Pouco
A sua ausência me despedaça pouco a pouco
Trazendo-me uma saudade insuportável
E fazendo com que eu fique louco
Pois em meus momentos...
Me faz tanta falta... Com os teus pecados
Tua saliência e a sua safadeza
Sua gosto indecente;
Que tanto me fez requerente
Mas agora você está ausente
E essa saudade que me vem der repente;
Dê-me um sinal de vida!
Diga que sentes falta também!
Peço a Deus para que volte... Nisso tudo digo amém;
Sou mesmo sincero quando digo... Que sempre necessitei de um pouco de carinho
De um pouco de atenção que preenchesse o interior do meu coração
E sempre morri de vontades de ser desejado em sonhos
No qual não beijo ou que não bebo... Só mastigo a saudade mesmo que não tenha sido minha;
As minhas manhãs é sempre o meu diário proibido
Encantando no embalo e desejando que seja bom;
Esforço-me para que eu passe deixando
Um pouco do meu melhor...
Mas se alguém não me adquiriu
Fora simplesmente
Porque não deu importância;
Nada é mais doloroso que o silêncio do teu próprio pensamento... Que pouco a pouco te sufoca com palavras nunca ditas;
O que realmente vale nessa vida, não é valorizar o que não possui, mas ser valorizado pelo pouco que se conseguiu;
Entendo que a dignidade e a honra está ligado a sabedoria;
Pois pouco adianta constatar a honra e a dignidade sem saber;
Felicidade ainda é pouco para com o que quero, com quem amo!
O que almejo vaga pelo infinito figurativo;
Não dispersarei o pouco de inocência que ainda me resta, pois é com o mínimo de ingenuidade que me seguro nas graças de Deus;
Pouco importa se chegarei tarde, pois o importante é que chegarei;
A minha determinação supera a mais rígida descrença;
Eu odeio o seu jeito
E sua forma de me irritar
Odeio quando você faz pouco caso
E deixa de me ligar
Odeio os seus carinhos
Mas me conforta os seus beijinhos
Odeio suas vinganças
E seu modo de me corrigir
Odeio a sua inocência
Ou pelo fato de você existir
Odeio ter que odiar
Pois o amor e o ódio
Estão juntos à caminhar
E por juntos andar
É que faz minha sina te amar;
