Prazeres
Muitas vezes você vai ter que abrir mão de prazeres temporários para fazer o que tem que ser feito.
Os melhores prazeres da vida estão escondidos nos desafios que a vida nos impõe. Encontrá-los será sempre compensador.
Não deixe que as tarefas da rotina,
roube o teu tempo para aproveitar
os prazeres da vida,leia pelo menos
um poema por dia.
Uns vão morrendo pelo excesso de prazeres, outros pela falta do mínimo destes. Lembro apenas, têm gente que sente prazeres no mal, ou até mesmo, por aquilo que chega a fazer a si muito mal, como também há quem tenha tudo de bom e sente-se como se nada tivesse. É na contradição entre bom e ruim, bem e mal, ou mesmo no entender os prazeres, que se vê as diferenças entre quem vive e quem se mata.
Diga não aos prazeres carnais, não
ceda à tentação dos desejos mundanos, não peque, não seja uma ovelha perdida. Deixe isso pra mim.
Certos prazeres devem ser evitados, porque, quando realizados, obtidos, se assemelham mais àquelas evocações de certos espíritos, onde portais são abertos e, além deles, também, são manifestos situações indesejadas! Vendo-se o evocador no apuros de não mais conseguir devolver para lá, o que atraiu para aqui! O problema de certos prazeres, não é a sensação do prazer em si. Mas sim o que pode te ocasionar com a vinda, junto com ele, do que você não quer. O melhor mesmo, nessas ocasiões, é EVITÁ-LOS. Fazer, como dizia o bom Filósofo Epicuro: o bom cálculo hedonístico.
🪶🦉🪶
Viver muito rente às regras é perder um pouco de liberdade, perder prazeres da vida; tudo passa e voando.
bysissym
A santidade poderá te fazer perder algumas coisas como pessoas, ambientes e prazeres, mas saiba, ela te levará a viver uma eternidade com o Senhor. E nada pode se comparar a isso.
Eu peco porque em vez de procurar em Deus os prazeres, a grandeza e as verdades; procuro nas suas criaturas, em mim e nos outros. Por isso precipito-me na dor, na confusão e no erro.
Pessoas vazias são conduzidas por prazeres superficiais e muito entretenimento. Pessoas com sonhos são conduzidas por um propósito e muita resiliência.
Bem ou mal,
os prazeres e as dores são apenas manifestações da mente,
assim como pobreza e riqueza não passam de construções mentais.
A felicidade e a infelicidade não são estados de paz.
A felicidade pode ser comparada à cauda de uma serpente: aparentemente inofensiva, mas perigosa ao menor contato. A infelicidade, por outro lado, é como a cabeça da serpente, cheia de veneno. Qualquer aproximação leva ao mesmo resultado: a mordida.
Esses estados alimentam o desejo, e o desejo, por sua natureza, é efêmero, instável e sem substância. Ele surge, cresce e inevitavelmente desaparece. Quando o desejo morre, a felicidade desaparece com ele e a infelicidade toma o seu lugar. É um ciclo interminável que a mente continua a repetir.
A paz, no entanto, não está em nenhum desses extremos.
Ela está no caminho do meio, onde a mente se estabiliza em seu estado natural. Essa paz é universal, acessível a todos, mas exige um esforço consciente. Negligenciar esse caminho leva à contaminação da mente e perpetua o sofrimento.
Cada pessoa deve buscar essa paz por si mesma.
Ela não está fora, mas dentro de nós, no mesmo espaço onde nasce a dor. A verdadeira paz é imperturbável, imóvel, serena. Quando a mente se agita, procurando o prazer ou fugindo da dor, perdemos essa estabilidade.
Portanto, a escolha é sua: permanecer preso no sofrimento ou cultivar a paz?
No final, pensamentos e sentimentos não são nada além de movimentos passageiros da mente, transitórios e sem uma essência permanente.
O ódio é essa perseguição que desafia a coragem, colocando a vida num labirinto de prazeres e mistérios da individualidade, onde um último suspiro significa pedir socorro, esquecendo que a claridade ao dormir e se cobrir pelo decorrer do dia, deixa o seu rastro de luz para sua memória, quando desperta, retoma suas lembranças do que ficou e aconteceu, foi e fatalmente é agora. Imprevisível.
Carlos Alberto Blanc
