Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Fazer previsões é fácil. Difícil é barrá-las. Em 2030 - a Grande Depressão, com quedas de 4 grandes empresas. Grande Guerra - 2040, envolvendo 4 países. Trabalhemos duro, para que isso não aconteça.
Se cuidem! Se amem!
Se levante, agora não é tempo de chorar
Você tem ainda muitas guerras pra ganhar
Deus te fortalece e garante que nesta peleja é mais que vencedor
Porque ainda podes POUPAR muitas vidas e sofrimento a toda a humanidade, mas principalmente ao já tão MARTIRIZADO POVO Ucraniano, acaba com essa guerra zezinho!!!
Com tua esposa e filhos protegidos;
Está todo o teu POVO abandonado;
A ser bombardeado e trucidado;
Enquanto estais em bunkeres metidos!
Metidos, e escondidos a assistir;
Ao chacinar desse POVO inocente;
Mais vossos HERÓIS da linha da frente;
Devido a em ti, tão burrice insistir!
Insistir em manter-te nesse altar;
Político em que os tais te colocaram;
Iludidos pelo "servo do povo" ...
Cujo papel, foi o bom professor novo;
Que tu e os oligarcas inventaram;
Prometendo a com corrupção acabar.
Que pena, não sentires O DOER;
De a quem, tens condenado a TÃO SOFRER;
Nessa guerra, IMPOSSÍVEL de vencer!
Um país foi atacado e irá revidar,
Duas potências mundiais estão prestes a se enfrentar,
A ira de um país irá nos aterrorizar,
Uma pergunta que nos faz pensar
Se uma terceira guerra mundial iniciar,
O que irá sobrar?
A guerra pela paz, seria ironia ou tirania?
"Lama, água e agora fogo,
Sonhos interrompidos,
Vidas perdidas,
Famílias angustiadas,
Corações quebrantados,
Uma cidade em guerra,
Um país em luto,
E uma pergunta paira no ar:
- Meu Deus, o que ainda virá?"
Não percas Zezinho esta retirada...
Aproveita agora esta retirada;
Pra negociares com quem tal fez;
E implantares a PAZ, na vossa Terra...
Porque ela, parecendo muito, é nada;
Comparada com o tanto que desfez;
Na vossa Ucrânia, por vil e atroz guerra.
Não consideres isto uma victoria;
Mas tão somente uma oportunidade;
Pra de uma vez por todas acabares...
Com mais matar, pra que fique na história;
Registado, um avançar de verdade;
Pra a PAZ, dado que agora, não há ganhares!
Porque esses ganhares, só eram tidos;
Se essa guerra, tivessem evitado;
Se essa guerra, a vós desse, vencedores...
Porque após tantos bens tão destruídos;
Tal como, tanto POVO trucidado;
Após tal, só pode haver perdedores.
Por isso, grande herói, pois, quem me dera;
Ver entre ambos, um acordo firmado;
Ver entre ambos, a PAZ, que antes havia...
Antes, quer putin, quer tu nesta era;
Terdes, tal tormenta despoletado;
Terdes, provocado, tanta avaria!!!
Espero bem que após este em vós ver;
Que de uma guerra, vencedores não há;
Vos senteis, à mesa e negocieis...
A PAZ, porque em ela sim, há vencer;
A PAZ, para que ela a vós, venha já;
A PAZ, pra que A entre vós, pois, implanteis.
Como pensaste um dia entrar pra a Nato;
Estás agora a levar tua gente;
A festejar, não sei quê, nessa Terra...
Estás com tal, pra os tais, a ser ingrato;
Nesse ambiente tão de PAZ, ausente;
Nesse ambiente ainda tanto em guerra.
Em vez de festejos, dá ao teu POVO;
O que ELE, tanto anseia em essa Terra;
Que é uma garantia que a PAZ...
Acordada, a vós voltará de novo;
Acordada, acabará com tal guerra;
Que tanto matar a uns e a outros só traz.
@manuelsalvadorsantos
Diáspora Alemã
Tudo era tão normal
Apenas pessoas comuns
Mas de repente tudo mudou
Quando um homem aqui chegou
Um símbolo em mim colocaram
Já não sou mais bem aceito
Todos somos desprezados
E tratados com falta de respeito
Nossa vida abandonamos
De nossas casas fomos tirados
Nosso povo que era rico
Agora é tratado como lixo
E então somos levados
A lugares bem apertados
Onde outros de nós estão
Dizem se chamar Campos de Concentração
Quando sairemos?
A morte ou a libertação?
Vivemos esperando...
Não temos outra opção
Um dia soldados chegaram
Muitos de nós arrastaram
Estou em meio a multidão
Que marcha sem saber a direção
Tudo escurece pra mim
O ar começa a faltar
Já não aguento mais resistir
E tudo termina aqui...
"Nós entendemos errado a palavra do nosso Pai.
Ele disse 'amai-vos uns aos outros' e ouvimos 'destruam uns aos outros'.
Ele disse 'perdoem setenta vezes sete', e preferimos bombardear dez vezes mais.
Ele nos deu o livre-arbítrio, e usamos pra construir ogivas.
Nos deu a fé, e transformamos em sangue.
Nos deu a terra prometida, e fizemos dela um cemitério.
Seja Deus, Alá, Yahweh, não importa.
A fé se tornou irmão matando irmão. E Deus? Deus não aplaude, Deus chora."
Filhos do Deus de Abraão: os judeus
declaram-se descendentes de Isaque.
Já os muçulmanos dizem que Maomé é da linhagem de Ismael. De modo que, Israel e Irã estão prestes a promover uma guerra nuclear, na terra chamada 'Santa'. Interessante, ambos os lados afirmam que sua religião
promove a paz.
Ninguém em sã consciência quer viver ou reviver guerras covardes porque governos não se entendem conversando.
O terror está para os inocentes e aos bons.
“A paz é o caminho”
#bysissym
“Malditos serão todos aqueles que ousarem afrontar o Leão de Judá.
Serão envergonhados e reduzidos ao pó, como foi no passado, será no presente e também no futuro.
Nossos olhos verão, assim como os olhos dos nossos antepassados viram, a destruição dos que ousaram perseguir os ungidos por Deus. Suas descendências serão lembradas nos livros da história, como foi a dos filisteus.
Eles dormem maquinando o mal e despertam apenas para praticá-lo. Deus abomina suas obras e suas maldades.
Viveremos e testemunharemos cada um deles sendo reduzido ao pó.”
Furtado, Brunno
14/06/2025
Quantos Hitlers nesse hit ? (licença poética)
Os palácios de ouro, suor do infinit’,
Enquanto a fome morde o grão proibit,
Sangue no contrato, cláusula maldit,
O poder? Um veneno lentamente sorvit.
Eles assinam paz com tinta de conflit,
Sob o holofote, sorriso de granit,
Mas nos porões do mundo, ecoa o grit’:
Quantos corpos cabem no vosso édit ?
O discurso é um véu, tecido do mentit,
A verdade? Afogada no rio do omit,
Enquanto o fogo consome o último refúgit,
O jogo sujo do poder não tem pudit!
Guerras por petróleo, o mapa se reescrevit,
O planeta arde, e o tratado? Adiit ...
São réplicas do mal, em traje de gala vestit.
Oh, farsa infinita! O mesmo script maldit,
O mesmo olhar de águia sobre o abit,
A mesma semente do caos, germinadit ...
Se minha licença poética te agride,
Sai da frente porque não tenho limít !
Trumpit no palco, discurso de ódiit,
Satanyarrit esfregando o cetro maldit,
Bolsonarrit? Sangue no chão, legitimit ...
Todos farinha do mesmo saco podrit !
Olha o jantar dos senhores do conflit:
Cada migalha, um país em colapit,
Cada sorriso, um tratado corrompit,
Cada aperto de mão, um povo sugadit !
Não me venham com bandeira de unit,
É fogo no morro, grana no refugit,
É o planeta gritando: "Basta, maldit!
Enquanto assinam leis pra proteger o ilícit !
São frutos da mesma árvore do infindit,
Cópias do horror, só que em design revisit,
Máscaras de chumbo sobre o mesmo grit’:
Mais quantos Hitlers nesse mesmíssimo hit?
A principal diferença entre justiça e vingança reside nos seus objetivos e métodos.
A justiça busca uma reparação justa e imparcial, baseada em critérios legais e proporcionais, enquanto a vingança é motivada por emoções pessoais, como raiva e desejo de retaliação, podendo levar a consequências desproporcionais e fora de controle.
É muito triste entrar nas redes sociais ou ligar a TV e ver notícias que nos fazem desacreditar no ser humano: ser humano atacando ser humano, como se fôssemos a pior espécie.
Inocentes sendo mortos e feridos sem qualquer culpa diante da ganância e do ego inflado de pessoas insensíveis e desumanas. Crianças chorando, assustadas… isso dói na alma.
A violência nunca deve substituir o diálogo.
Vivemos tempos difíceis, em que muitos países continuam brigando por valores distorcidos, interesses pessoais e mesquinhos como dinheiro e poder. Esses foram, no passado, os principais motivos das guerras, e ainda hoje corremos o risco de repetir os mesmos erros.
O grande problema é que, atualmente, as armas nucleares, biológicas e os armamentos bélicos são muito mais avançados e perigosos. O simples acionamento de uma bomba atômica pode extinguir completamente a vida na Terra.
O destino de todos nós está nas mãos do próprio homem. A guerra é terrível, mas a pós-guerra é ainda pior.
O dia raiou
A flor no chão,
A flor... Oh! Querida,
Era para ti, era...
O mundo virado,
Virado... O mundo!
Guerra no ar,
O teu lenço no chão,
No chão... Trêmula
Está. Mãe carrega
O meu ser em teus braços.
Carregue... Quero viajar
No mundo dos sonhos.
Viaja meu bem
Para todo lugar
Caminha no além
Vamos voar.
Pego a flor, e pego o lenço
Umedecido.
Me debatendo, desesperadamente, busco chegar a superfície. Evitei mergulhar a fundo em mim mesmo por muito tempo, mas fui sugado, lentamente, até me ver completamente submerso.
Como num lago escuro e vazio, tomado por um silêncio ensurdecedor que me grita de volta de forma incansável, me puxando cada vez mais para baixo. Tirando-me a força e o vigor de tentar novamente.
Então afundo em silêncio enquanto vejo os últimos raios de luz desaparecerem na superfície. A única coisa que penso é que minha cabeça deveria estar acima de toda essa água.
Temperatura cai, madrugada fria
Espera pelo dia, como quem espera a vida
Se encolhe no quanto do quarto pra se esconder
Mas fugir como se a guerra é dentro de você?
Teme a escuridão e o silêncio fala alto
Te deixando no chão, tomando sua fé de assalto
Não vê a hora da luz entrar pela janela
Quando o sol nasce e a verdade se revela
Um copo de vinho
Duas taças de amor
Lembranças ao vento
De quem me amou
Coração vazio
Um náufrago do amor
Perdido no abismo
De quem me amou
Detalhes eu me lembro agora, não
Como era antes, flores, versos, vinhos
Amores de amantes acabou
O que era pra sempre amou
Quem sabe em outros universos paralelos
Eu não te conheça outra vez
Talvez em outros olhos assim tão belos
Eu não me apaixone outra vez
Em um dia de chuva, em casa ou na rua
Eu, esbarre em você
Eu inventei a máquina do tempo
Viajei em sonhos, pensamentos
Em busca de você
Eu vi os seus amores paralelos
Eu vi seu coração virar de ferro
Mais, não consegui te esquecer
Por quê amor amo você?
