Praça

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O distante solitário no banco de uma praça
Apaixonante de palavras meigas
O garoto dos planetas, dos meus planetas
O Garoto das estrelas

Numa praça tem um banco inerte e calado,apenas experimentando abraços ,sorrisos e prantos, conversas acaloradas e pessoas caladas, dando colo a quem precisa, descanso pra quem busca e paz, mas só pra quem a procura

"Os velhos jogam dama na praça, professores de tudo o que é dor...fingindo esconder a falta que faz viver um grande amor...nada mudou..."

Dar milho aos pombos mesmo que a praça seja imaginária.

ORIZA SATIVA

No meio do mundo
bem no meio
da cidade grande
no meio de uma praça
bem no meio
do mundo hippie
achei um grão de arroz
para colocar
nossos nomes.

Os partidos políticos ficaram com o nome sujo “na praça”, ao invés de expulsar os bandidos, resolveram só trocar a “razão social”.

O "Sem Poema"

Sem beira, nem eira,
Sem cor, sem graça,
Na rua, no banco da praça,
Solitário e sem tema

O Sem Poema

Sem vida, sem sabor.
Sem calor, sem nada,
Nem dor, no sofá da sala.
A mente presa a algemas.

O Sem Poema

Sem brilho, sem trilho,
Sem cheiro, sem amor,
Insipido, inodoro e incolor.
Numa ausência extrema.

O Sem Poema

e hoje a nossa querida e amada chuva
nos deu o ar da sua graça
passou com alegria na praça
e se foi, nos deixando sem graça
volta pra não mais ir embora
pois tem quem chora a sua falta aqui
saudades imensa de voce
saudades da felicidade
de quando voce esta por perto
saudades, saudades e mais saudades!!!

O Riso dos Cegos


Vivemos numa praça onde o sofrimento é espetáculo..
A traição, que deveria ser manchada de vergonha, é coroada como esperteza..
E o traído, que carregou o peso da entrega,
torna-se motivo de chacota nas bocas ocas de quem nunca soube amar..


Riem do traído, como se o erro fosse sua confiança,
como se amar com pureza fosse um ato de ingenuidade..
Mas não percebem que, ao rir, revelam sua própria miséria..
Riem para esconder o medo de serem eles os próximos a sangrar,
riem para mascarar o vazio que os corrói por dentro..


A sociedade aplaude o traidor como quem aplaude o ladrão que foge..
Confunde malícia com inteligência,
confunde dor alheia com entretenimento..
Não sabem que rir da vítima é assinar o pacto com a sombra:
é admitir que a alma se acostumou ao escuro..


O traído não é fraco, é forte..
Fraco é quem ri, fraco é quem fere,
fraco é quem chama covardia de conquista..
O traído chora, mas o choro é água que lava..
O riso do zombador, este, não purifica nada:
apenas revela o apodrecimento da consciência..


Um dia, quando o eco da zombaria se perder no vento,
o que restará será a dignidade silenciosa de quem sofreu em verdade,
e o vazio ensurdecedor de quem transformou dor em piada..

A fábula do Fumante, do Sábio e do Tolo

Certa vez, três homens se encontraram em uma praça: o Fumante, o Sábio e o Tolo.
O Fumante, com um cigarro entre os dedos e a voz rouca pelo vício, disse:
— Me escutem: não fumem. Esse hábito corrói os pulmões, enfraquece o corpo e mata devagar, de forma cruel e dolorosa.
O Tolo franziu a testa, riu por dentro e pensou:
— Que hipocrisia! Ele prega contra o cigarro, mas não tira um da boca.
Já o Sábio permaneceu em silêncio e refletiu:
— Justamente por sentir na pele as consequências, ele é a pessoa mais indicada a me alertar. Quem melhor para avisar sobre a dor, do que aquele que já sofre com ela?

🌱 Moral da história:
Nem sempre o valor de um conselho está no exemplo de quem o dá, mas sim na verdade que ele carrega.
Até mesmo alguém que não consegue vencer seus próprios erros pode ser o melhor a te aconselhar, porque já provou do amargo fruto das escolhas erradas.

No banco da praça, vejo a modernidade,
transformando tudo em mercadorias,
a arte, o amor, e também o messias,
pessoas vagando, perderam a autenticidade.

Fito os olhos, vejo a maioria,
como formigas, andam sem questionar,
vivendo em uma constante letargia,
uns omitem, outros se orgulham,
não sentem vergonha da ignorância!

Estão vendendo suas mentes,
distração em lucro transformando,
Vivendo a vida de 10 em 10 segundos,
celular à mão, dedos deslizantes.

Jogados em um mar de conhecimento,
cabeça cheia de informação barata,
Parecer é melhor do que ser,
Muita dopamina, para esquecer o sofrimento.

A identidade se perdeu na multidão,
e apenas vejo crescer a solidão,
Deixaram a modernidade,
o moldar em mero objeto,


Vive em um mundo conectado,
Sem perceber que está isolado,
Trocando, profundidade por velocidade,
A internet que um dia foi novidade,
Tornou-se uma doentia necessidade.

⁠"As árvores derrubadas ontem na praça do Fórum em Ituiutaba deixam uma triste sensação de perda e nos faz refletir sobre a necessidade de conservar e proteger o meio ambiente."

Praça

Rostos desconhecidos
Tão pouco aparecidos
De onde Deus sabe donde
Estão misturados frente a frente
Nesse universo tão grande

Que apavora,amedronta e assusta
O que é isso?
Sementes do mau
Plantadas ao redor de todos
Sempre prontos a destilar seu veneno
E sair por aí,a falar mentiras e crueldades.

Por ser um mundo assim, só veneno
Tão pequeno para tantas igualdades
E que penamos e sofremos
Sentindo talvez uma certa liberdade

Oh!loucura abençoada
De todos a maldade a mais amada
Nesse mundão que eu nem conheço
Respondo a tudo com intuição
Não temendo repressão

Serei louca?abestalhada?
Que o diga esses pombos que aqui estão
A fazer da praça sua mansão
E a pegar do chão grão por grão
O que vai lhes dar sustentação.


⁠Coração na praça

Boquiaberto está meu coração...
surpreendido e rendido!
bendita e bem traçada as ondas quânticas
em sua trança dança
sagrada andança...

Praça palco encontro beijo
ensejo desejo sem receio...
corpos em recreio
piquenique abraços laços
cesta de agrados alados...

Abraçados em linhas que se buscaram
e... “rabiscam” um enredo sem medo...
Literatura arremedo em linhas bem traçadas...
Nossa dança arrepia e (re)cria
poesia principia amar!

Medo mesmo, ou mesmo medo.

Eu tenho muito medo do mesmo, mesmo banco, mesma praça, mesma rua, mesmas pessoas, mesma casa, mesmo carro, mesmo jardim, mesmas flores e tantos outros mesmos. E um mundo de mudança e velocidade, já imaginou ficar prisioneiro do mesmo ?
Medo de sair, não é sair com medo e sim, se sobressair. Coragem, não é ausência de medo e sim, coragem de enfrentar o medo. Estar equilibrado não é estar imóvel, estar equilibrado é mover sem se desabar. Alguém que diz não ser medroso, ela não quer dizer ser corajosa ou medrosa, e sim inconsequente.
A melhor maneira de ficar vulnerável, é achar que está invulnerável. A melhor maneira de ficar desprotegido, é achar que já está completamente protegido e assim a segurança psicológica entra em ação e a mudança de comportamento acontece, como dizia um amigo meu e já falecido: "a sorte segue a coragem".

Bora...

⁠Um café na padaria
A ida ao parque
Um passeio na praça
O correr na garagem

O grito de gol
O aplauso no teatro
A roda de violão
A pintura do salão

Uma linha ao lago
A fantástica gargalhada
O churrasco nas mãos
O abraço de coração

Tudo pode ser perfeito
Cada minuto é valioso
Ame, demonstre, faça acontecer

⁠Título: Velha amiga.

Ó velha amiga, que saudades, minha querida!
Saudades de brincar na praça,
De correr descalço na calçada,
De pegar na sua mão e dançar em ritmo de balada.

É, minha amiga, o tempo tem passado,
Mas me diga, como vai aí desse lado?
O tempo traz memórias e floresce o imaginário:
O que poderia ter sido, mas impossível ser alterado.

É, amiga, meu cabelo agora está ficando branco,
Parece que o tempo não espera meus pecados.
Quem sabe te encontre em um caminhar qualquer,
Talvez já esteja nos braços de quem lhe fez mulher.

⁠Em um vilarejo ao entardecer,
O céu tingido, sol a se esconder,
Na praça pequena, roda encantada,
Surgiu a festa: Sábado Naba Lada.

Com risos e danças, sem nenhum pudor,
Crianças brincavam, num redemoinho de cor,
Senhores cantavam histórias passadas,
E os jovens teciam novas jornadas.

A música ecoava, doce e sonora,
O tambor marcava a batida da hora,
"Venham todos!", gritava uma fada,
É tempo de vida, Sábado Naba Lada!

Na mesa comprida, delícias surgiam,
Bolos, especiarias, as mãos dividiam,
Entre abraços e laços, a mágica morava,
O dia perfeito, Naba Lada celebrava.

E quando a noite, de estrelas vestida,
Cobriu a festa com a sua saída,
Restou a memória de uma risada,
De um sábado único, Sábado Naba Lada.

"Não duvide de ninguém; o mendigo da praça pode ser seu próximo rei."

O homem pode pregar na praça na quinta, na rua na sexta e na igreja no domingo, mas, se negligenciar a prática da oração, arma uma cilada para os próprios pés.