Poesia os Dedos da minha Mao
Eu luto, batalho, e venço, muitos aplaudem e elogiam, até mesmo alguns que não conhecem minha luta me parabenizam.
Com isso há um problema, eu não preciso da comemoração de todos se eu não tenho a sua, a multidão de aplausos não fazem efeito sobre mim se seu aplauso não está no meio dela.
sem a sua confiança eu não sou ninguém, com a sua cobrança eu só afundo cada vez mais, até chegar na escuridão.
Todos dizem que sou incrível, mas não vou acreditar até que você me diga.
Você conhece minha história, minha luta mais do qualquer um, e mesmo assim não vê minha vitória.
Mas Por que? Por que você não acredita em mim? Por que Não vê o meu potencial?
Aos poucos você me mata, corroendo cada partezinha minha, cada dia me deixando mais perto de desistir.
E sabe o que mais me machuca nisso tudo? Você sou eu.
O livre arbítrio me permite andar sozinho
Mas não importa minha escolha,muito menos meu caminho
Porque todos que eu escolhi sempre tinham espinhos.
Alguns machucavam,outros nem tanto,nunca colho oque planto,pra mim não é espanto.
Oportunidades aparecem e eu jogo fora,a vida me fez aprender mais coisas que a escola,vc escolhe o seu destino,não me enrola, já escolhi diversas vezes e nunca chegou minha hora.
Enquanto isso passam as horas,e eu espero o momento de ir embora.
Cada caminho que tracei
só me levou ao fundo do poço,acho que eu já perdi o curso,eu olho minhas escolhas com desgosto,e todo dia penso em me refazer de novo.
Refazer minha meta,sem ir em direção a minha queda,
faz um tempo que pra vida eu peço uma trégua.
Já faz um tempo que perdi o compasso,acho que a melodia me fez perder os passos,o certo na minha vida se tornou algo escasso,por isso cansei de escolher um lado,dessa vez eu não estou errado,esse poesia se tornou um desabafo.
Um segredo trancafiado.
Tentando não me inebriar...
Sacio minha sede na fonte...
E vou controlando as insanas curvas...
Onde não há caso e nem limite...
Águas correntes...
Nascem na serra...
E deságuam no mar...
Rios de águas puras...
Umas verdes...
Outras escuras...
E ao chegar na mar...
Ficam azuis da cor do céu....
Oh terra!....
Natureza perfeita....
Oh mar!....
Animais aquáticos em ti...
Vem se alimentar...
Queria eu...
Poder tocar o Sol...
Queria eu...
Poder tocar as nuvens....
Sentir e delirar....
Apreciar o melhor...
Apreciar a perfeição....
Sol...
Tão perto....
E ao mesmo tempo...
Tão longe....
Semblante de fogo...
És radiante....
A grafite...
Desliza junto á inspiração...
Aroma da terra...
Aroma da selva....
Verde até no aspirar....
Inebriante e possante....
Em uns causa uma imensa solidão...
Em outros...
Causa uma gloriosa sensação....
Ao mesmo tempo....
Um estado de tamanha satisfação.
Sozinho...
Me contemplo ao perceber...
Corro atrás de respostas...
E mais longe ficas sem eu te ver...
Imenso universo...
Minhas lágrimas são poucas para te dizer....
Teu controle é absoluto....
Infelizes são aqueles que não te tem....
Mas só o Criador tem a raiz de tudo...
Em minh'alma....
Tem um guardado trancafiado....
São segredos que nem sei se um dia terei o prazer de revelar....
A ti...
Oh!...
Universo perfeito...
Impossível é te esquecer...
Um dia sei lá...
Aqui ou acolá....
Gritarei alto...
Falarei alto....
Quero apenas fazer meu grito ecoar....
Unir ou separar....
Mas...
Poderá eu...?
Posso eu....?
Não sei...
Mas guardado aqui...
Ficará....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O Remo
Um dia caminhando achei um remo aquilo me parecia sereno,
E o mar na minha frente resolvi a remar,
Chegando no remo, coloquei minhas tralhas e me dispus a remar,
Talvez eu ainda não sabia o que era aquele remo
Mas depois descobri que era a única plataforma que me separava de me afogar.
Eu ser tão pequeno perante um oceano
Justo eu que me achava tão soberano,
Percebi minha inferioridade,
Talvez seja minha última carta antes que meu remo entre em desgaste
ou talvez um navio me localize e me ache
Mas antes disso estou a deriva, remando…
Sem destino, sem norte, sem sorte.
Talvez eu encontre o caminho das andorinhas,
e siga os pássaros,
Mas já estou tão longe que me parece impossível uma vida sobreviver acima desta água, isto me dói profundamente
Saber que morrerei sozinho nesta mágoa.
Ontem de novo eu tive uma miração
Eu vi um pouco de terra firme,
Me parecia certo seguir para aquela região,
Afinal é sensato no meio de um oceano seguir para onde pede seu coração
E mais uma vez eu remei,
gastei todas as minhas energias, os braços doem de lembrar, aos poucos fui percebendo que não estava crescendo, estava diminuindo e assim foi-se, sumindo.
Isto acontece sempre
Nunca acho terra
Maldito dia que resolvi remar
Agora não consigo voltar,
Meu caminho não é pra lá e nem pra cá,
Talvez eu esteja tão corroído que deva me afogar…
Melodia improvisada.
Troquei as cordas de minha viola...
Arrumei uma flor que exalava o choro da madrugada....
E tentando acalmar um verso...
Pois afoito ele estava...
Fiz uma canção que chorava...
Nesta bagagem...
Xícara e açúcar me acompanhava....
Café extra forte...
Pra tirar o sono da minha jornada....
Um manto quente...
E um passarinho que soltei da gaiola...
Enfeitei a poesia chorona...
Dando vida naquilo que eu cantava....
Viola de ouro....
Perguntei ao perfume da flor...
Oh senhora flor...
Andar é preciso...?
-Ela me respondeu assim...
-Amar muito mais....
Fui no contra versos...
Trouxe um verbo escondido no bolso...
Viagem programada...
Viagem planejada....
Um som de viola...
Enfeitando a noite enluarada....
Oh coisa bonita....
É cantar nas madrugadas....
Afoito é esse texto aspirado....
Se fazer canção é isso tudo...
Que seja então pra minha amada...
No repique em uma só corda...
Notas e notas se faz como prova...
Oh melodia sofrida....
Perfuma o lençol que me cobre....
Mas não me tire o Sol....
Ahoooooôôô paixão.....
Sou poeta sinsinhô....
Xô daqui....
Tudo o que me causa pavor....
A paixão falou pro amor....
És amor porque ama...
Sou paixão porque xono....
Leve embora as amarguras...
Devolva-me....
O que era meu....
Ainda quero conquistar me trono...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O TEMPO
Volto o olhar para o relógio do meu tempo
Em reflexões que remetem à minha mente
Vou recordando os antigos e bons momentos
Para avaliar o meu tempo no presente.
Faço no presente comparações com o passado
Cujas lembranças com saudades eu procuro
Vou aprendendo no dia a dia com o que faço
Para lembrar, com alegria, no futuro.
E sob os giros apressados dos ponteiros
Vão-se contando todos os instantes e segundos
Eu vou girando pela vida o tempo inteiro
E como o vento vou girando pelo mundo.
Vou caminhando com o tempo pela vida
Realizando pouco a pouco os sonhos meus
Como os ponteiros a cada volta nova partida
Sou um relógio humano, criado pelas mãos de Deus.
O que se passa entre nós?
Que parece nada dar certo.
Deixas-te de ouvir a minha voz?
Ou a relação não tem conserto?
Divido-me em questões,
Que só tu me sabes responder.
Estamos distantes a milhões,
Olha o que estamos a perder.
Sinto-me injustiçado
Porque sei que fiz o correto.
Lamento muito o teu passado,
Mas o que existe em concreto?
Não sei o que fazer,
Nem como me comportar,
Amar-te é um prazer,
Que contigo quero aumentar.
"Eu oferto a minha criança ,a alegria dos meus aprendizados.
Lhe confio o olhar com beleza lembrando da sua pureza na busca dos seus sonhos com a inocência do
coração !”
Tanta gente desacreditada de mim,
Dizendo que eu não presto.
Mesmo assim estou na minha luta
Para mostrar sempre o inverso...
Corrosão dos pensamentos. Part.1
Minha memória já não é mais a mesma,
Olhos dela eram pretos
Ou castanhos?
Já não lembro quando foi a última vez,
Que os vi refletir o céu estrelado da noite
E do teu brilho com a luz da manhã.
Os labios dela tinham um doce sabor
Ou eram amargos?
Droga não consigo lembrar,
Mas eles eram vermelhos como o sol.
Já faz muito tempo desde 21 de setembro,
O dia em que a vi pela primeira vez
Ou foi 21 de dezembro?
Já não lembro nem mas o nome dela,
Mas sei que começava com M ou era K?
Ela usava aparelho e tinha um sorriso que sempre me fez suspirar,
Disso nunca vou me esquecer.
Ela gostava de usar batom vermelho
E quando sorria nossa... confesso que o meu mundo abalava.
É 15 de janeiro e hoje foi última vez que vi ela
Ou é pelo menos o que eu consigo lembrar.
Estava chovendo muito e não sei ao certo
Se aquilo era por causa da chuva ou se eram lagrimas...
Mas lembro que ela sorria para mim.
Lembro o que eu pensei: " Vamos, sorria mais vezes, não quero vê-la chorando outra vez. "
A ultima coisa na qual me lembro
Ela tentava me dizer algo,
Mas não consigo ouvir a sua voz
Seus lábios mexem e não produzem som algum.
Droga!!! quero lembrar de mais detalhes dela
Quantos anos já se passaram?!
Nem isso eu consigo LEMBRAR!!!
Hoje é 1 de janeiro e faço 89 anos,
Um feliz ano novo pra você que ler
É mais uma manhã nublada em 30 anos
Ou nublado mesmo estão os mes pensamento?!
Escrito por
Luan C.
@Recite_ou_excite
#recite_ou_excite
Em minha infância os meus problemas era esquecido na rua, na bolinha de gude, no futebol de rua. Na minha adolescência até minha fase meio adulto foi o momento de desaguar todo o meu sofrimento de indeferença, foi o meu momento de perdição, cheguei no fundo do poço. Agora nessa minha fase, fiz o poço ser meu amigo, o poço me forneceu um pouco de luz, água, eu de companhia e me ensinou a escalar.
Tenho muito para julgar e criticar mas oque aprendi com a minha vida, foi que reclamar do que não te pertence e nada me pertence é um erro, agora eu enxergo o futuro porque vivo o presente. Então antes de apontar o seu dedo para mim e interpretar a minha história do seu jeito, você está apontando quatro dedos para você e deixando o seu braço suspenso sobre a força do seu querer e o querer é oque te tornar ser.
E só para finalizar, digo que quanto mais difícil for mais forte fico e eu não tenho medo da minha queda pois já passei pelo caminho da subida. Quem eu sou e onde estarei destinado estar, nao mudará.
A Declaração
Meu amor por ti já foi verdadeiro e minha paixão já foi profunda.
Eu declaro aqui que o meu sincero desejo é do meu pé na tua bunda.
no eco da minha mente
eu repito palavras de motivação
para ser ecoado em alto e bom som
espero poder me enganar por muito tempo ainda
pois não posso ficar sozinho comigo mesmo.
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pensadorsolitario28
04/11/2k20
C.G
Obviamente que acredito, que sei que ha uma nova oportunidade a minha espera, nessa estrada íngreme e escura em eu que caminho! A minha necessidade, é a do abraço amigo que ampare meus trôpegos passos, e que a ilumine, para que eu possa caminhar até lá, e lá chegando, a enxergue!
odair flores
Rico porque comemoro o pouco
Agradeço o prato que como
Acordo e olho pra vida
E penso na minha família e na sorte que tenho de poder dividir a mesma vida .
Ja estive aqui antes
Sei bem como é
Dói mas é minha
Se fosse embora sofreria
Espero que nunca saiba
Mesmo com tua ausente,companhia
Partir daqui não irei.
Quem sou eu?
Sou a soma de tudo que vivi.
Sou um pouquinho da minha mãe, do meu pai, dos meus avós, irmãos, tios, sobrinhos e primos.
Eu sou os amigos que conquistei.
Sou os livros que li.
Sou um pouquinho de todos.
Sou os lugares que por aí andei.
Sou muito dos alunos que ensinei.
Sou muito das pessoas que conquistei.
Sou os valores que aprendi
Sou o amor de Deus que habita em mim
Sou as histórias que vivi
Sou um pouco das crianças que ensinei
Sou um pouco das crianças com as quais aprendi
Sou Pedagoga por amar a profissão
Sou uma eterna aprendiz
Eu sofro;
Eu sofro muito;
A dor na minha alma é infinita;
Eu sinto muito;
Por ter te decepcionado;
Por quê não me perdoas?
Por quê não me perdoas?
Eu preciso fazer o quê?
Me livre dessa escravidão;
Eu sou escravo da minha moral;
Eu quero que você me perdoe;
Dos meus atos;
Da minha falta de eficiência;
Eu fui duro com você;
Eu fui mau com todos;
Me dê uma chance;
Eu não mereço essa chance;
Mas, por Zeus;
Eu quero uma chance.
Seus olhos viajam no vazio...
Sinto minha vida se perder...
Seu beijo gostoso e frio...
Defloro cada desejo
Exploro seu corpo...
Ninguém compreende o tanto a amo.
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