Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu poderia recitar uma poesia, eu poderia ir até o céu pegar uma estrela que durasse o tempo que fosse para conseguir, eu poderia lhe encher de presentes, mas não eu simplismente só lhe digo uma simples e pequena fase eu te amo, que essa sim além de se tornar grande quando é dita verdadeiramente pode ser maior que qualquer coisa.
Nas madrugadas da vida eu fiz da noite dia, fiz do dia noite. E da poesia, minha mulher. Amei-a como se fosse a ultima coisa do mundo, ela não me trai, mas me trás a paz, aquela paz que me faz ser humano, ainda que errante.
ventos que sopram a ilusão e magia de uma noite serena em solidão, quisera eu ser poesia e ser a nostalgia pra invadir seu coração.
Tudo que eu for fazer, preciso de música ou poesia. Das vezes em que morri durante a vida, elas me salvaram.
Poesia obscura está iluminando minhas entranhas, mas eu ainda não consigo continuar com meus escritos poéticos, pois fui rejeitado até por minha própria poesia.
A poesia vem de minh‘alma, mas eu escrevo como mania, mesmo quando estou sem inspiração e não sei o que escrever de poesia, não me abato e apenas sorrio, percebo então, que neste sorriso, também contém poesia minha.
Só soube muito depois que o que eu escrevia se chamava poesia. Nunca tive interesse pelas definições, pelos rótulos. Aborrecem-me mortalmente as discussões estéticas.
Eu já falei de amor com poesia, atitude, palavras, provas, trovas, lagrimas, risos e gestos. Hoje discuto com meu pensamento por que sei o que amar é bom.
Se você me perguntasse se eu gosto de poesia, eu te responderia assim; queria viver todos os meus dias, com amor sem fim, morando dentro de um jardim.
E eu que fui ser poesia... a minha beleza está nos meus versos tristes... a minha força vem dos meus tropeços, recaídas e a minha vitória vem das minhas reviravoltas e das minhas voltas por cima ! Eu sou a poesia mais linda... porque da minha tristeza fiz hoje a minha alegria ... eu borboletei denovo .. eu renasci das minhas cinzas...
É uma provocação nesse teu silêncio que não silencia, Eu me calo, A poesia denuncia - é assim que começa o amor e sua magia.
Vida interior eu tenho bastante para viver até no deserto. Quem escreve poesia não padece de solidão e nem de falta de distração.
Se eu quiser escrevo qualquer estilo de poesia. Como eu só tenho compromisso comigo, eu escrevo aquilo que quero e me faz sentir confortável. Não detenho a palavra e tampouco a poesia. Querer ser poetisa absoluta eu considero obsessão. Quem me define como poetisa na verdade é o leitor. A poesia é uma maneira de resistir...
Suave é noite que me permite ter a poesia como companheira, Ela traz essa forma de eu não me perder da tua companhia, É a nossa magia...
A saudade é companheira determinada a reencontrar o teu olhar, A poesia é alimento para que eu viva a sonhar, E jamais desista de te amar...
Eu posso tudo com você, Eu posso tudo no limite que só a poesia de amor pode fazer, Estando sempre na tua companhia...
Me entende, eu não quis, eu não quero, eu sofro, eu tenho medo, me dá a tua mão, entende, por favor. Eu tenho medo, merda! Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto.
Aí eu tomo um banho bem quente, pra te espantar da minha pele. E canto bem alto, pra te espantar da minha alma. E escovo minha língua bem forte, pra separar seu gosto do meu. E quase vomito, pra parir você do meu fígado. E tento ser prática e parar de suspirar. E tento abrir a geladeira sem me perguntar o que eu poderia comprar pra te agradar. E tento me vestir sem carregar a esperança de esbarrar com você por aí. E tento ouvir uma música sem lembrar que você gosta de se esfregar de lado em mim. E tento colocar uma simples calcinha e não uma bala perdida pronta pra acertar você. E tento ser só eu, simplesmente eu, novamente, sem esse morador pentelho que resolveu acampar em mim. E nada disso adianta. E o esforço pra não fazer nada disso já é fazer tudo isso.
