Prazeres
A santidade poderá te fazer perder algumas coisas como pessoas, ambientes e prazeres, mas saiba, ela te levará a viver uma eternidade com o Senhor. E nada pode se comparar a isso.
Eu peco porque em vez de procurar em Deus os prazeres, a grandeza e as verdades; procuro nas suas criaturas, em mim e nos outros. Por isso precipito-me na dor, na confusão e no erro.
Pessoas vazias são conduzidas por prazeres superficiais e muito entretenimento. Pessoas com sonhos são conduzidas por um propósito e muita resiliência.
Bem ou mal,
os prazeres e as dores são apenas manifestações da mente,
assim como pobreza e riqueza não passam de construções mentais.
A felicidade e a infelicidade não são estados de paz.
A felicidade pode ser comparada à cauda de uma serpente: aparentemente inofensiva, mas perigosa ao menor contato. A infelicidade, por outro lado, é como a cabeça da serpente, cheia de veneno. Qualquer aproximação leva ao mesmo resultado: a mordida.
Esses estados alimentam o desejo, e o desejo, por sua natureza, é efêmero, instável e sem substância. Ele surge, cresce e inevitavelmente desaparece. Quando o desejo morre, a felicidade desaparece com ele e a infelicidade toma o seu lugar. É um ciclo interminável que a mente continua a repetir.
A paz, no entanto, não está em nenhum desses extremos.
Ela está no caminho do meio, onde a mente se estabiliza em seu estado natural. Essa paz é universal, acessível a todos, mas exige um esforço consciente. Negligenciar esse caminho leva à contaminação da mente e perpetua o sofrimento.
Cada pessoa deve buscar essa paz por si mesma.
Ela não está fora, mas dentro de nós, no mesmo espaço onde nasce a dor. A verdadeira paz é imperturbável, imóvel, serena. Quando a mente se agita, procurando o prazer ou fugindo da dor, perdemos essa estabilidade.
Portanto, a escolha é sua: permanecer preso no sofrimento ou cultivar a paz?
No final, pensamentos e sentimentos não são nada além de movimentos passageiros da mente, transitórios e sem uma essência permanente.
O ódio é essa perseguição que desafia a coragem, colocando a vida num labirinto de prazeres e mistérios da individualidade, onde um último suspiro significa pedir socorro, esquecendo que a claridade ao dormir e se cobrir pelo decorrer do dia, deixa o seu rastro de luz para sua memória, quando desperta, retoma suas lembranças do que ficou e aconteceu, foi e fatalmente é agora. Imprevisível.
Carlos Alberto Blanc
Não importa seu status, patente ou posses, isto é só seu…
Mas os prazeres “caliente” que me proporcionar e os bons sentimentos que me acalentar, isto sim é meu… só meu!
Não se luta contra algo que nos encanta.
Se somos encantados pelo mundo e seus prazeres, seremos devorados por nossos mais sombrios desejos.
Os homens se afastaram da bondade e do amor ao próximo; preferem o mal ao bem, amam os prazeres mais do que a Deus.
Quem adere somente aos prazeres carnais tem que estar preparado para a constante fuga dos preceitos espirituais
Abra mão de prazeres imediatos hoje para construir seu império, e tenha certeza que no futuro você irá viver uma vida extraordinária.
Quando surfamos nos prazeres da vida, esquecemos de nos banhar nas águas mornas e tranquilas que Deus nos oferece e com isso, nossa alma estará mais próxima de seu próprio afogamento
Tempo
Nós temos tempo para várias coisas: para o celular, para o trabalho, para os prazeres rápidos, prazeres longos. Até mesmo quando o dia está corrido, encontramos tempo para aquele dia que foi exaustivo.
— Dia produtivo! —
Mas o que foi realmente produzido, além de todas as tarefas que um ser humano funcional precisa cumprir, e de todas as obrigações necessárias para manter um serviço — seja ele autônomo ou não?
Somos constantemente (e cada vez mais) treinados para nos acostumar com a correria, com a ocupação. Deixamos de romantizar o romance para romantizar o trabalho, o desinteresse, a pressa, a falta de tempo e de atenção.
Damos tempo para várias coisas, até mesmo ao próprio tempo, mas... e o nosso tempo? Quantas vezes no dia temos um tempo para ouvir a nossa parte mais frágil ou aquela que mais nos causa orgulho? Quantas vezes paramos para ouvir o que o nosso silêncio tem a dizer — insegurança — medo — solidão — solitude?
É tão comum buscar alguma distração e ocupar a psique, tentando enganar as memórias, as saudades, as frustrações espalhadas por todos as partes.
E, nessa correria... quanto tempo tem o nosso tempo?
Cada idade tem os seus humores e para qual como tal, os seus gostos e os seus prazeres e, como a nossa pele, embranquece os nossos desejos e anseios. Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água, assim é o objeto para percepção do acaso, quanto àvida, é como o vinho, se quisermos apreciar bem, não devemos bebê-la até à última gota. O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade. Atualmente vivemos em uma sociedade que a pizza chega mais rápido que a polícia.
Nas sombras
Entre vaidades, o narcisismo,
Entre prazeres tão passageiros quanto o trem bala, o futuro sem chão,
de fato a o vazio e a existência apagada.
O homem não será feliz se viver apenas cultivando os prazeres carnais ou o intelecto, mas, sim, se desenvolver e encontrar todas as suas capacidades e possibilidades.
