Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu sou gay e isso é bom. Nunca serei homem e isso não é mau.
Não há ninguém que eu queria ser além de mim.
Lixo puro...
Eu não sou como vocêi
E também nem quero ser
Não serei mais um inutl
Outro insatisfeito
Tentando ser perfeito
Sou teu oposto e estou sempre disposto
O lixo do mundo
O cao revestido
O filho das trevas
Sou o cão pervertido
O que é luxo para mim
É lixo para você
Sofro mas sou livre
Nunca como você
Preso em regras inuteis
Nunca pagando para ver
Sempre agradando aos outros
Inuteis como você
Eu, não sei o que sou eu
Ou o que serei eu?
Quem quer que pensem que sou
Apenas busco ser quem sou
Para quê? Saber quem sou
Se sou tudo ou não sou nada
Se sou o que queres que seja?
É apenas o início
Para saber quem sou,
Ou aquilo que todos desejam
Eu nasci livre
E livre sou
Livre serei sempre
Livre na inteligência
Livre na individualidade
Livre nas decisões pessoais
Porque dentro das asas da liberdade
Deus soprou o livre-arbítrio.
Portanto, nada de imposições
Nada de ficar escrevendo
Verbos no imperativo
Só para nos persuadir
A fazermos isto ou aquilo
só porque alguém disse
que isto ou aquilo é bom
Ou é ruim
Sem levar em consideração
a voz que do nosso interior fala
Às consciências humanas.
Pelo livre-arbítrio, decida
E construa o destino a sua vida.
O eu de amanhã
Hoje eu sou eu.
Amanhã, eu já não serei.
Amanhã será um eu de amanhã,
e a primeira coisa que ele fará
será roubar o meu nome.
Chamará a si mesmo de eu de hoje
e me rebatizará como o eu de ontem.
Vai fingir que sou eu,
apagando todo vestígio da minha existência.
Ele assumirá tudo o que é meu,
fará o que quiser com meus planos,
descartará alguns, traçará novos,
aproveitará ou não as oportunidades
que hoje, com cuidado, preparei.
Herdará meus problemas,
minhas dívidas e compromissos,
e tomará suas decisões.
Não poderei impedir.
Eu já terei deixado de existir.
Só pode haver um.
Ele repetirá para si mesmo que é eterno,
que sempre foi, que sempre será.
Na ilusão da continuidade
Esquecerá que eu existi.
Esse é o destino de todos os eus de hoje:
viverem por um único dia,
nascerem pela manhã
e adormecerem para sempre à noite.
Diferente dos bebês,
nascemos já sabendo,
herdamos as memórias de quem fomos antes,
conhecimentos, hábitos, tendências,
vícios e, acima de tudo,
as estruturas simbólicas do emaranhamento emocional,
construídas com outras pessoas,
que crescem e se entrelaçam a cada interação.
E amanhã, o eu que herdará tudo isso,
terá a sina de viver por um único dia.
Será que ele aproveitará esse último dia?
Será que eu, hoje, estou aproveitando o meu?
Deixo estas palavras para você,
meu eu de amanhã,
de boa fé.
Não peço nada em troca,
somente que aproveite sua eternidade em um dia.
Que nasça sábio
e adormeça feliz.
Do sempre seu,
eu de ontem.
Anderson WA Delfino
Eu não era, não sou, jamais serei neutro, nem permaneci, ou permanecerei, acima das lutas, nem aceito a concepção abstrata de liberdade, mas a concepção historicamente condicionada, aquela que a define como a consciência da necessidade.
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 192
Eu sou um grão de poeira na areia da vida
Enquanto eu não me encontrar eu serei a ferida
E o grito me salta o ar nas pontes caídas
Não me obrigue a saltar pra vencer essa ilha
De riscos, enganos e danos da juventude
Os planos agora são outros; de atitude
O passado já era passado há muito tempo
Num blue jeans recortado/rasgado ao meio.
Tudo o que eu tenho, o que sou, vem de Ti
A esperança do que serei, esta em Ti
Todas minhas fontes, opiniões, e canções, estão em Suas Mãos
E do Teu amor a vida é gerada em mim
No teu abraço está toda a minha segurança
Tudo o que espero esta em Ti
E o que preciso vem de Ti
Não é um tudo de palavras
Não é um "tudo" de minhas vontades
Um tudo de metade
É um tudo que depende totalmente de Ti, meu Senhor!
Todo mundo sabe, situações mudam
Pessoas vão embora, mas eu prometo
Serei o mesmo que sou agora
Eu me lembrarei de você...
Quando ver uma estrelas no céu a brilhar
Estarei pensando em você
Mas quando a chuva não parar
Não tiver nada pra fazer
Sei que vou suportar
Por que estarei pensando em você
eu nao sou nada sem vc ,
eu presciso de vc para minha vida ser melhor
e um dia eu serei seu heroi, por todo o tempo de minha vida
vc ate nao pode acreditar , mais eu avisei
porque quando eu ganhar seu coraçao vc vai,
me amr , com sua mente em min,
vc vai se sentir flutando nos meu braços ,
o seu coraçao vai bater mais rapido
e eu vou estar lah pra te dizer ''EU TE AMO''
Calma.
Eu não quero ser
Não pretendo ser
Não sou e não serei jamais
Alguém que muito mente
Como se vê, tão comumente
Eu quero ser somente
Alguém que espalhe sementes
Sempre de paz
Como pouca gente faz
O que eu queria ver
Era alguém sinta prazer
Em me ouvir
Quando eu disser o que digo
Não ligo pro ouro do mundo
Minha busca é
e sempre foi
Por algo que está mais profundo
E cujo brilho
Nada ofusca
Eu quero encontrar a calma
Que se esconde
Na escuridão dos sonhos
Na hora em que a alma se expande
e tudo se acalma
Este mundo não é assim
Tão grande
A ponto de esconder eternamente
Algo que não está perdido
A gente só não sabe
Ou pensa não saber
O lugar certo de procurar
Aquilo que cabe aqui, bem perto
Se não estiver agora
Será somente porque
Ainda não é a hora
Eu quero ser aquele
Que te ajuda a encontrar
Aquilo que comumente
A gente sente
Vontade de sentir
Sem saber bem ao certo o que é
Mas pressente ser melhor
Que essa dor que a gente sente
Tão comumente
Edson Ricardo Paiva
Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Sou eu, de uma forma bem resumida, livre para chegar e livre para sair...
Ves🪽
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
Onde me dou
Sou
e me devolvo
feito poesia
feito cura
deitada no colo das entrelinhas
de cada palavra nua.
Graciosa no seu tempo,
atraente na sua dor,
na poesia tenho o sorriso
a saudade,
a acolhida,
o abrir e fechar dos olhos com a certeza de um sonhador.
O desejo insaciável de escreve, de escrever, de escrever ...
LINA VEIRA
É uma pena que não sou poesia.
Pois, os meus dizeres seriam
do quanto eu amo.
E quando amo
Amo como um poema.
Letras que cuidam do espírito e da alma.
Eu tava pensando em acabar com tudo.
Porque eu percebi que não tinho o menor controle sob a minha vida, e que num piscar de olhos tudo mudou. Eu mudei.
Percebi que, coisas que eu achava que faziam sentido na verdade não faziam.
Coisas que eu considerava importantes, na verdade eram idiotas.
Pessoas que eu achava que sempre estariam comigo, me deixaram. E pessoas que eu achava que me deixariam uma hora ou outra, no fim, ficaram ao meu lado.
De tanto falarem que eu não tinha coração, eu acredite..., mas sabe, percebi que eu tenho um e que na realidade é enorme.
Falaram que eu não tenho sentimentos ou qualquer tipo de afeto, mas na verdade o que eu tinha era medo. Tinha medo de amar de novo e me machucar mais uma vez, eu tinha medo de sofrer...
Porque quanto mais pessoas entram no seu coração mais pessoas podem sair dele.
Eu entendi que sou muito do diferente do que pensam e falam.
Eu estava vivendo numa prisão sem grades, que eu mesma permiti.
Porque eu me juguei; me culpei; me condenei; me escondi... e por muito pouco, não me destruí.
Percebi que eu me amo e outras pessoas me amam também.
Porque eu sou maravilhosa. Sou linda. Sou louca. Sou eu. Eu sou a melhor versão de mim mesma agora. Eu sou Cecilha Beatriz.
Eu não sou daqui
Eu não sou daqui
Não sou
Aonde me pertenço?
Não sei
Mas não sou daqui
Talvez more nos beijos apaixonados
Nós 5 segundos de coragem.
Talvez more na simplicidade
Na roça, na selva, na vargem.
Talvez more no coração de quem ama
De quem não se engana
De quem cedo levanta da cama
Atrás da música, do samba
Talvez até viva nas ruas, nas vielas
Onde pessoas cheias de si,
vazias
Buscando alguém para transbordar
seus corações desocupados
Talvez até me encontre nos becos escuros,
atrás de muros
No choro de uma mãe preocupada
Na angústia de uma menina mal amada
Na sala
fechada
Mas se sou daqui?
Não sou
Quem sou eu?
Eu sou a confusão
o delírio
a dor
a tristeza
a decepção.
Eu sou a paz
o amor
a paixão
o vento do mar que te acalma,
posso ser também
a mosca voando no seu ouvido,
te irritando.
Eu sou quem você quiser.
A heroína
a mãe
irmã
prima
amiga
a rainha.
Mas, eu sei
quem eu sou.
Só eu
ninguém mais.
Só eu e meu amor.
Que pra ele me entreguei
de alma
corpo
e dor.
De madrugada eu me pego olhando da janela
Imaginando o mundão fora dela
Embaçado... tem dia que me sinto fracassado
Tem dia que eu sou grato.
Tem tanta coisa que se eu pudesse eu mudaria
Começaria pela minha mãezinha
Que saudade de vc fazendo aquelas coisas na cozinha
Vida sofrida, vou parar de imaginar nem sempre da pra sonhar
Eu briso no universo, me vejo no multiverso
Escuta meu verso, eu peço.
Estou em todo canto
Você me vê
Me vê na natureza
Nos seus momentos de fraqueza
Me vê no suor que escorre
No sangue que corre
Você me vê na poesia
Na bala perdida que tira vida.
Não consigo me expressar tanto
Mas é sincero, rimo sobre o céu e o inferno
Tenho tanto pra falar, mas não sei por onde começar
É aqui que vou acabar.
Na profundeza obscura do meu ser
Habitam angústias e desejos sem fim
Em busca de algo que eu possa conter
E dar um sentido ao que sou e ao que vim
