Poesia os Dedos da minha Mao
Minha dor é a tua liberdade?
Longe de ti, padeço de todo tipo de efermidade emocional
Mas com isso, com isso tu consegues paz e tranquilidade.
Saudades e a consciência me arrastam para a tempestade.
Será minha dor a tua liberdade?
Acho que finalmente encontrei um jeito de me perdoar, dos erros que cometi no passado.
Esse é o primeiro passo, certo?
Se me recompor; será a minha felicidade a tua efermidade?
Eu no espelho
Minha pele amanheceu seca
Diante do espelho uma ruga que antes não tinha
Uma pinta que eu não conhecia
Os olhos caídos e cansados
Não são resultados de uma noitada
nem de uma jornada de trabalho
Acabei de acordar
E não me reconheço
Quem é essa no espelho?
Será que dormir por anos?
Ou me esqueci de viver?
A verdade é que vivi
para satisfazer a todos menos a mim
Será esse o meu fim?
Será Que ainda há tempo para mim?
ME ACAMPO EM TI
Minha Sultana (princesa)
Senta-te aqui e escute quão grande é meu carinho por ti.
Nestes dias estou com minha tenda (coração)
armada em tuas esplanadas (vida)
soltei todos meus cavalos (sentimentos)
para beberem e se alimentarem do que é teu
Não vim para ser nômade
e como gafanhoto, saquear teus pastos.
Vim para me instalar.
TE SERVIR.
Se me ceder uma parte do vale (colo dos seios),
que recebe os nutrientes das tuas montanhas
(teus pensamentos; desejos: me dar boas vindas),
pasto e água (me alimentar com tua vida),
deixarei minha tenda próxima,
para que tenha sua privacidade.
Mas perto o bastante para que se
sente aquecida na minha fogueira (paixão).
Meus guerreiros,
artesãos,
pastores,
cultivadores,
ferreiros,
músicos,
poetas
(meus membros do corpo e meus dons),
Cuidarão de todas as tuas fontes de água
e não tocarão nas terras mais férteis
(não limitarei / subjugarei / tentarei mudar ; tornar submissa quem você é). Todos os dons estão a teu serviço
de pôr do sol a pôr do sol.
A ARTE VISTA { soneto}
Será que minha arte e' igual a tua? será?!.
A vejo em casa, no trabalho, na rua...; nua.
Me vejo... a vejo... ensejo de ser, arte crua.
Queria só por hoje saber, Minh 'arte... será
Igual a tua? Vistes por fora melhor que dentro.
Então!. A visão que vês e' a arte forjada ao léu.
Os saberes, que atuam por olhos, sob o céu.
Além... delineando as cores, sóbrio pelo centro.
Despojais de jugos, e dizei-me, dizei-me vós:
Que arte e' esta? Persegue-me a todo lugar,
Na pintura, poesia, rachadura, até mesmo ar.
Deveras devo preocupar-me, estou sem saber.
Moldar-me-ei com outra visão senão a minha.
Será que tinha arte igual a tua? Tinha?!.
poeta_sabedoro
Em minha vida
Jazia a alegria
Disfarçava a nostalgia
Em um rosto que sorria
Até que veio este dia
Que me trouxe
o que eu já sabia
Um novo tempo de
Amor e poesia
No seu abraço meu coração encontra o regato mais calmo e o oásis que minha alma e coração procuravam no deserto de vãs miragens de vãs tentativas de encontrar o Amor!❤️🌻✨🔥😍
Flor mais bonita do jardim de Amor do meu coração um girassolde luz beleza e ternura a brilhar dentro de mim e tornar meu dia verso música e tudo o mais que a poesia pode ser pra mim...
meu Amor❤️
Verso poesia e amor
Jeran Del'Luna - Gypsy Heart
"Minha própria companhia, um bom livro e um salgado de padaria.
É assim que no meu mundo as coisas entram em harmonia."
Minha canoa...
É feita de itaúba preta,
É grande e confortável,
Boa para viagem.
Minha canoa...
Navega nessa Amazônia infinda,
Entre rios, furos e paranás,
Cortando, deslizando nas águas,
Do meu majestoso RIO-MAR.
Minha canoa...
Tem o japá, o remo, o estrado,
Tem anzóis, espinhéis, tarrafa,
Malhadeiras, arreios,
Sem faltar a cachaça para animar.
Minha canoa ...
Da proa à popa
É o meu bem-querer,
É minha patroa!
Horas de pescaria,
Horas de paciência,
Horas de precisão.
Mas já vai anoitecendo:
Arrumo minha canoa,
Estou de volta as muitas águas,
Trazendo comigo,
Bodós, pacus, tambaquis,
Pescadas, curimatãs e jaraquis.
Trechos da poesia, "MINHA CANOA".
DO LIVRO: "OLHA JÁ"!...
Não há lugar
Não há lugar e não há nada que minha consciência não toque, nesta mesma ânsia de ser tocado; não há paisagens que minha imaginação não anteceda, crie, ou fabrique; não há nada que me possua por mais tempo, mas por hora, vezes ou outra há um desejo que me consome, me arrebata e me quebranta e tudo isto para nada, não há lugar...
Minha filha não conheceu meus pais
mas eu conheci meu neto
Por isso faço versos
para que ele saiba
o que meus retratos sentiam por dentro
AOS POUCOS
Vi seu rosto no meu café,
O gosto do seu beijo na minha boca,
O seu toque na minha pele,
Talvez eu esteja delirando,
Ou me apaixonando aos poucos.
Esqueci sua feição,
Lembrei do quão amargo era seu beijo,
Lembrei do seu toque frio na minha derme,
Talvez eu esteja delirando,
Ou me desapaixonando aos poucos.
Procurei blindar a minha mente,
Me desapeguei do seu sabor,
Me curei das feridas,
Eu me sinto feliz novamente,
Estou me recuperando aos poucos.
Vi outro rosto no meu café,
Quero saber qual o gosto daquele beijo,
Quero sentir aquele corpo no meu,
Agora sei o que sinto,
Estou amando de novo.
MINHA CRIANÇA
Eu sinto muito minha criança,
Sinto muito por nunca ter conseguido nos defender.
Sinto muito por nós,
Por terem nos machucado tanto.
Me desculpe por não ter conseguido mudar certas coisas.
Você estaria com certeza decepcionada se pudesse ver como estão as coisas e eu não te julgaria por isso.
ALMA QUE ME MOTIVA
Você é vício viciante que vicia,
Minha rotina começa com sua boca na minha,
O toque da minha pele na sua é tão bom que arrepia.
Chega na minha vida, e fica.
Não tem por que saída,
Vem como luz na escuridão,
E me ilumina.
Não sei como defini-la,
Você é cheia de sinônimos,
Parece poesia.
Queria te beijar, abraçar, trocar carícia.
Selar nosso amor na eternidade para que nunca se sinta sozinha.
Eu sou feito de ódio,
Mas você me romantiza,
Você é dia ensolarado,
Eu sou noite fria,
Você é pão com manteiga,
Eu pão com margarina,
Posso ser cético quanto a tudo,
Mas a única coisa que acredito,
É que ainda vou ter sua mão na minha.
A solidão é minha companheira,
E a saudade é minha dor,
Sinto falta de quem já se foi,
E meu peito fica sempre em torpor.
MEU POEMA ERA...
Meu poema era nada! Um completo vazio
Mente?! Minha mente leve transitava pelo espaço sideral,
Em outro lugar bem distante, como que douta estratosfera
Um engodo! Meu poema era...
Maçante que pesava como o ar, impenetrável que se era.
Meu pulmão enchia-se pra citar um outro poema;
Declamar algum teorema quem sabe
De forma bem discreta seria... Qual tom eu poderia?..
Meu peito era um armazém de turvo ozônio.
Maçante! Meu pensamento era maçante e depois fugaz!
O pensar estava pesado; um fardo
Inexoravelmente pesado como o ar.
A inspiração passou como pássaros em revoada,
Pesado! Meu poema era...
poeta_sabedoro
Querida C.L,
Venho aqui através de minhas escritas digitais, te oferecer a minha pergunta: posso te entender mais?
Você está sendo a única autora a me colocar no escuro e recomeçar desde o começo, no instante-já. Não peça para me entender, sendo que nem eu consegui me entender ainda... Acho que achei a resposta agora. Você ainda continua sendo misteriosa, incógnita, ao mesmo tempo explícita nos seus sentimentos (eu acho). Você provavelmente não vá ler, mas eu gostaria demasiadamente que você soubesse, tu continuas viva em mim, e sempre vai ser "It".
Na ausência do sol' o brilho do dia se esgotou
e sem o molhar da chuva com sede a minha planta ficou
Sem o raiar do sol nem o molhar da chuva
Apenas nuvens negras sobre o seu ceu"
Vi o sol se pôr ontem, e até agora não apareceu.
Intristecido perguntei ao universo o que aconteceu
E no termino da tarde' com um grande luar e o cintilar das estrelas
a noite respondeu.
Minha existência interna é multidimensional, maior que a caixa de Pandora.
Há camadas, infinitos e indisciplinados vetores, onde tudo se aflora.
Sou instantes além do relógio, sou sentidos confusos do primórdio e do outrora.
Componho-me e logo reformulo, vários eus numa mesma hora.
Isso é magia de antes, isso é o poder de agora.
Há dentro de mim um espaço muito maior do que o fora.
Faço essa oração a quem me ouvir
e uma coisa tenho a suplicar,
suplico que me ouças.
Minhas reclamações impacientes,
minhas tristezas mais profundas,
minhas angústias sem razão,
minhas felicidades mais intensas,
minhas calmarias mais plenas,
minhas paranóias mais doentes,
minhas rotinas mais casuais.
Suplico que me ouças e se faça presente,
que não me julgues, que não me intérprete,
que apenas me ouça.
Suplico apenas que ouça;
meus sinais e olhares,
meus comportamentos e ações,
meus pensamentos e razões.
E assim conhecerá o mais raso e íntimo de mim.
Não sou objeto, não sou simples, não sou complexo.
Sou humano, sou simples, sou complexo.
Não sou aquilo que dizem que sou,
sou aquilo que com eles sou.
Não sou aquilo que digo ser,
sou aquilo que sou.
Para quem me ouvir suplico apenas uma coisa,
Suplico somente que me ouças.
Amém.
- Relacionados
- Poesia de amigas para sempre
- Poesia Felicidade de Fernando Pessoa
- Poemas de amizade verdadeira que falam dessa união de almas
- Frases de Raul Seixas para quem ama rock e poesia
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
- Poesias para o Dia dos Pais repletas de amor e carinho
- Poesia de Namorados Apaixonados
