Pouco
É tudo muito simples, precisamos de tão pouco para viver, que não nos damos conta quão montante temos ao nosso dispor.
Por ignorância ou pura distração, não percebemos que esse pequeno monte é o montão que precisamos pra viver e viver muito BEM!
A poesia nos descontamina um pouco não do mundo, mas d'outros seres mundanos sem consciência e sem consistência moral.
A morte faz parte da vida, nesse paradoxo louco, vamos vivendo e morrendo pouco a pouco...Cada dia vivido é um dia ido com um pouco de nós anexo.
"Viver em gotas é terrível para alma. O corpo se compadece da alma que esvaece de pouco em pouco.
Viciado, mas negado oferecido, mas não entregue. Assim em passos lentos a falta está naquilo que nunca está inteiro. Em parte, sempre faltando e aos poucos desfalecemos pelo amor que nos foi retribuído de maneira tão artificial, visceral e nada natural."
Com uma brincadeirinha aqui, outra ali, inocentemente o pouco falado, muito incomoda, aí está armada a confusão invés da descontração.
Um campeão quando derrotado não perde a honra das conquistas anteriores, tão pouco sua importância, afinal, antes de ser superado, colocou-se nas alturas e consequentemente contribuiu para motivar a elevação e evolução de seus adversários.
empatema, por que somos tanto
em um mundo de tão pouco?
por que só podemos nos encontrar
quando o céu toca o mar?
por que o mundo nos esconde
quando temos tanto a mostrar?
somos tudo aquilo que o universo queria aproximar,
piquenique na praia até tardar,
banho de piscina enquanto todo mundo nos odiar,
esquecer de tudo lá fora
e amar o que nos tornamos e o que nos fez despertar.
Sem uma legislação de internet apropriada qualquer bom aplicativo digital derruba em pouco tempo uma pequena e média economia formal desafinada.
Em muito pouco tempo por uma corrente pró indústria armamentista teremos disputas acirradas entre partidos políticos dentro das forças armadas brasileiras.Susto algum pois isto é mais um preço à ser pago por uma democracia governada não por uma carta magna forte igualitária para todos e sim por medidas provisórias condicionadas aos interesses de minorias.
A grande maioria das vidas desgraçadas são arrastadas para infelicidade por tão pouco.A constante descrença do bem que é realizado pelos que são hoje sobreviventes do bem, as virtudes que são exercidas com tanta abundância por todos aqueles outros que sempre tiveram tão pouco e mais ainda os órfão do amor de tanto ter dor recompõem a própria história e trajetória ofertando a todo semelhante multiplicado por dez o pouco amor que aguardaram para si, um dia.É da solidão profunda que não mutila e nem adoece que transborda a paixão do amor bom e das carícias da alma que vos fortalece.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
Parece-me justo e muito importante darmos um pouco de doces carinhos para todos nossos irmãos de existência pelo tanto que recebemos de docilidades da vida desde que nascemos.
Pouco importa se Ele não é o seu presidente. Pois é legalmente eleito da maior parte da nação brasileira livre que precisava de uma soberania forte e mudanças nos caminhos democráticos para singularizar a brasilidade amarela como expoente promissor da ampla prosperidade social em nosso tempo.
O pobre se acomoda na pobreza por medo, vergonha e pecado de poder ter um pouco mais que todo mundo já teve em sua sofrida historia pessoal e familiar.
