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Princípio

Cerca de 3896 frases e pensamentos: Princípio

⁠Amor-próprio: o princípio da felicidade.

Inserida por reconceituando

Esquecemos o princípio da vida, viver.⁠

Inserida por AlanRodrigo2

Somos aves
Presos em uma gaiola chamada mente
E o princípio benevolente
Nos convida porta a fora

Os arquétipos são as chaves
das profundezas do inconsciente
Tudo está dentro da gente
Mas saiba que a noite antecede a aurora

Seja fênix renasça das próprias cinzas
Coragem é necessária
Seja ousado transborde a luz

Pois se é o misoneísmo quem o conduz
Serás sempre uma águia
Que teima ser um avestruz.

Inserida por brenohcontente

⁠[ Sobre o uso da razão na construção de toda estrutura cósmica .]


Princípio número 1-


Todo desenvolvimento da sociedade, digo melhor, a construção do que há no seio social, só se dá e só pode-se dá, por meio do intelecto. Não da intuição.


Princípio número 2-


A sabedoria reside no intelecto, não na intuição de um indivíduo!


Princípio número 3-


Sem o uso do intelecto ou da razão, seria impossível a construção social. Suas invenções, projetos, estruturas nos mais diversificados ramos de sua existência etc.


Princípio número 4 -


Usamos a razão para tudo:
Confeccionar roupas, ensinar, fabricar, escrever, construir, inventar, organizar; Absolutamente tudo!!!

E a toda essa estrutura existente no meio humano, chamamos devidamente de SOCIEDADE .

O pedreiro calcula os metros de uma parede, pisos etc. O Professor ensina. O arquiteto projeta. O médico opera. O cientista inventa e descobre. O ouvires dá forma às jóias de ouro e prata. O inventor presenteia o mundo com suas invenções...!
Tudo isso seria IMPOSSÍVEL sem o uso da razão!


Princípio número 5-


Einstein mesmo admitiu a improbabilidade de um universo incriado!


Princípio número 6-

Se o universo se formasse ou se projetasse ao acaso, como querem ainda persistir alguns evolucionistas,
como usaríamos a razão e como temos de usá-la, para tentar compreender o que se "tornou", sem o uso de uma?
Usamos a razão para estudar as leis do universo!!!

Princípio número 7-


O universo é regido por leis!

Sim... Daí o termo *ASTRO-NOMIA.*
Astron, do grego significando estrela + nomia, também termo grego, *NOMOS* significando *LEIS* . Portanto ASTRONOMIA, literalmente significa: estudo que examina as leis dos astros ou do universo!!!
Pois examina as leis de sua estrutura.

Princípio número 8-

Não se pode fabricar leis humanas sem o uso do intelecto!!! Nenhuma lei surge do acaso.
Nossa Constituição por exemplo, do tipo prolixa, extensa, como existiria sem um chamado Poder Constituinte, devidamente RACIONAL, se não tivesse a capacidade intelectual de abordar cada nuance da *Lei* Maior?


Princípio número 9 -


Tudo que é elaborado pelo intelecto, só pode ser estudado pelo intelecto!!!

Pois as Constituições, elaboradas pelo intelecto, bem como todas as *leis* , todos as *nomos*, evidentemente só se podem ser estudadas por não outra coisa que não o INTELECTO! Ou se se preferir - a *RAZÃO*.


Princípio número 10-

Estudamos as leis do COSMOS apenas com a razão!

Ora... Se só se pode estudar as leis de toda estrutura cósmica, apenas com o devido e polido uso da razão, como o universo surgiu do acaso ou se se preferir - surgiu sem o uso de uma suprema razão???
(Afirmação - o Universo foi criado por uma razão. Sem a qual jamais poderia existir!!!)


Princípio número 11-


Toda invenção é proporcional ao tamanho da capacidade intelectual de quem a inventou!!!
Pois cada invento, mostra por si só, o poder da capacidade de quem o inventou!!!


Princípio número12 -


Se o universo então, pelo que exposto até aqui, foi criado ou inventado por uma capacidade suprema, intelectual, então *Deus* é o inventor do universo!!!

Princípio número 13-

Se o espaço quântico, como um todo, ou toda a estrutura cósmica, para cada indivíduo ou em relação a cada indivíduo, é infinito, e se, como exposto, cada invenção é proporcional à capacidade intelectual de seu inventor, logo, a capacidade intelectual de Deus é Absolutamente infinita em relação à Sua criação!!!
A capacidade intelectual de Deus só teria algum tipo de "limite", apenas para Ele mesmo!!!

Conclusão:

Se os cientistas usam a razão para estudar algo surgido do acaso, portanto, sem o uso de uma suprema inteligência, não seria meio incongruente?
Ora, para quê, o uso estrênuo de inteligência para se estudar algo que surgiu, sem inteligência nenhuma?
Pelo contrário, a extrema dedicação de esforço intelectual para estudar toda a estrutura cósmica, só denota que foi exatamente usada uma gigantesca inteligência para a composição de toda estrutura universal. Pois as mais simples coisas precisam sim, evidentemente, da razão, para serem elaboradas. Até uma aranha na confecção de sua teia e o João de barro na de sua casinha, usam a inteligência instintiva outorgada a eles, pela Natureza. Até neles há um nível de inteligência!!!
Percebe-se até isto, no mundo animal: um intelecto.

Talvez tenha sido por isso mesmo, que o sapientíssimo *David Hume* tenha dito com brilhantismo e espanto que:

"Nenhuma verdade [ lhe parecia] mais evidente que os animais serem dotados de pensamento e razão tal como os homens. Os argumentos neste caso são tão óbvios, que nunca escapam aos mais estúpidos e ignorantes".

Por:

Fábio🦉Silva

Em: 17.01.2021

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Princípio número 1- Só se pode dar algo ou alguma coisa a alguém, se esse alguém não for dona daquilo que está recebendo.
Exemplo: se eu tenho uma terra com vários pomares nela e permito alguém morar nessa terra e cuidar dela. Daí esse alguém colhe uma laranja e diz que tem um presente para me "dar". Eu estou recebendo um presente ou estou tendo de volta o que já é meu por me pertencer por direito?


Princípio número 2- não há um só objeto que o ser humano tenha, seja ele qualquer for e de que tamanho for, que não seja extraído da matéria prima pertencente a Natureza!!!

Princípio número 3- Logo, se cada objeto que possuímos fora originalmente extraído da Natureza, sem a qual seria peremptoriamente impossível de se tê-lo, então cada objeto existente pertence originalmente a Natureza.

Princípio número 4- Deus é o Pai Criador da natureza.

Princípio número 5- tudo material, só pode ser extraído da natureza.

Princípio número 6- então tudo que possuímos e que se possa materialmente possuir, pertence a Deus por direito Divinamente legal!

Princípio número 7- então absolutamente nada, pode ser dado a Deus; apenas DEVOLVIDO. Pelo claro motivo abordado no primeiro princípio, que diz que só quem não é dono de algo, é quem pode "ganhá-lo". Então, se tudo, como demonstrado, pertence a Deus, ninguém pode dar nada a Ele. Apenas se pode DEVOLVÊ-LO!!!


*F🦉S*


*Em 15.01.2021*

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Princípio *teleológico* Divino: Deus permite o mal na vida de uma pessoa pura, justa e "boa", para que o resultado final desse mal, contra esse indivíduo, gere um tipo de bem maior e melhor ainda.


🦉

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Pequeno princípio sobre a garantia do Direito

Direito não se sobrepõe a Direito. O Direito só se sobrepõe ao Dever. Não existe linha vertical entre Direito e Direito. Mas sim sempre há e sempre deverá existir, uma linha vertical entre o Direito e o Dever. Pois o outro sempre terá a obrigação de respeitar meu Direito, assim como tenho sempre, diante de mim, o DEVER de respeitar o seu. O Direito, na escala hierárquico-legal, sempre será o comandante do Dever. E nunca ao contrário disso. Não existe Direito mais garantido para um do que para outro, proporcionalmente falando. O Direito é uma garantia positiva unânime, para todos os indivíduos.


Às 08h41 in 06.04.2024

Inserida por FabioSilvaDN

Pequeno discurso sobre o princípio da Pedagogia

A missão acadêmica, propriamente dita, não consiste em preparar um aluno para a Vida. A natureza da existência Pedagógica, imanentemente, tem como teleologia forjar o aluno para o mercado de trabalho, através do intelecto. É o de fornecer material epistemológico, científico. Porém, a própria presença do aluno em sala de aula, isto é, toda carga horária usada durante toda sua jornada colegial ou acadêmica, inconscientemente, já é a própria parte da bagagem de preparação para a Vida. Não é papel docente, de um Professor, ensinar um aluno para a Vida. Mas fornecer-lhe material acadêmico. É bem verdade que, na Grécia antiga por exemplo, os aios tinham, também, esse brilhante papel. Mas com o advento do ensino sistemático acadêmico-colegial, o papel dos Professores se limitou apenas a transmitir conhecimentos especializados. O preparo para Vida é uma construção vivida no individual com a participação do coletivo. São os amontoados conexos e desconexos do dia a dia que forjam o caráter e capacita o cidadão a se inserir nos atos da própria Vida. Repito: inclusive, inconscientemente , quando ele passa boa parte de sua existência, na Escola.


Às 12h24 in 29.04.2024

Inserida por FabioSilvaDN

O homem primeiro existe para depois se definir, ( Princípio Sartriano para existência ), eis a causa essencial da razão, para nos distinguir dos demais seres e coisas.
Então o que seremos, um espírito em movimento constante, com ideias abertas para a totalidade, ou viveremos toda uma existência apenas subindo e descendo a montanha com a mesma pedra de Sísifo na cabeça ou na mente?

Inserida por EvandoCarmo

O amor não se compra, disto todos sabem, mas poucos compreendem um principio universal sobre o valor do amor, como se adquiri e como se perde.
O amor está em outra esfera de razão e entendimento humano, quem ama tem a força de um deus, e quem recebe a dedicação de alma de um deus, se torna um deus também, poderoso e humilde, sobretudo generoso e bom, quem ama cuida, alimenta e vibrar a cada sorriso e conquista do bem amado, quem ama liberta e nunca está preso ou limitado.
Ati, Iranete alma irmã da minha alma

Inserida por EvandoCarmo

Há um princípio fundamental para se equilibrar os dons da carne com os dons do espírito. Aprendi, com muito sofrimento e vivência, que a arrogância do saber sufoca o que temos de melhor no espírito. Todo talento herdado ou aperfeiçoado com estudo e prática laboriosa, quando sobrepõe a modéstia, a humildade e o amor, vira lixo, lixo humano que nada edifica...

Inserida por EvandoCarmo

⁠O princípio da neutralidade é,
viva e deixe viver

Inserida por EvandoCarmo

⁠Minha vida é um elo frágil
Que liga princípio meio e fim
De onde venho, para onde vou?
Resposta que não encontro em mim.

Inserida por EvandoCarmo

⁠"A princípio, pensei que ela fosse Ariadne, ninfa de Apolo, e que sua mente fosse um milagre dos deuses arquitetos do caos. Mas, com o passar dos dias, revelou-se igual aos demais: uma pessoa binária, presa à contemplação medíocre do sim e do não, do bem e do mal."

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Encantamento

A princípio, ele acreditou tê-la visto entre as colunas do templo. Não um templo de mármore — mas o da própria mente. Ali, onde as musas habitam como sombras antigas, ela surgiu. Seus olhos, tão serenos, pareciam conter os astros. Seu gesto mínimo, de afastar os cabelos do rosto, era um ritual solar. Ele pensou: É Ariadne. A filha dos deuses. A que guarda o fio do caos.

Ele era artista. Não dos que vendem quadros em feiras nem dos que frequentam coquetéis. Era daqueles que se perdem no traço de uma linha, ou em uma frase que nunca termina. Vivia no exílio da lucidez, no limiar entre o sagrado e o delírio.

E ela apareceu assim. Simples. Com um vestido qualquer. Mas para ele era sacerdotisa. Musa. Mistério. Sua mente parecia dançar sobre os abismos como uma acrobata dos ventos — e ele se encantou por aquela inteligência sem nome, por aquele silêncio que parecia conter todas as palavras do mundo ainda não ditas.

— Você não é daqui — ele disse, certo de que falava com uma mulher vinda de outra esfera.

Mas os dias passaram. E o que era véu foi tecido. O que era bruma, forma. A musa, aos poucos, se revelava humana. Com certezas comuns, opiniões previsíveis. Não havia abismo: apenas convicções. Ela acreditava em causas, em partidos, em fronteiras morais. Entre o sim e o não, ela nunca hesitava. Entre o bem e o mal, escolhia com pressa.

Ele, que vivia das nuances, das contradições, do absurdo, sentiu uma dor sem nome.

— Ela é binária — pensou.
E doía. Não porque ela fosse assim — mas porque ele havia amado nela o que ela nunca fora.

E então compreendeu: sua arte sempre fora isso — um esforço patético de ver divindade em quem só carregava o peso da humanidade.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Encantamento

A princípio, ele pensou que ela fosse Ariadne — uma ninfa perdida entre os mitos e as constelações. Pensou que sua mente fosse um milagre oculto dos deuses, uma peça rara entre os destroços do caos. Via nela o brilho do improvável, como se cada gesto carregasse um segredo antigo.

Mas com o passar dos dias, ela foi se revelando... comum.
Pessoa binária — presa na contemplação medíocre entre o sim e o não, entre o bem e o mal. Uma alma regida por manuais. Uma mulher como tantas.

E ainda assim, ele a desejava.

Não por aquilo que ela era, mas por aquilo que ele imaginava que poderia ser, se ela aceitasse se lançar com ele ao vazio. Ele queria a vertigem. Queria sair do chão com ela, voar — não sobre nuvens, mas sobre abismos. Queria perder-se e, no fundo da queda, encontrá-la.

Ele era um homem subterrâneo.
Habitava no silêncio, na contramão do tempo. Carregava na alma uma solidão antiga, quase mineral. Tinha feito do abismo seu ateliê, seu altar e sua casa. E nela enxergava a possibilidade de dança, de salvação, de ruína bela.

Queria levá-la para esse mundo, onde a arte não tem preço e os gestos não pedem permissão. Queria que ela ouvisse o som da vertigem, o canto obscuro que move os artistas quando amam.

Mas ela tinha sonhos —
Sonhos com raízes, não com asas.
Queria se casar, ter filhos, construir uma casa com varanda e cortinas. Queria um homem estável, domingos tranquilos e filhos com nomes decididos muito antes de nascerem.

— E se não houver futuro? — ele perguntou, numa madrugada em que ela falava de imóveis e certidões.
— Então a gente inventa um — ela disse, sorrindo como quem jamais compreendeu a pergunta.

Ela não o entendia.
Achava bonito o que ele dizia, como quem acha bonita a chuva ou a música triste — mas não desejava se molhar, nem chorar.

Ele queria que ela rasgasse o destino e ardessse com ele num fogo sem nome. Mas ela dizia:
— Você precisa crescer.
E ele sentia que era exatamente o oposto: precisava desaprender.

No fim, ela partiu.
E ele ficou — com a ausência dela, com a vertigem não vivida, e com a verdade que o tempo traz como um veneno lento:
não era ela quem havia sido pequena —
era ele quem havia sonhado grande demais.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O amor é a fonte da cura, o princípio gerador da vida e a fonte para a eternidade da alma.

Inserida por JhenevieveCruvinel

O imaginário tornar-se-á real, basta ter foco como princípio básico.

Inserida por GESTOR

⁠O Principio da Não Contradição
Antes de defender o calvinismo ou qualquer outro “ismo” temos que primeiro aplicar o princípio da não contradição! Como é que Deus exige uma coisa e determina outra, diz aos homens que não pequem, mas os determina a pecarem? Se Deus quis a queda de Adão, então por qual motivo Deus ordenou que Adão não comesse do fruto? Como Deus mandou Adão não comer do fruto proibido e ao mesmo tempo determinou Adão comer? Como Deus se indigna com o pecado de Adão que em última análise é o pecado determinado pelo próprio Deus?
Definindo pecado: O pecado não é substância! O pecado é uma ação de um agente.
O agente (coisa, substância) é criação; ação não é criação (substância).
Deus criou todas as coisas (substâncias). O que são coisas? Coisas são substâncias. Agente, alma, matéria, animal.
Pecado = uma ação má, a transgressão de algo. Então uma ação de algo não é criação! Isso é a privação de um bem, que é a lei de Deus.
Raciocínio logico: “Para que Deus vai colocar a vontade de pecar em alguém que já peca por natureza? Qual a necessidade de Deus decretar pecado se o homem já sente vontade de pecar por natureza”?
1ª Jo 2.16: “Tudo aquilo que pertence a este mundo NÃO VEM DO PAI, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida”.
Todo tipo de pecado e maus desejos não provém do Deus Santo, mas vem do próprio homem, Tiago 1.14. A tentação vem de nossos próprios desejos, que nos seduzem e nos arrastam. 15. Esses desejos dão à luz o pecado, e quando o pecado se desenvolve plenamente, gera a morte.
Isso não vem de Deus, 1ª Jo 2.16; Deus não é o causador do pecado, Tg 1.13.
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom”... 1ª Tm 4.4. E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má.
Eclesiastes 7.29. Foi isto, porém, que descobri: Deus criou os seres humanos para serem justos, mas eles buscaram todo tipo de maldade.
Foi o próprio homem se corrompeu.
Eclesiastes 7.29. “Foi isto, porém, que descobri: Deus criou os seres humanos para serem justos, MAS ELES BUSCARAM todo tipo de maldade”.
Isso não veio de Deus, 1ª Jo 2.16 e Deus não causou o pecado, Tg 1.13.
Deus é bom, e IMUTAVELMENTE bom, portando é impossível, tendo em vista que sua natureza é imutável. Já o homem era bom, mutável e MUTAVELMENTE bom, portanto sua natureza é mutável, sendo possivelmente capaz de escolher o mal, como no caso de Adão e sua posteridade.
O que diverge disso é anátema.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Jesus perdoou o ladrão da cruz, mas o ladrão permaneceu na cruz. Existe um princípio bíblico na lei da semeadura em Gálatas 6.7 que diz: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”.

Inserida por VerbosdoVerbo