Poesia dos Nomes
Grandes nomes do séculos XX serão lembrados para sempre, pois fizeram seus feitos eternos, mesmo sabendo que seria tão rápido aqui sua passagem neste cenário de rochas perene.
Os grandes homens nunca morrem, apenas desaparecem fisicamente, seus nomes, suas imagens e ideologias prevalecem nas memórias dos que se fazem presentes fisicamente.
O mundo precisa do amor que vem da alma porque aquele que vem do corpo ou da mente tem outros nomes e outros propósitos.
Os anos roubaram seus dentes, seus cabelos, seus amores, seus filhos, seus nomes... Recompensando-a com o vazio e a saudade
Rei morto, rei posto...Devemos a partir dessa premissa focar nossos conteúdos e reputações em nomes cujos valores não estejam infectados pelos males da corrupção política. Chega de ser papel de parede para cadáveres políticos.
Se tivéssemos de elaborar uma lista com os nomes daqueles que nos ensinaram a maior parte daquilo que realmente precisamos saber, imagino que os cientistas, por mais que atualmente as pessoas toquem trombetas para eles, ocupariam postos mais humildes, enquanto perto do topo estariam os poetas dramáticos.
Se nossos nomes fosse um número, a variedade de nomes seria muito maior do que do jeito em que nosso nome é formado, ou seja, as vezes há mais subjetividade nos números do que nas letras.
Não medite utilizando nomes que não contêm ordem e significados do altar, é certo que a palavra sagrada não renasce no planejamento humano, nasce da graça que surge do não existencial, pela ordem do caos.
Assim posso contar toda a minha estória como um conto de fadas. Se não tenho nomes ela não me pertence.
“E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas. E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro. E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo. E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.” (Apocalipse 21:12-20)
Há mar e mar, os Nossos mares remexem as areias fundas, descobrem os nomes dos peixes e surripiam a cor mansa do céu.
Nós não escolhemos nem nossos próprios nomes, vamos escolher os erros... O que e certo e errado simples fato.
Diz a lenda que quem tenta sempre ajudar os outros, acaba sempre se ferrando e ganha nomes como: intrometido, falso e fofoqueiro, e ainda sai como o mau-caráter da história
Os ecos dolentes que dormem em minha alma são hoje um querer de amor quase sem nomes, sem as formas e sem todas as cores que há muito conheci. Mais do que agonizar-me em perdas, quero seguir em sintonia secreta com meus palácios de sombras e de sonhos. Posso escrever ainda sobre as luzes da noite tão minhas, sobre os ventos que cantam pra mim. Minha alma não se contentará sem os versos da paz que preciso. As pedras das ruas pelas quais não andei, a espuma do mar que não cheguei a vestir perderam-se hoje de mim. Todas as dádivas do outono cinza que eu não conheci serão palavras mudas e errantes também. Os passos na areia que não deixei, as muitas conchinhas que não cheguei a juntar, permanecerão lá, à espera de um novo milagre de amor.
tudo que tem um inicio tem um fim, o escuro do vazio eterno cobrirá nossos nomes caindo assim no esquecimento, tudo que é vivo tem fim até o nosso misero universo terá o fim dando lugar ao nada e depois a criação pois o fim do fim é o começo
O melhor jeito de tratar uma mulher quando te trai nao é bate-la, insulta-las, chamar nomes isso nao revolve nada. O que deve fazer é apoiar, demostrar para ela o quanto voce ama, e é claro que a consciencia dela vai pesar de tanto o que ela faz.
"Eita mania besta essa de dar dois nomes pra tudo! Ou se é burro ou se é inteligente, ou se é da direita ou se é da esquerda, ou está certo ou está errado, ou é isto ou é aquilo. O ser humano, descontente com essa história, tratou ainda de inventar o tal do 'meio-termo'. Oh minha gente, bora acabar logo com isso? A partir de hoje está decretado o 'desnomeio' do mundo. Vamos misturar tudo e começar de outro jeito porque esse parece que não nos atende mais"
Se meu coração fosse de papel eu poderia ter escrito e agora leria e lembraria um por um os nomes e as pessoas que esqueci.
Ele nunca esqueceu os nomes de ruas e números dos prédios. É o seu jeito de lutar contra a indiferença e o anonimato das grandes cidades, e também contra as incertezas da vida.
Levo nos meus escritos os nomes de colegas que conheci ao longo da vida, colegas que de uma maneira ou outra cruzaram meu caminho, em busca de uma palavra de conforto, talvez de uma história bem contada ou até mesmo uma ajuda para algum fim...porém na minha cabeça e no meu coração levo o nome dos meus amigos, estes sim não querem e não cobram nada em troca, e até nas horas mais difíceis aparecem com uma palavra amiga mostrando o caminho a seguir, não sou tão bom assim de memória, mas o nome destes amigos nem são tantos assim que eu precise decorar, hoje e sempre digo com todo vigor, amigos são como joia rara, assim que encontrar uma, vale a pena lapidar para que seja uma amizade eterna e duradoura, colegas...ah estes ensinam a valorizarmos os amigos...
