Prazeres
O mundo está sendo consumido pela cobiça dos prazeres triviais daqueles que se alimentam de muito e compartilham pouco.
O legado e a história da humanidade em breve será reescrita mais uma vez.
Os sinais já começaram, eles são científicos, religiosos, eles são reais.
O maior dos prazeres intelectuais é libertar-se da licenciosidade da mente que não altera os preceitos morais com o tempo e a consciência, adaptando-se ao desconhecido e sempre mantendo as circunstâncias de sua essência.
A busca incessante por prazeres imediatos tem o poder de anular nossa capacidade de reflexão, de questionamento crítico e de engajamento com propósitos que transcendem o individualismo. Nesse cenário, a humanidade parece avançar de forma automática e inconsciente, como se estivesse em um estado de letargia, rumo a um futuro incerto e potencialmente desastroso. Como observou T.S. Eliot, "É assim que o mundo termina, não com uma explosão, mas com um suspiro" – uma alusão à possibilidade de que nossa queda não será marcada por eventos dramáticos, mas por uma gradual e silenciosa erosão de valores e sentidos.
Esse fenômeno pode ser associado à cultura do consumo e ao imediatismo da era digital, onde a satisfação rápida e superficial se sobrepõe à profundidade do pensamento e à construção de conexões significativas. As redes sociais, por exemplo, oferecem uma sensação constante de recompensa instantânea, mas muitas vezes à custa da nossa atenção plena e da nossa capacidade de nos comprometermos com causas maiores. Essa dinâmica nos transforma em meros espectadores de nossas próprias vidas, distraídos por estímulos efêmeros e desconectados de um propósito coletivo.
Para reverter essa tendência, é essencial resgatar a importância da pausa, da introspecção e do diálogo crítico. Precisamos reconhecer que o verdadeiro progresso humano não está na acumulação de prazeres momentâneos, mas na construção de uma sociedade mais consciente, solidária e comprometida com o bem comum. Somente assim poderemos evitar o "suspiro" de Eliot e, em vez disso, criar um futuro que valha a pena ser vivido.
Para o homem adâmico a graça de Deus é loucura, pois tentam justificar seus prazeres temporais com sacrifícios. Pura ilusão, pois sua alma anseia pelo que é eterno. E para isso não precisamos atos de bondade, heroísmo e penitencias, basta apenas aceita-lo.
Muitas vezes você vai ter que abrir mão de prazeres temporários para fazer o que tem que ser feito.
Os melhores prazeres da vida estão escondidos nos desafios que a vida nos impõe. Encontrá-los será sempre compensador.
Não deixe que as tarefas da rotina,
roube o teu tempo para aproveitar
os prazeres da vida,leia pelo menos
um poema por dia.
Uns vão morrendo pelo excesso de prazeres, outros pela falta do mínimo destes. Lembro apenas, têm gente que sente prazeres no mal, ou até mesmo, por aquilo que chega a fazer a si muito mal, como também há quem tenha tudo de bom e sente-se como se nada tivesse. É na contradição entre bom e ruim, bem e mal, ou mesmo no entender os prazeres, que se vê as diferenças entre quem vive e quem se mata.
Diga não aos prazeres carnais, não
ceda à tentação dos desejos mundanos, não peque, não seja uma ovelha perdida. Deixe isso pra mim.
Nunca encontrei verdadeiro encanto nos prazeres do espírito senão perdendo inteiramente de vista o interesse de meu corpo.
Certos prazeres devem ser evitados, porque, quando realizados, obtidos, se assemelham mais àquelas evocações de certos espíritos, onde portais são abertos e, além deles, também, são manifestos situações indesejadas! Vendo-se o evocador no apuros de não mais conseguir devolver para lá, o que atraiu para aqui! O problema de certos prazeres, não é a sensação do prazer em si. Mas sim o que pode te ocasionar com a vinda, junto com ele, do que você não quer. O melhor mesmo, nessas ocasiões, é EVITÁ-LOS. Fazer, como dizia o bom Filósofo Epicuro: o bom cálculo hedonístico.
🪶🦉🪶
Viver muito rente às regras é perder um pouco de liberdade, perder prazeres da vida; tudo passa e voando.
bysissym
