Primavera, Estação das Flores
“Sua beleza e seu perfume são como as flores da primavera. Já seu sorriso majestoso e seus olhos cintilantes são como os astros celestiais.”
QUATRO ESTAÇÕES
Era primavera, eu liguei pra ela, pra falar das belas flores que eu comprei
sem nenhum apreço, perdi o endereço, já nem sei o preço que eu ali paguei
mesmo assim perdido, um pouco aturdido, ali estarrecido á ela entreguei
e saí sozinho, pelo meu caminho, lembrando o carinho que eu não ganhei.
era um outono, eu no abandono, não me via dono da minha alegria
fiz um julgamento, no meu pensamento, que outra vez sedento eu não mais seria
eu saí pra fora, o coração agora, não contava a hora, da noite e do dia
como a moinha, espalhada sozinha, e em cada folhinha que no chão caía
chegou o verão, o meu coração, teve a sensação de querer voar
naquela aventura, deixar toda agrura, e de alma pura o mundo ganhar
fiz minha bagagem, comprei uma passagem, no mundo selvagem eu fui me lançar
mas deu tudo errado, eu fiquei de lado, e agora parado sem saber voltar.
enfim, este inverno, que parece eterno, não me dá um terno para me vestir
tô na beira rio, com fome e com frio, meu fone sumiu e eu não mais vi
quero ir embora, me levar pra fora, mas não vejo agora razão de existir
não aos olhos teus, sim as mãos de Deus, nos sentidos meus... eu sobrevivi.
Grandes amizades escorrem pelas mãos, e as novas brotam como flores de primavera. E eu tenho que aprender a me desprender do passado, do meu quarto, da minha cama, dos meus velhos amigos (que me deixaram) eu preciso. E eu penso: Também mudei, será que eles me enxergam assim também? Sei lá. Sei lá. Só sei que eu continuo voltando pra casa, farto de tudo, ando longe, ando pensativo, ando preso, ando solto, ando por aí. Continuo me sentindo fora, deslocado, desplugado. Continuo me sentindo um peixe. Um peixe fora. Fora do meu aquário. Que se não fosse meu, eu....
"Eu quis"
Eu quis me aquietar na primavera
Florescer no inverno
Esfriar os desejos no verão
No outono segurar as folhas que eu escrevi,
na minha mão
Tão diferente eu fui e sou
Que me apaixonei na primavera
Morri no inverno
No verão fiquei incandescente, me abrasei!
E as folhas escritas por mim;
eu queimei, queimei!
Eu fui a flor de alguma primavera eu fui o frio de algum inverno , fui o calor de algum verão e hoje eu sou só vento de alguma estação ...
Hoje pude entender que não preciso do cenário mais bonito, nem das flores da primavera para ser feliz."Porquê ser feliz é algo de dentro para fora",é isso que adorna as paisagens e floresce os jardins. Hoje trago o brilho nos olhos para despertar com sol a cada manhã. Hoje descanso no dia, nos versos e na poesia.
SAMIRA!
Samira pensou que era
Um bonito beija-flor,
Esperou a primavera
Sentir das rosas o odor.
Samira tentou voar
Mais sem ter asas caiu
Ficou num canto a chorar
Pena foi, mas ninguém viu.
Samira agora era rosa
A primavera acabou!
Samira, pobre, sem prosa
Sentou num canto e chorou.
Samira agora se esquiva,
Agora seria o mar;
Novos horizontes se abriam
Nova forma desonhar.
Desceu a grande montanha
Nas àguas, ela se mira
Ninguém viu sua façanha,
Nunca mais se viu Samira!
Como fui pequeno mesquinho
Achava que só na Primaverá
As flores brilhavam.
Que só no Verão o Sol molhava
Que só o Inverno Aquecia.
Hoje aprendi que no
Outono as belas florescem!
O amor é como a primavera...
Vem depois de tempos frios, tempos de mudanças. E floresce, traz as coisas mais lindas, que são as rosas, para que possamos cultivá-las. Para que no calor elas não ressequem, no outono elas se renovem, no inverno elas não se afoguem e na primavera se completem.
Assim como as flores florescem na primavera,esta florido o meu coração por você nas quatros estações.
QUANDO SETEMBRO VIER!...
Ah!...
Quando setembro vier!...
As flores em primavera...
Felizes e alegres a bailar farão festas...
E em festas de primaveras...
Embriagado de amores: Ana, Adry, (aninha)...
Torto e coxo de felicidades...
Certamente
Estarei velho...
Ainda assim...
Decrépito e chato...
Sairei correndo envergado
Até a Feira de Santa Ana...
Chegando a Princesa do Sertão...
Gritarei como o trovão o teu Santo Nome...
Oh minha doce e querida Ana!...
Atirar-me-ei em teus braços...
E teus doces pés beijarei
Como ponto de partida...
Para alcançar os teus lábios querida...
Oh Mar de prazer e loucura!...
Banhar-me-ei de suor, amor e vida!...
Amar-te-ei em plena Avenida...
Avenida Maria Quitéria...
E descarrilado lá se me vou trem bala
Neste cenário deserto...
Onde o nosso Amar declamará versos...
Gemendo Doces Sinfonias...
Aninha!...
Meu
Lindo
Amor!..
Nem flores, nem frutos
Minha mente me faz pensar que na primavera não irei florescer, não darei frutos.
Meus pensamentos não congelaram no inverno, mas sinto que sequei como as folhas no outono.
Quanto mais reflito, vejo o mesmo da janela da alma e envelheço.
Tem algo lá, muito parecido com cinzas ou apenas pó.
Não rejeito o amor romântico, apenas o evito.
Me assemelho a um redemoinho, sem vento.
Nem flores, nem frutos
Minha mente me faz pensar que na primavera não irei florescer, não darei frutos.
Meus pensamentos não congelaram no inverno, mas sinto que sequei como as folhas no outono.
Quanto mais reflito, vejo o mesmo da janela da alma e envelheço.
Tem algo lá, muito parecido com cinzas ou apenas pó.
Não rejeito o amor romântico, apenas o evito.
Me assemelho a um redemoinho, sem vento.
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