Poesia sobre Doçura
Pés descalços,
Calçados,
Com chinelo, coturno, tênis, tamanco,
Sapato de salto alto, sandália, e bota de falso couro,
E o que mais se tem nestes metros quadrados,
É pé rapado meu senhor dos desafortunados,
Sujos, soltos, cansados, presos e amarrados,
Me socorre de tanta pisadura dura,
Que nossa alma quase desgraçada,
Está descalça e sem doçura,
Minhas palavras tem objetivos de fazer o que as minhas mão nas fazem, tem o objetivo de fazer o que os meus lábios somente diz, elas tem o poder de levantar o caído, de abraçar os corpos que foram fragilizados pela dor das pancadas; tenho o cuidado que elas alcancem as almas dos constritos de coração.
minhas palavras me trazem os frutos das sementes que um dia os meus lábios plantaram, me traz o sabor da vida que um dia me foi negada por não serem atendidas, minhas palavras me transformou, quando eu lhe dei vida, antes de saber o quanto ela realmente valia, eu não lhe dava a real importância, por isso sei que não posso tocar as psiques da pessoas com as pontas de meus dedos, mais posso fazer que eles voem ou vivencie emoções sem ao menos saírem do sofá de sua casa. Há gente que gosta de encantar serpentes, outras gostam de encantar animais exóticos, mais há pessoas que amam ser canal de benção, fonte de ternura, sombra de socorro, torre forte e lugar seguro.
H.S
o conselheiro Henrique Silva.
Um brinde
aos que sabem
usar as palavras
para abrir sorrisos.
Aos que ainda não aprenderam,
minhas preces.
Sweetheart💕🌻
Teu jeito de ser é um mimo
A matemática sabe
Que és meu número primo
Nem gelo consegui a tua frescura
Nem a manga tem a sua doçura
Nenhuma outra esta a tua altura
Quando alguém me diz que sou "um doce de pessoa", me lembro que já passei tantas experiências ruins na vida que poderia ter me tornado uma pessoa muito amarga. Mas, em vez do amargor, abracei a doçura.
.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Sweetheart 🌹🍪🍩🍭🍬🍫🍦
Teu jeito de ser é um mimo
A matemática sabe que és o meu número primo…
Nem gelo 🧊 consegue a tua frescura…
Nem a manga 🥭 tem a tua doçura…
Nenhuma outra está à tua altura…
“O mundo tem estado amargo com problemas diversos, as pessoas estão muito ansiosas, não permita que as circunstâncias apaguem a doçura que existe em você.”
#bysissym
Às vezes a flor
é mais linda
e perfumada
do que a fruta
que gera
às vezes o mundo
nos expulsa
e o submundo
oferece doçuras
às vezes a promessa
a esperança
e a verdade
são loucuras
às vezes…
só às vezes.
Entre aromas e histórias,
sou essência,
um abraço que aquece,
uma alma que pensa,
um poema que cresce.
Percebo afinal meu pecado...
Em silêncio mais profundo...
Faria piedade a toda a gente...
Esta pena, esta dor...
Este é o preço da vida e todo o seu valor...
Horas que perdemos...
Vão pelo espaço acompanhando os astros...
E todo este feitiço e este enredo...
Na luta dos impossíveis...
Tão profundo meu segredo...
Das profundas paixões...
Dor infinita...
De guerra e amor e ocasos de saudade…
Da alma o profundo e soluçado grito...
De que fui para ti só mais um neste vasto mundo...
Hoje triste ouço a solidão...
Da luz que não chegou a ser lampejo...
Da natureza que parou chorando...
Diante meu descontamento...
A vida é assim, uma ânsia…
Fazes o bem...
Que terás o mal por paga...
E o sonho melhor bem pouco dura...
Por tanto querer-te...
Recebi amarguras...
Pouco antes...
Nada agora...
E a princípio não percebi...
Como chegastes...
Partiste...
Mas levastes um pouco de mim...
Na profundidade dum desencanto...
Fiz-te doçura do meu coração...
Não compreendestes...
Mudarás, todos mudam...
Mais tarde em tua vida, um dia, hás de tentar
revolver da memória este tempo de agora…
E sentindo então o vazio...
Lembrarás do deixado para trás...
Não se vive outra vez...
E o tempo a tudo vence...
Fostes embora...
Mas fiquei em paz...
Sandro Paschoal Nogueira
Tem gente que é doce, mas tão doce que tem cheirinho de jujuba, de pé de moleque, bala de coco, sorvete de chocolate e quindim.
Perto delas, a criança que vive em nós acorda e a gente sente vontade de brincar de esconde-esconde na lua, pega-pega nas estrelas e pula-pula nas nuvens.
Perto delas a gente sente vontade de jogar amarelinha na calçada, tomar banho de chuva e correr atrás de borboletas no jardim.
Perto delas a gente sente vontade de brincar no parque, comer maçã do amor, andar de montanha e rir até a barriga doer.
Perto delas a gente se sente sempre em manhã de domingo, independente do dia que seja.
Perto dessas pessoas a gente se permite chupar picolé de cereja, sem medo de lambuzar as mãos, a cara e lamber os dedos porque essas pessoas nos lembram, sem dizer nada, que isso não é coisa feia, é coisa de gente doce, é coisa de gente feliz!
'EU SÓ QUERO VIVER...'
Eu só quero viver. Esquecer a solidão que enche à alma de esperanças vãs. Aprender a chutar as amaldiçoadas sequelas da vida. Amanhecer e não ver as feridas nessas paisagens. Nem passagens medonhas cristalizando a alma a cada dia. O rio calmo definhando o coração espera-nos silenciosamente...
Eis de pôr as mãos nesse solo sagrado devastador. Deitar ao lado da escuridão e agradecer pela dores da vida. Por mais que sobrevivamos, quero agradecer os despenhadeiros trilhados, clãs vagando dolorosamente. Que a dormência acabe com os pesadelos periódicos, paradisíacos...
Quero abrir olhos e avassalar vaga-lumes alumiando os vernáculos. Adentrar a casa de palha que tanto sonha-se. Voltar a ser criança por um fio. Deixar o frio da madrugada percorrer a espinha nas horas incertas. Lembrar do filme que passa em segundos afugentando a trilha percorrida...
Vou respirar ares refutados. Esquecer as tristezas inesperadas que afagam o coração em formigamentos. Ter como sentimento a liberdade para ir e vir. Sonhar ao ver os olhos da esperança balançando bonança...
Só se quer alguns passos para abraçar pai e mãe infinitamente. Ver filhos brincando fazendo jardinagens. Olhar para a sinceridade cercando os dias felizes. Já tem-se outras vidas plantadas ao lado esbanjando Jovialidade. Pegar a imortalidade que aflige hábitos e costumes, fazer deles perfumes dos mais elaborados. Eu só quero a liberdade, de lado, suspirando outra vida...
'AMNÉSIA'
Recentemente, encontrei uma das minhas irmãs e dei-lhe um forte e longo abraço. Desses que nunca mais esquecemos. Eu não sabia onde morava. Tinha esquecido quem eu era. Para onde ia. Estava andando ao léu, talvez perdido como sempre. De repente, emocionado, falei-lhe:
- Sabia que eu sinto falta de todos vocês?
Naquele exato momento, o coração jorrava uma saudade repentina de tudo e de todos. Talvez do tempo perdido. Das conversas jogadas que nunca tivemos. Nós choramos por algum tempo abraçados...
Sua casa estava bem diferente da última lembrança. Tinha uma área bem simples na frente. Atrás, um lago enorme, onde dava para ver meninos pescando o almoço. Alguns peixes em fieiras estavam à mostra, ditando abundâncias. - O que você faz aqui?
- Estou meio perdido - Falei!
Os olhos dela estavam abatidos, mas por trás da retina consegui ver o brilho que tinha quando éramos crianças. Tomando banho na chuva. Fazendo traquinas. Vendo o pôr-do-sol em outra perspectiva...
Eu tinha uma lembrança e ela estava ali à minha frente, viva, pouco sorridente. Falando das coisas diárias e banais, outras surreais. de repente perguntei-lhe: - quem eu sou, onde moro?
- Você não lembra? Sua casa fica algumas quadras daqui. Vá direto e vire à esquerda, na terceira quadra.
- Quem você é? É uma pergunta difícil de responder. Você é o que é! E ninguém vai tirar isso de você! É um homem bom, com seus erros e acertos. Logo após, despedi-me e fui embora. A memória meio confusa, expressando a saudade de uma vida toda...
'RODADA'
Desesperançados pelas madrugadas
O olhar veemente [de todos] pede rodadas de Ilusão nas veias
Sem ceias de profusão à mostra
Sem respostas imediatas
Algumas pitadas de desilusão nos fins de semana
Vai deixando a vida menos ´monótona...
Fardos de subterfúgios nas costas replicando visões decaídas
É disso que todos precisam: viver menos!
Mais uma rodada de ilusão por favor!
- Sem pedaços de percepção
Precisamos cair no chão como sempre
Pois foi de lá [sem querer] que todos viemos...
Rodeados de amigos nas horas incertas
As rodadas sempre acabam uma após uma
Os camaradas também [se vão]
Espalhando confusão para quem assiste ao lado de fora
Talvez alguns não voltem
- Quem se importa?...
Tentamos aniquilar a vida tediosa
Pouco importa a aparência de zumbi
Somos guaranis nas selvas esquecidas
Homicidas nas rodadas diárias que nos mantêm vivos
Intrusivos
Tal qual espécies isoladas
Sinônimos de extinção...
'A ´ÁRVORE'
À minha frente uma árvore
Frágil
Porém
Jorrando vida e ar fresco
Caule submerso sob o pequeno rio
Sugando seus nutrientes para a vida...
Ressentida com alguns galhos quebrados
Ela nunca será mais a mesma
Os ventos vindos dos quatros cantos não são amigos
Porém
Ela resiste por um tempo...
Ainda está no começo
Pequenina em meio à tantas
Sufocada
Sua pequena sombra irá fazer falta nos dias de sol
Faltará seus dias trazendo felicidades pelas manhãs...
Seu caule precisa vencer a sujeira das águas
Sugar apenas o que é bom
Seus galhos secos caem um a um
A árvore está morrendo
Não há nada a fazer...
Apenas esperar o improvável
Frutos que nunca virão
Outras árvores suspiram a infelicidade da pequena
Já sem vida
Cair no esquecimento...
'TRAJETO II...'
O trajeto sempre oblíquo, faz da caminhada aceitação, mistérios. Para que esperanças nos sonhos? As pedras sempre afundam quando jogadas nas águas. Para quê admiração/espanto? Que diferença isso faz?...
Ele joga suas pedras demonstrando confiança. Mas o inóspito acerta-lhe o coração. Contratempos triviais e pontiagudos atingi-lhe diariamente e as pedras afundam: uma a uma. Lágrimas têm poucos significados nessas horas...
Ele viaja nos vagões. Sem passado ou futuro. Tudo sem sentido. Dicotômico e áspero. Percorrendo muros como sempre. Abrindo a geladeira pelas manhãs. Jogando petecas. Fingindo liberdade...
A viagem não é nada acolhedora. Algumas pedras flutuam fazendo mero acaso, como se o tempo fosse gentil. As cortinas são as mesmas. Início e fim são os mesmos. O trajeto continua, até que a esperança aconteça. Demarcando um novo ciclo...
Meu sorriso acende com o teu,
teus olhinhos brilhando de felicidade
enche o meu coração de mel
na doçura de um amor de verdade.
Agora, vejo em ti
uma serenidade rarae oportuna,
considerando que tens uma veemênciaconsistente, inconstante
por ter doçura e ardência,
tua mente que é inquieta
com pensamentos congruentes
ou desordenados
e as tuas emoções
que são sinceras e persistentes.
Dessarte, és bela e interessante,
traços vívidos e atraentes,
personalidade cativante,
esbanjando entusiasmo,
fazendo eu ficar exultante
e profusamente inspirado.
Sou embevecido prontamente por teus encantos, observando cada parte com afinco, adentrando gradativamente num mundo caloroso, rico com uma fonte de avivamento que causa um efeito inconfundível, por conseguinte, consegues morada nos meus pensamentos pela vontade que surge de estar contigo.
És com certeza uma bela paisagem viva, criada divinamente, que possui um olhar expressivo que instiga, um brilho reluzente nos cabelos, um rosto belo e delicado, uma boca pequena e graciosa, um espírito liberto, assim, uma mulher naturalmente charmosa que a minha mente a traz para perto.
Uma natureza cativante, espontânea, estonteante com curvas, formas, cores intensas, perfume apaixonante, detalhes que carregam doçura e ardência, um nexo emocionante, cuja essência coloco agora nestes versos, palavras e sentimentos que denotam o meu apreço.
Deslumbrado, perdido de propósito nos teus encantos, vejo que tens um olhar calmo e muito sedutor e que existe uma doçura notável no teu sorriso, uma mistura agradável, consequentemente, irresistível.
Decerto, és bela, de fato, por teus detalhes tão precisos e delicados como um incrível pôr-do-sol que reflete a graça do teu íntimo, unindo ternura e calor, fortemente nutrido com arte e muito amor.
E por meio deste breve deslumbramento, meu ânimo inevitavelmente é avivado, à medida que passeias pela minha mente e deixas-me profundamente inspirado, sendo assim, um bem evidente, simples e necessário.
