Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Eu hoje gostaria de ter conversado sobre abstração, universo, ângulos ou visões... Mas so encontrei sacos vazios que insistem em ficar de pé.
Eu encontrei uma razão para mudar quem eu costumava ser, uma razão para começar de novo e a razão é você.
Na busca da pessoa ideal encontrei você, na tentativa de tentar acerta no alvo flechei você, na força que fiz em realizar meus sonhos o primeiro foi você! Então para que insistir em outros caminhos, se todos me levam a você.
Saudades
ontem te encontrei
simplesmente pirei
te olhando ali parada
vi no canto dos seus olhos correr uma lagrima
enquanto os meus corriam uma maratona de saudade
simplesmente meu amor
a distancia me matou e junto levou o nosso amor!
não posso mais te amar
sei que você voutou
mais e tarde mais!
me coração se foi tentando sobreviver a falta do seu!
’Vasculhando nas memórias algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E depois de repousadas aquelas palavras eu percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro.Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos.
A casa dos sonhos?
Eu encontrei a casa dos meus sonhos
e para lá eu fui de mudança
E naquele quintal imenso
eu plantei as flores da esperança
O meu sonho mais sonhado,
finalmente eu havia encontrado
O meu lar com muito amor eu comecei a enfeitar
Os três primeiros anos foram de muita alegria
A minha casa estava finalmente do jeito que eu queria
O jardim enfeitado com flores de todas as cores;
era lindo de se olhar!
Não faltava mais nada para a felicidade me abraçar
Mas o tempo passou e algo mudou
Eu sentia, eu percebia; mas não queria enxergar
Ouvia, mas não queria escutar
Sons e ruídos que vinham do lado de lá
E aquele pequeno transtorno, eu decidi ignorar
Quem sabe esquecendo, aquilo tudo iria passar?
E tudo o que eu mais temia me acompanhava,
e apavorada eu fugia
Só que de ruídos então passaram
a ser estrondos e isto era todo dia
As paredes falavam, porém eu fingia não escutar
Um barulho que me tirava o sono
e não me deixava pensar.
Eram as vozes do ódio com ferros e pregos a se misturar!
E para me acalmar nas claras manhãs,
só os comprimidos eram bem vindos!
E o meu pavor foi crescendo, sem dimensão
O ponteiro do relógio não andava,
aumentando a minha depressão
Quanto eu mais rezava,
aquele fantasma vinha me assombrar
E eu já não mais existia,
eu era o próprio medo a me arrastar
Nas paredes do corredor
haviam mãos que estavam prontas para me puxar
À noite pesadelos estranhos;
uma criatura agarrada no teto a me fitar
Então um dia eu decidi,
ir para rua para esquecer um pouco o tormento
Porém quando eu voltei,
a casa parecia que ia cair a qualquer momento
Tremia, ruía, balançava
e tudo naquele ambiente parecia querer me expulsar
E o susto foi tão grande que eu me ajoelhei e cheguei a vomitar!
Ali eu já não me sentia sozinha,
sombras obscuras me acompanhavam em todo o lugar
E dentro de casa com muito medo, eu andava devagar
No quintal eu ouvia as vozes dos homens
que estavam na fábrica a trabalhar
Barulho de ferros, brocas e metal;
muitas risadas e todas elas eram para me assombrar!
E enlouquecida eu havia me tornado,
em uma mulher sem nenhum horizonte
Suja, triste, sem esperança e sem fome
Pelos móveis da casa
se espalhavam os meus comprimidos
E assim se passaram sete anos,
entre prensa, martelos e ruídos
E as vozes e as risadas se transformaram em gritos!
A casa dos meus sonhos tinha se transformado no inferno
Morreram as flores, e o meu jardim com cores obscuras
só conhecia o inverno!
Como eu sobrevivi?
Hoje eu estou viva e posso lhe contar!
Eu fugi!
E a fábrica se encontra no mesmo lugar!
Esses dias encontrei o passado. Ele passou tão perto de mim que, por alguma vez, o que passou, tinha sido presente de novo.
Encontrei tanta felicidade em seu olha que nem uma vida inteira , nem a marcas do passado , nem o tempo grande vilão das lembranças me farão esquecer a paz que so ele me deu desde o primeiro momento que o vi.
Andei por muitas avenidas, mas nunca encontrei
a "Catedral".
...Contudo destruí altares
[rebuscando a História.
S. Garcia Vilches, em Abril de 2003
(fragmento de "Cores do meu tempo")
Ontem fui pesquisar sobre a Terapia do Abraço e morri de rir do que encontrei. O abraço surgiu no século passado pelo mafiosos italianos, o abraço nada mais era do que apalpar o outro para verificar se havia armas. O abraço é tipicamente ocidental e é uma delícia, né não?
Eu amo abraçar, sentir a energia do outro, saber que o outro transmite a energia dele para mim. É uma troca tão gostosa de carinho e afeição. O abraço inspira cuidado, o abraço é tão fraterno que nessas horas queremos que o tempo congele, que minutos e segundos parem, que o relógio do tempo estanque de vez.
Para mim soa mais respeitoso que um beijo e mais carinhoso que um aperto de mão. Cada gesto tem seu valor e o abraço é pura energia. Uma energia que transborda. Acho que o abraço misturado com o sorriso deveria ser a primeira maravilha do mundo, deveria ser a força transformadora de paz.
Sou suspeita para falar pois amo abraçar.
Aqui encontrei novas pessoas, algumas chegaram, passaram e se foram, outras deixaram marcas, algumas nem nome lembro mais, outras se foram mas a saudade ficou, tem aquelas que já amo. A vida tem sido uma montanha russa de emoção, apesar dos sustos e apertos sentado na cadeira da vida, tenho a cada dia aprendido a amar mais, a me amar mais. Aprendi a me valorizar para ter o tal valor alheio, parei de chorar e não aceitar coisas bobas, agora sou mais forte, mais amigo, sou mais HUMANO, menos ridículo e muito mais egoísta. Sim egoísta aprendi a fazer tudo primeiramente para mim e depois pensar na patética sociedade. ME JUGUEM, ME AME OU TENHA RAIVA, nada me faz mudar agora, descobrir que o SABINO que carrego depois do tal nome, vale muito mais que o próprio Ygor, por que é dele que vem a força de lutar por essas mudanças, são as pessoas que carregam esse mesmo SABINO, que me amam e se dedicam de verdade a mim. Sim existe outras pessoas que também fazem isso por mim, e eu também faço isso por elas. Mais essas escolhemos carregam outro nome, AMIGOS, AMIGOS E AMIGOS. Mude por que precisa mudar, e nunca por que queiram que mude, vai ser bem mais fácil te amar assim, e amar aos que passam e ficam.
