Profundo
Sol
Sol de um dia lindo, luz clara
e forte de um amor profundo.
Sonho feito mulher, nuvem
calma que pela minha vida passa,
como um voo de borboletas, de
asas leves e suaves.
Deito e a mim vens, com o brilho
de uma luz tênue e suave.
Ai me tomas, me enlevas,
teu carinho ao céu me conduz
Viajo entre nuvens, na busca desse
amor, que a mim seduz.
Olhar sempre firme, pensamentos que não se pode descrever seu coração é profundo um oceano infinito de pensamentos jamais descobertos e que caibam no imaginário de um homem, Deus há de entender ele conhece à todos, cada detalhe, mas confesso que queria pode mergulhar e desvendar seus pensamentos mais profundos.(mulheres)
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Não era nada fora do comum, era sim algo profundo e assustador acontecia naquele instante mágico... os sentimentos confusos, uma ansiedade, estranha que não fazia o menor sentido e não faria... e não fez.
Todo o tempo um pensamento estranho, um anúncio de que acontecia algo especial era como um conto de fadas uma história surreal, como um sonho, algo que te leva por diferentes caminhos em um curto espaço de tempo, que te transforma em vários personagens que conta a mesma fábula e passeia pelos cenários imaginários criados pela mente ansiosa de uma paixão sem medida.
que sentimento é este que te transforma? que te faz sorrir mesmo sem graça, que te faz chorar com uma dor que parece física, que te encanta, mesmo que no fundo se saiba que talvez aquele encanto pode ser um monstro disfarçado.
que raio de sentimento é este, que não traz razão alguma, que tira do chão quem sente, que faz voar mais alto, só para poder encontrar o motivo desta confusão, que raio de sentimento é este???????🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸🌸
🌸By Sonia Mara Lima
Talvez o problema na vida seja esse,
Sempre querer o muito de tudo
O intenso, o profundo
E se frustrar
Por ter somente uma pequena partícula
O vazio deixado por um amor é tão profundo, quem nem toda a bebida do mundo, seria o bastante para preencher ^^
Preciso me salvar
Sair dessa profundeza
E não tem como me ajudar
Sair desse lago profundo de tristeza
Para reviver, eu tenho que reagir
Oque só depende de mim
Tenho que ressurgir
Sobre felicidade:
Felicidade é se fazer largo e profundo nas disponibilidades do outro.
Felicidade é cultivar a benevolência com suas imperfeições.
Felicidade é movimento, é repouso é prosseguir.
Felicidade é viver.
abandonei todas palavras
olhe tudo que deixei,
sinta as horas marcadas,
no profundo momento,
tudo seja mesmas sensações,
por cada desejo seja puro,
no teus lábios...
o perfume doce como veneno,
deixa o gosto dos últimos
desejo seria seus beijos,
tudo valeria apena,
mais nada seria final,
mais lindo dessa vida,
todos meus desejos estaria
no teu beijo...
por celso roberto nadilo
Quando o amor lhe surgir forte e armado, renda-se. Se ele lhe parecer um rio profundo, ainda que desconhecido, mergulhe. Diante de qualquer uma das situações não se preocupe se você vai morrer por ele ou não. Basta apenas se entregar e também não se preocupar em entende-lo. Se ele for verdadeiro, intencional e cheio de razão, ele vai ultrapassar as barreiras de qualquer perigo e de qualquer entendimento.
IMPIEDOSO:
A serenidade no olhar profundo ao horizonte
Diz-se da certeza ao incerto...
Que nos rouba à calma
A fé e o afeto
Num futuro sem nexo
Que macula a alma
Tudo que tínhamos que éramos
E nos fazia bem viver
Impiedosamente se vão
Sem deixar razão
Sem nos oferecer defesa
Por quê?
Será felicidade?
Viver infeliz num mundo “Feliz”
Ou seria mais prudente, coerente
Vencer e fazer crescer
O sonho de viver
Pra nunca, nunca mais esse monstro nefasto
Nos fazer sofrer.
Tenho profundo desprezo por gente oportunista mas ás vezes, quando eu estou de bom humor eu oro por elas, para que tenham a oportunidade de conhecerem a Deus até mesmo quando se dizem cristãs.
“Aquelas palavras vieram como um golpe profundo e fatal dentro de mim, que me fizeram sangrar, e ainda fazem. Mas eu respirei fundo, fingi que não havia machucado, e sorri… Sorri para a dor.”
anjo caído possuído
pelos desejo emergentes...
tais fogo que consome alma...
depravados, profundos,
nessa existência,
partido por ter um sentimento,
poucos detalhes deixados...
por criadores...
de seus próprios sentimentos...
vaidades, em poço de luxurias...
soberanetes a mentes se perdem,
em dores e prazeres...
exposto na carne crua...
em todos possíveis...
largado tão perdido.
almas que bela criação...
floras pelos dignos...
ador pálido anjo...
assim tão perdido...
seja por um sentimento partido.
por celso roberto nadilo
minha vida é jogo profundo
que percorre o fundo do destino,
prospero sentimento enterrado numa montanha,
sensatos desejos emboras sejam calados,
por assim dizer,
ate final dessa vida em qualquer proposito
tenha sido como deveria ser...
sem muitos pores detalhes,
alem do direito de ser que se foi...
um espetáculo para poucos telespectadores...
tanto deixei der ser por ser que sou,
diante eles tudo pode ser dito meramente pensado,
nunca será dito ou desejado...
apenas se foi o dito passado...
tento diz ou extremo do pensar...
tantas borbulhas...tudo por fim nada fora dito,
tudo tomou suas próprias formas...
não dou mar de palavras mais,
não sou mesmo tens mesmos dons,
não devoro teus desejos ou pensamentos...
apenas os deixei serem levados pelo vento,
que passou me levou a lugares que nunca imaginei,
mesmo assim compreendi que foi o certo,
como pensei destino esta certo não deve ser mudado,
nem mesmo a continuidade deve ser mudada...
somos donos do direito ou torto ou do errado,
sempre tenho olhado para onde vou aonde passei,
nunca quem deixei pois vento leva ate essas lembranças,
pois fanático termo orbitante no qual se foi,
passado tido pro dito assim como se diz,
deixei a matriz do silencio ser condizente...
ao caos da minha mente no extremo tem suas
conclusões deixei ir sem dizer adeus,
aos males da alma compreender é fato perdido,
bem pouco digo apenas vejo e sinto...
lentamente os sentido tomaram forma,
trancados nos degraus de palavras,
orbitas tremulas ate passiveis de entender,
não que dizer em lamentar apenas deixar,
próxima tendencia talvez seja real face
diria todas formas se tornam reais quando
apenas olhamos de longe toma outra forma,
como um espelho sem face no expurgo da alma,
tudo bonito brilhante desejado mais apenas...
o expurgo abandonado aos pés do triste amargo,
remanescente vem complacente por apenas argumentos,
espalhados por desejos então olho tudo bem de longe,
caminho com meus pesares no profundo dos pensamentos,
de tudo lhe digo obscuro das pessoas é absurdo...
obtido pelo desdenho aflorado mais claro,
em vão de obsceno da mente são paralelas obscuras,
do certo a relatividade selada em atos...
o estranho estar no meio de tudo ainda assim...
pelejo o tramite da mente obtenho o relativo,
bem para todo mal abster tentar compreender,
que se passou nunca importou mesmo...
dai vi ver não bastante falar nunca foi ideal...
compartilhar é forma de estar próximo de outra,
curtir termo de calar boca encher o ego,
por fim comentar o fato é paradigma no ato,
ate diga algo em pros meramente não será,
suficiente para tenha provas mesmo assim será,
a verdade que não se cala em poucas palavras,
o sentido toma formas dos mais refinados,
pesares sendo como única devoção seja a maldade,
sem razão claramente seus sentimentos.
então me calei no isolamento dos meus pensamentos,
fui julgado por pensar calado de tentar sonhar acordado.
que vale tudo tens se nada poderás carregar,
tão menos terá parte da minha alma teus pensamentos,
julgar depois executar tão simples não doe...
pura maldade dai de tão longe recinto...
em falares tão perdido da realidade,
que fui transformado tua boca, to deixado de lado,
abandonando mesmo, pois que vale apena,
ter no coração tudo digas por tão pouco,
nunca será despedida, tudo se bata em copo...
desvendado no obscuro da mente,
enfim declarei tal sentido, extremamente,
simplório por não ser que queres em poucas palavras,
a rara decepção é poço do qual não bebo mais,
de todas virtudes que vi nada disse ou comentei...
nada relatei apenas deixei de navegar em mares,
tão hostis e bravejantes, tolos sentimentos.
por assim dizeres tão ativos, nobres ate fim.
por celso roberto nadilo
