Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana
A gente se beijou e foi como se nunca houvéssemos nos separado. Tudo nele era natural. Era meu. Era nosso. E ele me fazia rir, como sempre. Quando voltávamos eu admiti que sentia ciúmes as vezes e ele se surpreendeu, eu achei graça. Porque esse lance de amor ter início, meio e fim, só fica bonito quando o Fábio Jr. canta
A gente se pega deixando aquela lágrima, teimosa que só ela, escorrer. E ela desliza às vezes sem nenhuma grande razão aparente, mas por todas as pequenas razões que aparecem, dia após dia, das profundezas das nossas desilusões e tristezas ou da superfície das nossas conquistas e alegrias. Ela passa pelo rosto, faceira e desobediente ou apenas amiga, tentando escapar fielmente só para alivar o far...do e a pressão do abrigo onde se achava.
Ela, que em medidas dosadas é sempre necessária e conveniente, mesmo que no pensamento, dispensável. E, mesmo que passemos o dia inteiro fortes como rocha, duros na queda como todo mundo se mostra ou tenta, batalhando bravamente, lá estamos nós, no fim da noite, felizmente rendidos a ela, frágeis mas com jeito de quem é vitorioso por ter na cabeça, além das preocupações do ser humano, tão humano, a famosa sensação da missão cumprida, mesmo que isso tudo se misture com uma nítida impressão que a nossa pilha diária acabou e é nessa hora, então, que entendemos que mesmo que esta seja símbolo universal de tristeza, assume, bravamente e com igual excelência, o papel de guerreira de uma fortaleza, reestruturando, refazendo e limpando a bagunça, sempre que a vida pede. E, assim, ela se faz tão protagonista nas vidas como o mais belo dos sorrisos, mesmo que muitas vezes também, antagonista, fazendo a sua presença em muitas cenas ser completamente normal e realmente, é, discreta e ou escandolamente.
E, vez ou outra, eu me rendo, sem medo e certa de que, do jeito certo, nada ela tem a ver com fraqueza, mas com a condição de ser humano, feliz e muito forte que sou, embora ali, frágil, porque mais feliz e forte, ainda, saio e cada vez mais refeita, serena e pronta, pois nela, a única dose exagerada é uma grande e incalculável pitada de Fé.
Inventa.
Tanta coisa a gente inventa.
Inventa amor, inventa dor, inventa história.
Inventa briga, motivo e discórdia.
Inventa conversa, assunto e glória.
Inventa estação, vagão e coloca uma flor no chão.
Inventa mar, onda e Iemanjá.
Inventa vilão, novela e mocinho.
Inventa festa, casamento e docinho.
Inventa música, ritmo e banda.
Inventa carnaval, folia e dança.
B.
A gente é um,e cada um não tem outro igual.. Somos todos irmãos,mas cada um com suas qualidades,defeitos e diferenças.. Perfeito mesmo é só Deus, nosso pai e criador.
O que me deixa mais triste é saber que a Ilusão faz com que muita gente deixe de lado uma coisa linda que deus deixou na terra chamado Amor.
"O pior é que a gente vai se acostumando. Assim como nos acostumamos com a criminalidade na rua, também acostumamos com a indiferença."
E no meio de tanta gente eu nunca vou entender porque eu escolhi você. O mais confuso, mais problemático, mais mulherengo, mais doce, mais gentil e mais mentiroso. Talvez seja isso, talvez eu goste do impossível , do que eu não posso ter. Talvez eu goste de sofrer. E talvez eu goste de lutar.
A gente acreditava que um dia poderíamos alcançar as estrelas, que um dia poderíamos voar sem asas… Como eramos tolos… A gente acreditava no amor…
A gente passa a vida achando que precisa de uma pessoa específica para ser feliz, mas com o amadurecimento das ideias, percebemos que tudo depende de como a gente vê as coisas. Felicidade tem a ver com inteligência também.
O amor é a base de tudo e com amor se consegue tudo. Um tudo que nasce de um amor e a gente todos os dias vivemos um romance particular com nós mesmo. O que seria de mim sem amor aqui dentro? Porque aqui dentro é um lugar muito pouco povoado e acho melhor assim, que seja sempre assim. Pergunte-me a definição de amor e eu te pergunto se tu conhece Deus.
Hoje aprendi uma coisa que vou levar pro resto da vida, a gente tenta dar o melhor de si em tudo, faz as coisas por amor por vocação, e muitos tem inveja acham que a gente quer APARECER mais que os outros, tentam colocar a gente para baixo, falam mal, diz até que não somos capazes, pode até ser que um dia eu não consiga, só não vou ficar parada invejando meu próximo. Só em tentar tenho certeza que já sou uma vitoriosa.
Diz-me com quem andas e eu te direi como podes morrer!
É bem verdade que a gente pode dormir e nunca mais acordar. Para morrer basta estar vivo.
Mas ser político na nossa cidade é mais profissão de risco do que de fé.
Para alguns o bem mais importante é a vida e para outros a morte tem se tornado algo corriqueiro e banal.
Dizem que o destino é imutável, mas as nossas escolhas podem facilitar ou dificultar o acaso.
A violência está intimamente ligada à falta de educação, de saúde, de justiça, de emprego, enfim, de uma vida digna que deveria ser proporcionada pelos governantes.
A impunidade é fator preponderante na escalada dos índices de violência.
Falta o sentimento de medo da punição nessa nossa terra onde se fazem leis para diminuir as penas, por falta de lugar para colocar os bandidos.
Tudo o que se poderia escrever e ler já foi exaustivamente dito e só quando a morte e a dor chegam bem próximo de nós é que a exata dimensão do problema mostra a suas reais proporções.
Matam-se pais, matam-se filhos, matam-se amigos e os políticos se matam.
A guerra das quadrilhas desce os morros, toma conta das cidades e agora veraneia na nossa praia.
Os recentes fatos, que levaram à morte pelo menos quatro políticos, mostra quão perigoso se tornou estar entre uma categoria que está longe de ter monges e santos.
Deveria ser preciso ter mais do que ficha limpa para ser político.
Onde há fumaça quase sempre há fogo. Ou já houve algum incêndio ou existe grande possibilidade de fortes labaredas no rescaldo.
Não vamos ser falsos como os próprios políticos corruptos, achando que a fatalidade apaga os vícios e os defeitos de qualquer ser humano.
Odiado por muitos, ninguém pode, de ontem para hoje ser transformado em inocente, mártir ou exemplo de homem.
Matam sim e é uma guerra suja de quadrilhas pela repartição do roubo e pelo silêncio, que deve ser mantido em nome da impunidade dos demais parceiros.
Não sejamos falsos. Quem foi morto não foi o pai de família, o marido exemplar nem o filho amoroso.
Quem morreu foi o bandido.
