Poeta

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⁠Nós nos perdemos ( Poeta Brasileiro Sidarta Martins)

Nos encontramos em uma esquina,
Lembra-se?
Era um entardecer
O sol, astro rei
Rei da vida
Iluminava nossos caminhos
Iluminava sua beleza.
Como você era bela!
Como era belo olhar pra você!
Como era encantador o reflexo de sua pele ao sol,
Fiquei cego!
O encanto tomou conta de meu ser.
E você tomou conta de mim!
Lembra-se?
Nos envolvemos pouco a pouco.
Envolvemos nossas vidas
Em um vai-e-vem sem fim.
Você era bela!
Como era belo ouvir você!
Sua voz, doce e amiga.
Sua candura, um toque de anjo em meu coração.
Nossos olhos se encontraram.
Naquela esquina nossas almas se envolveram
Para a vida!
Naquela esquina nasceu o amor
O amor do jeito que nós conhecíamos
Naquela esquina nos demos as mãos
E fomos vagar pelas ruas e avenida
Perambulamos pela vid’afora.
Andamos pelo mundo.
Eu e você,
Você sempre comigo!
Apaixonado, cego, acreditava eu estar também com você.
Lembra-se?
Como era doce e belo andar de mãos dadas.
Como era encantador ver o encanto do sol
E ver o seu encanto
Ao entardecer.
E chegou um final de dia,
E outro, e outro, e outro...
E chegou a noite!
Nossas mãos, tão juntas,
Nossos corações, tão entrelaçados,
Foram ficando descuidados, nos descuidamos de nós.
E antes que chegasse a madrugada,
Antes que raiasse um novo dia em nossas vidas
Nossas mãos se soltaram.
Descuidadas, nossas mãos se soltaram
E nossos corações se soltaram!
Era noite!
Aquela esquina tão bela, e tão radiante
Ficou distante, distante, distante...
E nos perdemos!
Nos perdemos um ao outro,
Nos perdemos um do outro...
E não mais nos encontramos!
O encanto se desfez, a madrugada chegou.
Veio um novo dia,
E mais um,
E outro ainda.
E eu, aquele cego, descuidado, apaixonado,
Vivo à minha procura
Em cada esquina,
Em cada entardecer.

Inserida por sidartamartins

⁠Sonhos de menino

Quando criança, no Vale do Mucuri
sonhei ser um extraordinário poeta.
Queria contar o lirismo em versos e prosa,
sonhava mergulhar na essência de uma pétala,
triunfar no néctar da solidariedade humana,
queria descrever a beleza exuberante das águas
que sobem e descem,
sob acordes de uma bela ária
riscando os ares da Praça Tiradentes,
na minha amada Teófilo Otoni,
acreditar na transcendental força do amor,
mergulhar visceralmente no azul do mar,
desfrutar do belo colorido do arrebol,
da magia da praia de Boa Viagem,
desfilar na estonteante beleza
de Itapuã, Praia da Costa, Ipanema
Senti o calor humano em Nova Viçosa, no belo Prado
A beleza singular de Mucuri e Caravelas
do encanto lunar nas noites primaveris,
queria fazer jorrar o sangue da liberdade,
destilar estilhaços de sentimentos,
com lhaneza, afeto, leveza,
colimava mirar o céu de estrelas,
arrancar pedaços de nuvens,
narrar em poesia as belezas de Floripa,
antes e depois da ponte da Luz,
ser estimulante da promoção da paz,
difundir o humanismo entre os povos
descrever a luxúria da Lagoa da Pampulha,
Sonhava com o Ibituruna e com a Ilha dos Araújos
Sonhava conhecer a incrível Salamanca
O design profuso de Milão
Passear na orla da Lagoa Santa
Apreciar a lindeza de Boa Esperança
queria ter a chave do perdão,
ter fé no homem, fé na vida,
apreciar os meninos correndo sem medo,
nas ruas e avenidas do eterno Bela Vista
amar a inocência dos animais.
Admirar com deleite o Alto do Iracema
O tempo se esvaiu e o menino cresceu
Da grandeza e regozijo de Mucuri
Ao deleite de Topázio, branco, azul, imperial
Amando uma pasárgada imaginária
O sonho passou subitamente
Os versos vieram juncados de amor
Com baunilhas e manacás-da-serra
Sonhou ser poeta, nasceu o poeta

⁠Era uma vez um sonho
(O poeta e um anjo)

Era uma vez um sonho...

Era uma vez um sonho
Um sonho de amor que eu sonhei
O poeta e um anjo
Uma história de amor que imaginei
Ela parecia uma princesa
Seu coração eu amei
Ela tinha a voz de uma sereia
Uma vez sonhei que a beijei

Era uma vez um sonho...

Era uma vez um sonho
Um conto de fadas
Uma poesia de amor
Um anjo com suas asas
Que tocava uma linda melodia
Com o doce toque da harpa e da lira
No paraíso e em seus campos floridos
Eu olhava o brilho de seu lindo sorriso

Era uma vez um sonho...

Era uma vez um sonho
Um poeta que se apaixonou
Por um lindo anjo
O coração do poeta amou
E sonhou com um doce beijo
Daquela que era sua amada
Com o brilho de seus olhos ele sonhou
Mas foi tão triste quando acordou

Era uma vez um sonho...

Era uma vez um sonho
Uma estrela que brilhava no céu
Uma rosa orvalhava amor
Uma noiva rumo ao altar, e seu véu
Do branco mais puro tinha a cor
Um doce sonho de amor o poeta sonhou
Mais doce que o mel era seu amor
Mas chorou quando seu anjo para longe voou

Era uma vez um sonho...

Era uma vez um sonho
O poeta e um anjo
Era uma vez um sonho
O poeta e um anjo
Era uma vez um sonho
O poeta e um anjo
Era uma vez um sonho

Era uma vez um sonho...

Inserida por lucas_jose_1

⁠O poeta cede do pensar, as visões que o fizeram cegar.

Inserida por humberto_nogueira

⁠Seus olhos

Fazer amor com amor não é pecado
Mas o rio sem pedra não é riacho.
O poeta sem a sua musa é puro fracasso.
Eu tenho você luz bela no meu retrato.

Acho lindo você sorrindo alegria no peito
Meu coração um tapete vermelho perfeito para quando você desejar passar.
Como rio que desce as pedras encontrando com o mar.

E não se preocupe quando meus olhos ficarem azul...
Ele apenas dar sinal que o mar é o destino final.
Você meu pequeno rio que tanto eu amo,
Eu as vezes verde mas para ti sou azul como oceano.

Não despreze o seu medo ele também é amigo.
Se o destino lhe trouxer amante bonito.
Quero que venhas feliz comigo
Para amar o paraíso que nós construímos.

Inserida por Itaoe

⁠O poeta só tem duas coisas para fazer no mundo, sentar e escrever e levantar e morrer!

Inserida por Diarioteologico

⁠Quem se demora na saudade está suscetível à poeta se tornar.

Inserida por eusdemim

⁠Retratos de um Poeta


O Poeta imagina o que não sabe.
E quando sabe ,nem ele mesmo sabe que está imaginando.
Retrata o que não vê.
O poeta maquina uma ilusão nunca vista ou vivida.
De repente os retratos reais e metafóricos começam e mostrar suas virtudes e seus defeitos.
Lembranças conexas e desconexas se perdem em seus retratos.
Os Retratos de sua alma inspiradora vão tomando suas formas.
Alguns são retratos demasiados e vem de cenas que não existem,
Ou de filmes que não passaram nem no cinema e nem na televisão.
As histórias se criam ser ter passado pelos filtros da emoção.
Seus retratos são pintados sem tintas e sem pinceis.
Ele sente que algo faz fechar seus olhos e sem ele esperar o poema ja se retratou.
Esse modo de retratar as coisas pertence só a mente de quem é poeta e ele, não precisa do retrato para saber como sua mente inspirou,
Apenas imaginou sem perceber,
E foi assim que esse poema
Se formou....


Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Ilusão de um Poeta



Escrevendo,
Ainda irei decifrar o amor , a gratidão , a compreensão , a luz , as trevas e muito mais.
Mas como sou pequenino demais,
Não sei se sou tão capaz.
Mas tentar é meu dever.
Por vezes choro sem saber porque estou chorando.
Por vezes, minha alma se alegra.
Por vezes, nem sei o que estou escrevendo.
Começo a pensar e fico meditando.
E pensando não consigo fluir em minhas escritas.
Eu preciso estar totalmente fora de mim para uma poesia escrever.
Certas situações me adormecem,
É como se eu estivesse num coma profundo.
E quando eu volto, já terminei o que nem sei o que comecei.
Estranho é tudo isso.
Só espero nunca sair de mim e escrever algo que comprometa a mim e outras pessoas.
Certo dia me perguntaram o meu nome,
Como eu não soube responder com precisão,
Apenas enfatizei:
-Sou um poema que ainda não começou;
Sou uma ilusão incacaba;
Sou um passarinho solto no ar;
Esse sou eu.
Quem quiser saber mais sobre mim,
Terá que aguardar um pouco,
Pois,
Quem sabe na próxima inspiração
Posso eu dizer,
Quem eu sou.......



Autor : Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Mente de Poeta.


As vezes,
Entre as madrugadas frias que passo.
As neblinas lavam minh'alma.
Os escuros me enobrecem.
Breu que soa e ressoa nas poesias que me enaltecem.
De olhos atentos,
Percebo que as indignações são férteis.
Nas imaginações que vagam.
Névoas que se desfazem.
Icebergs que desabam e inundam os versos que eu faço.
Porquê tudo isso oh ! Senhor dos senhores ?
Porquê ?
Me dê ,
Me dê uma resposta oh! Santidade.
Me socorra dessa insanidade.
Antes que eu desapareça,
Nesse naufrágio......
Por vezes,
Enfatizo para mim mesmo.
Mente de Poeta que se abre e se fecha.
E tenta buscar o real segredo,
Das lacunas que se rasgam em suas qualidades e anormalidades.....




Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Eu nasci poeta para tentar interpretar o amor. O amor é maior incógnita da vida. Esmiuçar esse sentimento me dá a possibilidade de vê minha pequenez diante a grandeza da tentativa.

Inserida por Lino-Sapo

⁠O futuro Poeta e o Professor.

Fui fazer um curso de poesias e o professor de literatura perguntou-me:
_Ei rapazinho,
O que queres aqui?
Respondi:
-O que eu quero?
Oh! Professor.
-Será se estou no lugar errado?
O professor enfatizou:
-Os alunos aqui são bem humorados, sorridentes e nunca me deram trabalho.
-Professor, não irei então me matricular aqui, pois vim aqui para aprender,
No entanto,
O meu lado externo é um verso inacabado.
Dá risadas sem saber porquê está sorrindo.
E o interno é uma frase ainda em construção.
E mesmo assim,
Vive chorando e as risadas são falsas por fora.
Entre os dois lados que tenho,
Sou esse aqui que se apresenta agora.
Já o outro é a escola, que ainda não existe.
Mas tudo bem!
Já estava de saída mesmo.
Adeus então,
E até outra hora.....

Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Imagem do Google

Inserida por JoseRicardo7

⁠O poeta em seu Sol


Em meus sonho de todos os dias, está na noite que sempre é quem sempre me dirá que existe, a realidade e os propósitos de minha vida adolescente, a máxima da realidade é tão interessante quanto os lugares que vivo, ao me descrever o tempo é das cores, dos lugares vividos ou turvos, onde acordando eu durmo escrevendo a poesia que vem e vai, me conduzindo voando em épocas de Manoel Maria Du Bocage a
William Shakespeare, onde o vento que sobra semeia poesias.

Inserida por biohelioramos

⁠Marcas de um Poeta.

Como teu homem,
Tua pele marquei.
E eu não preciso escrever versos onde já deixei minhas digitais.
Teus gemidos expressou a mim,
Tudo que em palavras você não expressaria.
Olfato gravado.
Paladar por mim bem lembrado.
Ativei em ti,
Minhas loucuras e devaneios.
O duelo foi ofegante.
Eis a razão,
Agora,
Olhe-se no espelho.
Verás as marcas de um Poeta,
Em ti......

Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠O poeta deve ser o primeiro a entregar-se à Deus, o primeiro a evangelizar, por Deus e para Deus, também, o primeiro a dar louvores à Deus; porque assim, sim, ser-lhe-á dado de forma multiplicada por Deus. Aí, então, encontrará o sucesso do seu futuro, no talento do seu pensamento, na sua letra, porque a fonte de todo o dom ou talento é somente Deus.

Inserida por BORABORA03

⁠· 20 de outubro de 2012 ·

( 002 )


FANTASIA

* Jenário de Fátima *

Um Poeta, quando fala às estrelas
Elas atenciosamente escutam.
Não questionam e jamais refutam
O que o poeta tem para dizê-las.

Conta, que o poeta pra entretê-las
Usa seu mais forte argumento,
Aqueles versos cujo encantamento
As lágrimas não há como contê-las.

Por isso, quando a noite envolve o mundo
E vemos numa fração de segundo
Luzes vindas do céu em linha reta.

Se crê que estas luzes simplesmente,
São lágrimas de uma estrela inocente
Que vive namorando algum poeta…

Jenário de Fátima

⁠Há dias que as palavras conversam com o poeta, mas há outros, que elas sentam-se ao lado dele, mas permanecem caladas.

Inserida por ednafrigato

⁠O amor e um Parasita
Minhas dores são
Seu hospedeiro
As Lágrimas de um poeta
São Para nutrir sua sede.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Sou poeta
Gosto de imaginar
Vejo no céu muitas estrelas
E procuro a tua alma
Aquela que brilha sem parar
E faço uma viagem
Entre a terra e o mar
Ao sopro do vento
E lá você está
Não precisa ser especial
Mas que saiba me respeitar
E também voar
No meu mundo da ilusão
Onde podemos viajar
Percorrer estradas
Nos caminhos diversos
Encontrar, caverna encantada
Cachoeira de águas cristalinas
E encantar com a vida
Num suspiro forte
Te amar!
@zeni.poeta

Inserida por zeni_maria

⁠

Poema inacabado

É Poeta,
És Tu!
Sua poesia solitária nas iniciais de uma escrita qualquer.
Surgem versos improvisados, há alta hora da madrugada.
Tuas asas se fundem com a dela, uma dor e uma cratera.
Abandonado...
O poema encetado se perdeu e ficou para trás.
Em breve, o Sol irá nascer e mais uma vez ficará exposto ao tempo e uma poesia inacabada se diluirá.
O que era para ser doce, azedou!
Daquela alegria ingrata, carrego o que me restou:
Saudade e amargura sentida de mais um verso que não se findou...
Sofrido e gelado é o tempo onde meu coração ficou.
Mas ele é gentil, e me fez olvidar a dor, trazendo-me de volta um Amor que nunca acabou.
Por isso me declaro á ele.
Um solitário,
Inspirador......



Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7