Portugal
O caminho é a salvação, paz e harmonia
Fugir á tentação da rotina assassina
Livrar a nossa mente encherga a saída
pra não viveres numa mentira digra...
Já não conto estrelas minha estrela é só uma, nah...
Nenhuma brilha tanto como a tua
Ela é cadente, encanta bem perto da lua
Ilumina meu caminho em becos escuros lá na rua...
Tome Nota!
Você pode não ter dinheiro, você pode não ter uma mansão, você pode não ter um carro do ano.
Mas, se você tiver Deus no seu coração, você tem tudo. Você possui a maior riqueza que existe na vida, que é a presença do Senhor.
Pense nisso.
Colocar os Médicos alemães a tratar de oito camas no hospital da luz?????????!!!!!!!
Colocar quem a nós veio ajudar;
Em hospital privado é mais uma;
Desta ministra sem vergonha alguma:
Que com todos nós cá anda a brincar!
Não consigo entender, primeiro Costa;
Esse aplicar dos PROFISSIONAIS;
Com tanto precisar nos hospitais;
Públicos de quem a gente mais gosta!!!!!!
Será que não estás a ver o faltar;
Que existe em Setúbal e noutros tais???!!!
Ou estás a deixar-te levar por ela?
Então manda-a é ir limpar capela;
Porque assim só salvarão poucos mais!!!
Quando a tantos poderiam salvar.
Vamos PORTUGUESES TOD@S tentar…
Agora que a Europa em nós presidimos;
Vamos tentar usar uma só voz;
Pra a SAÚDE na TERRA melhorarmos!
Pois se um dia esse saber encontrarmos;
Jamais nos veremos a morrer sós!
Como em esta pandemia, o tão vimos.
Vamos, pois, ronalditos das finanças;
Valorizar a de todos SAÚDE;
Com vosso sábio ver, pra economia!
Pra que essa havida em vós grande utopia;
Jamais nos envie em tanto ataúde;
Jamais tire avós, a tantas crianças.
Vamos aconselhar tal Continente;
Pra que se torne em TAL, melhor da Terra;
Tratando melhor Nela, a TODO o povo!
Que tão precisa deste QUERER novo;
Pra juntos combatermos esta guerra;
Que irá roubar a vida a tanta gente!
Vamos aproveitar toda a riqueza;
Que a nós não pertence, por ser da Tal;
Natureza que a todos acolheu!
Tratando em este habitar tão só Seu;
Toda a VIDA animal e vegetal;
TODA a vida que a Ela tanto embeleza!
Vamos com aquela força ancestral;
Que herdamos, mostrar o nosso saber;
Tão LINDO quando havido pra AJUDAR!
Todo o SER que da Europa, precisar;
Implantando em ela o nosso valer;
Tornando-a desta vida o pedestal.
Vamos agora em esta pandemia;
A este vírus tentar erradicar;
Não esquecendo que o tal começou em um;
Logo enquanto em nós houver, pois, algum;
Que não sinta o contra o tal vacinar;
Irá continuar vendo em nós via!
Vamos, pois Portugueses apostar;
Na IRMANDADE que a todos salvará;
Quer desta praga e de outras que virão!
Pois só com a dos POVOS união;
Quer nós, quer a TERRA respirará;
PUREZA que existe pra nos salvar.
Por isso vamos vacinar os pobres;
Pois sem ajuda a tais não chegará;
Esta libertação humana, ou esperança!
Pra libertarmos TODOS desta andança;
Mascarada, que em tais TÃO ficará;
Enquanto não virmos nos POBRES, nobres!!!
Com esperança;
Injustiças POLÍTICAS!!!!!!!!!!!!
Por não poder ver tais quão sobre um POVO;
Aplicadas por políticos falsos;
Só verdadeiros nesse dela encalços;
Fico sempre a chorar por saber NOVO!
Chorar por mesmos ver no parlamento;
Quer ganhem ou percam as eleições;
Ai como me dói ver lá tais mamões;
Ai como me dói ver tanto jumento.
Jumento a dizer-se ter sido eleito;
Onde houve mais de cinquenta por cento;
De UM POVO que em tais recusou votar!...
Mas que pra lá ter certo esse mamar;
Adaptou com dos tais TODOS sustento;
Transformando: a eleger, torto em direito.
Sem mais por ora digo: apreciem por ex. como este recente em Portugal eleger do papagaio-mor-do-reino nosso, cujos votos apurados, por votantes inscritos, foram: 23,6% tão se transformou em 60,7%!!!!!!! mas isto acontece em todas a eleições e para com TODOS!!!!!!!!!!!!! porque foi assim, que para tais terem poleiro certo, adaptaram os resultados do VOTAR do POVO. Mas afinal, que democracia é esta?
Enfim!!!!!!!!!!!
Com respeito a esta pandemia que nos está a transmudar a todos, social e economicamente, retrocedo um pouco no tempo, recordo aquela frase elaborada para nos dizer que "vai ficar tudo bem", evoco as boas intenções de uma outra frase atribuída a quem tem noção de que o nosso valor nesta vida se resume ao que a Mãe-Natureza,, Deus ou o Criador quiserem fazer de nós, sem deixar ainda de escordar as palavras que eu próprio aqui disse há mais ou menos um ano atrás, quando me pronunciei pela primeira vez sobre este vírus, que tão mal nos tem feito durante este período de tempo. Dir-me-ão as minhas próprias dúvidas que tudo acontece como deve acontecer, que estou aqui por acaso, que calhei a nascer neste palmo de terra a que chamam país, que o ocaso do meu tempo nesta vida pode estar ao virar de cada esquina do tempo, assim como me podia ter calhado em sorte o acaso de ter nascido azul, verde, cinzento ou de outra qualquer cor. Mormente, tenho reparado que esta pandemia nos tem tornado mais pobres em quase todos os sentidos, pois além da pobreza material que tantos portugueses tem afectado, considero ainda mais importante a pobreza mental provocada pelas vicissitudes deste vírus, que nos tem afastado cada vez mais uns dos outros, podendo ser um alimento muito perigoso para o futuro, se nos deixarmos levar pelos preceitos mais radicais ou se formos atrás de ladainhas criadas para endrominar as mentes mais fracas. Vim a este mundo porque o meu destino assim o quis, estou cá para não ser mais nem menos do que ninguém, e não me venham com discursos assentes em segregação de pessoas, ou em bairrismos baratos, porque eu, enquanto me considerar humano, não embarco nesses carnavais que tão má memória causaram ao passado da nossa santa inquisição. Costumamos dizer que as atitudes são de quem as pratica, da mesma forma que também dizemos pomposamente que somos seres racionais, e não será descabido neste momento o facto de metermos o juízo no sitio para evitarmos que as nossas atitudes sejam um dia recordadas como um destempero neurótico de ocasião, onde aqueles que nasceram para estar sempre à espreita da fraqueza dos outros não perdem uma única oportunidade para fazer jus às suas maldosas intenções. Cada qual é para o que nasce e há sempre quem se aproveite deste tipo de convulsões sociais para nos dizer o motivo do seu nascimento De que nos serve ir à Lua, a Marte ou a Vénus, se não conseguimos ir até dentro de nós? De que nos valem todos esses milhões de diplomas se nos comportamos muitas vezes como verdadeiros analfabetos da verdadeira essência da vida? Não quero estar a ser pessimista, mas pelo andar desta carruagem pandémica, muito pouco voltará a ser como antes e tudo o que tem acontecido nos últimos tempos em Portugal é apenas a germinação de uma desordem provocada pelas sementes que lançámos a esta terra nas ultimas décadas, de uma maneira dissimulada e sem que a maioria das pessoas se apercebesse desse facto. Ademais, como ando a dizer há mais de vinte anos, a Educação e a Justiça, esse dois pilares tão importantes de qualquer sociedade, não têm sido bem geridos e não têm sido eficientes no desempenho das suas funções, dando azo a toda esta onda de extremismos que assola a nossa região. Uns porque não se querem integrar, outros que não lhes interessa que os outros se integrem de mais, para não haver muitas misturas e para poderem controlar mais à vontade os tachos, os tachinhos e tudo o que tenha a ver com os fundos do erário público, tal como se fazia no tempo dos reis e no tempo da outra senhora. E assim vamos caminhando para essa divisão de classes, muito ao gosto de quem se julga superior ao seu próximo, num processo muito idêntico às monarquias do passado e à república ateniense, com consequências imponderáveis para o futuro social dos portugueses, particularmente nas regiões do interior. Leva-me a crer que algumas pessoas gostam que as regiões do interior sejam cada vez mais desertificadas para estarem mais à larga e para se sentirem donos, senhores e mais importantes. Desta forma, nao será fácil inverter a desertificação, nem tampouco criar alguma vez uma harmonia social condizente com uma sociedade inclusiva e multicultural. Por consequência de tudo isto, vamos vivendo numa espécie de ditadura oculta, na qual o medo já se tornou o pão nosso de cada dia e em que em vez de se tentar levar o povo ao nível da cultura tenta-se cada vez mais levar a cultura ao nível do povo.
A covid-19 e nós Portugueses ou os PIORES do mundo!!! mas por culpa de quem?
Por da saúde todos dependermos;
Só quem o PAÍS bem apetrechar;
De ser PIOR do mundo vai escapar;
Como o nós já tais fomos, sem querermos!
Agora que viste primeiro Costa;
Que este vírus em nós se acomodou;
Reforça o SISTEMA que a nós curou;
Aquando o em tão doentes com tal bosta!
Reforça-O impedindo o mau despedir;
Dos dele: tão BONS profissionais;
Pois como ELES não encontrarás mais TAIS;
Por tal não os deixes mais de a nós fugir!
Aproveita essa por vós nomeada;
Bazuca pra salvares a em nós VIDA;
Tornando Portugal um dos melhores!...
Não esquecendo o em nomeados: PIORES;
Do mundo, por tanta vida perdida;
Por tão ser por vós desconsiderada.
Por da saúde todos dependermos;
Só quem o PAÍS bem apetrechar;
De ser PIOR do mundo vai escapar;
Como o por vós tão fomos, sem querermos!
Agora que viste primeiro Costa;
Que este vírus em nós se acomodou;
Reforça o SISTEMA que a nós curou;
Aquando o em tão doentes com tal bosta!
Oh vale encantado da tempestade sentida...
oh livro que acabei de ler..
que deste-me a serenidade
que eu tinha perdido ,
a lucidez que deixei de sentir
sentimento adormecido,
esquecido,abrasador,vida amarga,
oh alma que te perdeste...
em trilhos ,caminhos da saudade....
entre estevas, estevinhas,olmos....
fragas,oliveiras e castanheiros....
oh vale encantado entre as serras e os montes..
deste nosso e amado Portugal...
onde a raposa, repousa e faz o seu covil...
onde as cobras mudam de pele,
onde anda a alcateia deste lobo solitário...
oh vida triste, vazia, sozinha...
onde mato a sede na fonte no monte...
deste vale encantado,que é a minha vida.
A EDUCAÇÃO DOS ANOS 80
“Podes correr contra o tempo, mas tens a noção que nem uma, nem duas, nem três vidas… chegam para recuperar 1/10 do tempo perdido!
Assumindo que o ‘perdido’ não é mais que a ausência de estímulos, que em rigor, não foram premeditados, mas ingenuamente assimilados pelos outros, que Te transmitiram o que podiam!”
Ser
A distância alimenta o poder e imensidão da ausência que por sua vez faz de nós um Povo diferente. Um Povo único na sua forma de Pensar, Sentir e Agir.
Por isso somos Portugueses, por isso somos Saudade.
Nem todos os Barradas, não são Barradas de verdade mas os que realmente são Barradas, são Barradas pela liberdade, pela bondade e para a eternidade.
"Eu não sou daqui, sou de outra cidade
Não és Árabe ? Não sou Português!
Talvez seja esse o problema...
Bem-vindo a Portugal !!!
Ainda não tens cartão de cidadão, trabalho e casa ?
Então és sem abrigo de nacionalidade Portuguesa..."
Dois Sismos
Há um ano atrás, aqui em Albufeira fez um sismo! Não foi um sismo muito forte, mas deu para senti-lo bem! Por acaso deu nas notícias! Aí Deus me disse " Você sabe porque é que o sismo, foi pequeno? Porque você estava aí! Você é importante, por isso é que o sismo foi sem gravidade!" Aí eu agradeçi a Deus! Há um mês atrás voltou a fazer outro sismo! Este foi mais pequeno do que o outro. Mas foi igualmente noticiado nas notícias. Aí eu ouvi Deus outra vez dizer " Vê como eu estou com você! Mais uma vez o sismo foi pequeno, porque você estava aí! Assim como o sismo, foi pequeno, muitos outros males têm sido evitados em Portugal porque você está aí"! Então eu disse a Deus! Eu sei, Senhor. Tu sempre estás comigo e tens por amor de mim, evitado muitos males, neste país!
Jaz Morto!
Zak! Morreste!
Jaz amado foste!
Jaz triste pernaneceste!
Reclama para o diabo!
Amigo, morte já te chama.
Zak! Apodreceste.
A vida foi bela.
Viúva mulher tu deixaste!
Filhos órfãos tu perdeste!
Caí sobre o império...
Zak! Reflete...
Não largues a esperança
Porque talvez a morte não foi em vão.
Tua bravura foi reconhecida
Pelas almas dos mais fracos!
Entreguei alguns de meus
marcos poéticos nas mãos
do Invencionarium
e nos braços da compaixão
neste mundo onde uns
fazem questão de odiar
sem conhecer ou por
qualquer razão vulgar.
Cada um dos meus marcos
poéticos na Praça do Sertório
em Évora são como orações,
Onde muitos desistem
de sonhar assim sigo com
o meu ofertório poético
na esperança que venham
na vida voltar a sonhar.
Declarei-me assim a poetisa
dos invisíveis deste mundo
não importam onde estejam
os meus versos irão alcançar,
Porque a paz que eu quero
é aquela que vai se espalhar.
Cante da Modista
Abrindo as janelas da memória
e o porta linhas da origem:
cinco são os fios da História
que seguem costurando o destino.
O rádio toca o Cante Alentejano
e o atelier da modista inunda
unido ao batuque da costura
de quem começou na vida cedo.
Relembrando a mocidade,
com o coração no ritmo da música
e a esperança formando a costura
para as Saias da nossa Cultura.
O Cante da Modista feito
da poesia que a rotina veste,
e para muitos simples parece:
vencendo com dedicação e prece.
O Cante da Modista feito da poesia que da esperança se enfeita
e de toda a tristeza do mundo rejeita:
uns sem ver o quão vibrante quê
vive enaltecendo uma região inteira.
