomem nos partos
E morrem com seus abortos
Eu te quero como a vida
Que sai de suas entranhas
E sustenta a existencia da humanidade
Nesse ciclo que se renova
No teu beijo e abraço
Nessa essência de se dar e se fazer
MULHER
O Jacarandá-rosa floresceu,
a aurora matutina o celebra
da mesma maneira que eu
desejo viver para ser a sua festa.
A aurora vespertina beija
as flores do Jacarandá-rosa,
Sou eu o seu porto de paz
e não há nada que te distraia
para do nosso destino jamais,
Em ti não apenas fiz uma casa,
e sim estabeleci amorosa Pátria.
A aurora matutina brinca
no Hemisfério Celestial Sul,
E eu escrevo sobre o nosso
destino sob a total benção
floral do Jacarandá-da-Bahia,
Se isso não é poesia,
não sei mais o quê é na vida.
A aurora vespertina
beija a sublime Tapirica
do meu destino,
Você sabe que eu
quero você aqui comigo.
Quando a aurora vespertina
cruzar com as Três-marias
em floração estarei eu
esperando a inspiração
potente para escrever
aquilo que irá tocar
um coração com amor,
carinho e total devoção.
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