Poesia sobre Amantes
O amor
Felizardo dos Amados amantes do amor
Feliz e aquele que ama e é amadoAmor sentimento genuíno e puro que transbordar a qualquer sentimento
Sentir-se amado, o anseio de todos nós
Viva o amor
Viva o amor
Amarei-me ao amor de forma que nunca
Estava-se o vazio e a saudade do amor
Amarei-te para sempre como nuca amei alguém
Viva o amor
Viva o amor de forma mais linda
Amo-te amor da minha vida
....Não desistam do amor veneráveis amantes, sejam ele mais
novo, ou até mesmo mais experiente, a razão muitas vezes
pode falar mais que a sua emoção, porém um enorme e satisfatória
experiencia de vida ninguém desse mundo poderá tirar de você.
"3 coisas para manter em segredo:
- Seu dinheiro.,
- seus projetos.,
- Suas amantes.
Não divulgue seus planos, os invejosos estão no meio do caminho, e muitos sentem prazer em ver você fracassar."
"A linguagem é para não-amantes, aqueles que não amam.
Para os amantes, o silêncio é linguagem suficiente. Sem dizer nada, eles continuam falando."
Os amantes
fecham-se
um no outro
(como os punhos
do bebé
que dorme
no berço
e no útero
da mãe
como as caras
dos ícones
no escuro
das igrejas)
O crepúsculo de dois amantes
O sol abre-se, diz várias coisas, devaneia em seu próprio modo de viver.
A lua deslumbra o que o sol tem para dizer e faz de tuas falas pontos de partidas para novos devaneios.
Não se sabe ao certo, mas a lua se mostra ausente, está presente, mas está igualmente ausente. Ela se mostra desinteressada e, interessada ao mesmo tempo. Vive uma contradição do que se é estar interessada.
O sol é esperto, conhece jogos e esses ele já jogou. A jogada da lua distante.
Claro, as circunstâncias da vida, certamente há de distanciar o sol da lua, porém encontrar-se não é de total impossibilidade.
A lua pode comunicar-se com o sol. Tem-se os meios, porém, propositalmente a lua se faz ausente e, demora atender os anseios do sol.
O sol sabe que não pode cobrar atenção da lua, afinal, a cobrança é a prova do gostar e o gostar pode acabar por distanciar ainda mais a lua.
Parece que a lua corre do sol. A lua só se faz presente quando ninguém mais está presente, quando todos cansaram e estão fartos de tudo e de todos.
O sol sabe que o que ele tem com a lua é mero afeto, então cobrar da lua atenção é mais uma contradição em meio aos astros.
Apesar de seu fogo, de seu calor, o sol torna-se frio. O sol é amável, porém por circunstancias do destino o sol aprendeu a resfriar-se. O sol sabe que terminara por magoar a lua como uma espécie de vingança à sua ausência. O sol já fez isso e, por puro egoísmo, faz sem culpa.
A lua não sabe explicar sua ausência e o sol tende a duvidar do interesse da lua.
O sol sabe que por fim, restará a frieza e a lembrança de um dia ter beijado a lua. Dos raros encontros como eclipses rápidos e intensos.
Talvez a culpa seja do sol que exige atenção de quem nunca lhe prometeu lembrar-te. Mas também, talvez a lua seja culpada. Com todos os seus risos, seus medos, seus anseios, ignora o fato de ter quem a deseje e se perde, diante do que é grande demais.
DIAMANTES DE AMANTES
Criador: Edson Cerqueira Felix
Época/Ocasião: 27-12-2018 | 15:30
Região: Paraíba do Sul - RJ, Brasil
Abalroamento: O encanto do amor
Proporcionamento: À todos(as) os(as) leitores(as)
Sugestão: Para todas as idades
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Em um dia de outono, de manhã até a tarde
Nasce o amor entre dois pássaros que no bater de suas asas
E no bater de seus corações
Encontram o mesmo compasso
E voando como que no círculo feito por um compasso
E não o deixa de ser
No compasso de dois pequenos diamantes de amantes coração
E voando juntos, bailando no ar, as suas emoção
É como mirar ao horizonte o mar
Tão longe e tão cheio
Mas que de cheio não transborda, apesar de os rios irem pra lá
Uma valsa no ar para os dois jamais esquecerem desse valsar
E num humilde ninho o acasalamento
Que se transformará em acalanto quando os ovinhos à chocar
Amantes do livro
Sua palavra é muito pura; por isso o teu servo adora. - Salmo 119: 140
Um bibliófilo - é o que chamamos de amante de livros. Alguns de nós confessam alegremente que somos amantes de livros com um vício em ler livros.
Ser um bibliófilo não é uma coisa boa, se é tudo o que você ama. Agostinho (354-430), o teólogo da igreja primitiva, nos diz em suas Confissões que ele era um leitor de livros. No entanto, ele admite que isso não o beneficiou nem um pouco.
“De que me serviu eu, na época em que eu era escravo vil dos maus desejos, li e compreendi por mim mesmo todos os livros em que pude pôr minhas mãos. . . ? Gostei desses livros e não sabia a origem do que havia neles verdadeiro e certo. Pois eu estava de costas para a luz e meu rosto para as coisas sobre as quais a luz brilhava; então os olhos em meu rosto viram as coisas à luz, mas no meu próprio rosto nenhuma luz caiu. ”Até Agostinho abriu sua mente para a mensagem do Livro de Deus, a Bíblia, a luz da verdade salvadora inundou sua alma.
Os livros fluem de nossas impressoras em uma enxurrada de impressões. Eles podem ser divertidos, informativos e, oh, tão valiosos. Mas se os lermos de costas para a luz do Livro de Deus, permaneceremos ignorantes da verdade.
Não seja apenas um amante de livros - ame o Livro de Deus! Em espírito de oração, dedique tempo a ele todos os dias.
Bíblia Sagrada, Livro divino,
Tesouro precioso, tu és meu;
Meu para me dizer de onde vim,
Meu para me ensinar o que sou. - Burton
Abrir sua Bíblia pode ser realmente uma grande surpresa. Vernon Grounds
O encanto da Lua
A noite traz o encanto da Lua...dos amantes... e apaixonados... pela... vida!!! que sua noite seja cheia de amor...ternura..como uma música que se gosta!!!
... e a tua mão segurando a faca
cujo gume possui a fatalidade do sangue contaminado
dos amantes ocasionais- nada a fazer
irás sozinho vida dentro
Suponho que devam existir as tais "diabetes" as amantes do tal diabo .
Porque neste mundo perdido de endiabradas levianas, a maior inimiga de um homem casado longe de Deus , só pode ser uma dessas "mulheres".
TRÁS-OS-MONTES BERÇO DE POETAS
Berço de poetas, amantes de boa comida
Deste reino maravilhoso de Trás os Montes
Gente dura como as pedras de coração quente
Neste mar de fragas num oceano megalítico
Que se vê ao longe de palavras lavradas
Por entre carvalhos, castanheiros e oliveiras
Haverá coisa mais bela nesta vida
Que as amendoeiras em flor
E num terço rezado com fé e devoção
Destas gentes em simplicidade
Mata-se a sede e a fome em saudades
Numa saca de retalhos que ficam guardados
Entre o peito dorido de um transmontano
Da fraga jorra a água que nasce na serra
E medra com mel a distância, neste seio de fragas
Onde se ama com o sentimento na alma
Bons amigos, bons amantes, um dia fomos bons. Hoje somos nós tudo oque eu nunca quis ser, sou teu amigo, teu colega, mais como antes não posso te ter.
Vida que segue, não sei aonde vou parar, espero que que nessas curvas da vida a gente volte a se encontrar.
É fato que acabou, isso eu não vou questionar, te amei em segredo, desculpa, por não te contar.
Sei que não iria entender por isso calado fiquei, não quis mais te atrapalhar, fiquei na plateia assistindo, sua vida então conquistar.
Hoje você tem família assim como tenho também, mais aquele amor que sentia, jamais saiu do meu peito, ele arde como nunca aqui dentro, só por te ver desse jeito.
Sucesso foi oque te desejei, e vejo que conseguiu, fico feliz por você, graças Deus que naquela vida de farra você não caiu.
Espero que continuemos a nos falar, seu contato não quero perder, vai que um dia você me olhe, como até hoje eu olho você.
Arrependimento,
Essa estrada não tem volta para os amantes
Um fim incerto para os duvidosos...
Enquanto para os loucos um inferno de prazer totalmente irresistível.
Amantes, distantes, mas necessariamente presentes.
Somos a realidade escrachada dos desejos embutidos e disfarçados.
Somos a nobreza de um amor sem pudor.
Abrir as coxas e não ter acesso a mente e como tocar um violino sem cordas.
Lua, sol da noite...
Cais de amantes...
Destino de sonhos...
Porto de abrigo de poetas...
Sol da noite...
Quantas promessas de amor eterno testemunhaste?
Quantas traições?
Ódio, guerras, ciumes, hecatombes... Ilusões!
Quanta poesia? Sonhos...
Quantos amantes beijaste com a tua luz prata?
Se tempo eu tivesse de vida pedir-te-ia para me contares...
Como eu sempre disse..."Você é maluco". E nós dois juntos somos mais que amantes, somos amor!
Bom dia!
Seja bem vindos
Aos amigos e amigas que chegam
Aos amantes dos poemas
Aos que procuram conforto nas palavras
Seja bem vindos
Há todos poetas e poetisas
Seja bem vindos
perpetuum móbile – porque nenhum amor acaba
os amantes se separam, se vão. somem no tempo e no espaço. mas nenhum amor acaba.
os amores sempre continuam e continuam sempre. o amante vai e o amor fica num objeto da sala, no cheiro de um livro, na cor do dia, numa palavra, num sotaque, na fumaça do cigarro – não há lugar em que o amor passado viva mais que na fumaça do cigarro; no primeiro gole, talvez.
a lembrança do amor é o próprio amor. e se ela vive aqui e ali, é só porque o amor também vive.
há mais amor na coleção de não-amor do que em qualquer outro lugar.
o amor do passado, que vive no presente e que talvez se junte a outros ainda, não é do tipo que faz mal, que move montanhas ou que desassossega a alma. ele só está por ali, por aqui, a pairar feito Gasparzinho. a contar um pouquinho sobre a vida que tivemos, lembrança não autorizada da própria biografia.
o amor do passado às vezes provoca curiosidades: uma espiadinha na vida, uma vontade de saber, um relato de episódio, recorte de momentos...
sempre que alguém vai embora, deixa um pouco de si no outro. e esse deixar é o amor que continua sempre e sempre continua e faz parte da gente como todas as outras coisas.
amor é moto-contínuo.
Amantes
Espero o teu regresso
Ao fim dos meus sonhos.
Procurava-a nas cantigas, confesso...
Suspirava na gélida noite,
Nos teus lábios molhados insinuativos.
Na ardência dos olhares teus cativos.
Quero acabar com tua sede
Embebendo o teu gosto,
Refugiando em teu corpo
Que a mim concedes.
Quantas noites a desejei.
Adormecemos lado a lado...
Como dois amantes despojados.
Percebi os teus medos.
Uni o teu espirito ao meu.
A beijei docemente...
E o teu rosto revelava
O suor de dois corpos
Que se tocavam mutuamente.
Não se vá!
Antes dos cantos do sabiá
Que anunciam a alvorada.
No âmago da noite
Nesta chama de eterna morada.
Ainda a vejo nos recantos desse presságio.
De lábios abertos,
Com seios lívidos,
De ombros finos, claros...
Olhar ardente,
Pupila acastanhadas,
Curvas cetinosas,
E de suspiros latentes.
Oh! Quero ficar contigo...
No adormecer desse mundo.
Embalsamar teus seios.
Tocar em teus cabelos,
Beijar teu intimo profundo.
És a mais linda amante.
Pureza cândida que enlouquece.
Olhar insano inebriante.
A tua voz que excita,
E me enleva a cupidez
De cantos de paragem erudita.
Ao cair da noite...
Os nossos olhares ingerem-se.
Na presença dos vales abandonados
A tua alma me espera...
Às sombras desse recanto derramado.
Para te dizer que és amante
Do meu pecado.
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