Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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A poesia não tem dia,
nem tem hora, é só acaso.
Seja fato, sonho ou fantasia,
com ela, todo dia eu me caso.

Inserida por tamanho

Poesia não é só rimar
Poesia é demonstrar valores, ocultar dores, viver amores e aprender a sonhar
Poesia é enxergar um futuro melhor em meio às dificuldades
Poesia é ver um mundo livre de toda maldade
Poesia é a felicidade e a arte que só leitores e poetas podem descrever
Em um mundo onde o dinheiro é tudo, poesia nos faz reviver.

Inserida por EduardoMoreiraJunior

Não preciso rimar;
para fazer poesia.
Não preciso de dinheiro;
para ter alegria.
Basta caneta e papel;
e já ganhei meu dia.

Inserida por DanielleSaid

Poesia da Vontade

Não sei se me carecerá assiduidade
Ao descrever a matéria desta poesia.
Ocorre que me falta a maestria
da vontade de ter vontade.

Inserida por tiagotextos

Minha poesia não é popular
Mas pra um poeta
De que isso ia adiantar
Meu coração nunca se preencheu com popularidade
Me sinto completa, em colocar poesia na minha cidade.

Inserida por yohanaperuzzo

Poesia: Jenipapo a resistência com consequência

Na Guerra da Independência, não houve clemência!
Muita inocência, os piauienses lutavam por independência!
De um lado, portugueses fortemente armados!
Soldados, desalmados, armas de fogo e até canhões!
De outro lado, sertanejos, indígenas, vaqueiros!
Os verdadeiros, brasileiros, não foram fujões!
Com armas artesanais, foices e facões!
Às margens do Rio Jenipapo a batalha foi cruel!
Lutava um povo fiel! Seu papel?
Resistir a opressão, voltar a situação! Colônia não dá mais não!
Nesta luta, seu cabra da peste o Nordeste saiu na mão!
Então Piauí, Ceará e Maranhão se juntaram de montão!
Independência ou morte, que confusão!
Batalha suicida, mais que em poucas horas os portugas domina!
Na batalha pela emancipação, essa luta não foi em vão!
Salve os heróis no Jenipapo, porque nem tudo deu errado!
Os heróis da resistência, clamavam por Independência!
Em seis de agosto de mil oitocentos e vinte e três veio e emancipação!
Piauí, Ceará e Maranhã ganharam de montão!
Ser independente, foi a solução!
Salve Jenipapo, que não saiu na contramão!
Salve os heróis de Jenipapo, nossos verdadeiros irmãos! (Marcos Müzel 14/5/2025)

Inserida por marcosarmuzel

⁠Não te colocarei no papel

Você é a poesia que nunca escreverei.
Talvez por isso seja a única que me atravessa inteira.
Habita a profundidade do meu ser,
num espaço onde nem a razão alcança.
Fica ali, inquieta,
como quem nunca foi,
e ainda assim, nunca deixou de ser.
Não preciso escrever teu nome,
nem de apresentações
nos reconhecemos no escuro,
onde só a cumplicidade respira.
Te escrever seria te tornar concreta demais.
Prefiro te guardar onde ninguém toca.
Te nego no verbo,
mas te carrego no pulso,
feito veneno escolhido,
bebido em silêncio.
Transbordas em mim,
mas eu me contenho
porque quem transparece, sangra.
Eu aprendi a sangrar por dentro.
O que há entre nós não cabe na lógica.
É um corpo que sabe,
uma alma que hesita…
um erro que eu cometeria mil vezes.
És desejo vestido de ausência,
lembrança que nunca aconteceu,
febre contida no gesto calmo.
E por mais que eu siga só,
como as estrelas
longe, intacto, em silêncio
há em mim um canto,
imoral, teu, intacto,
que ainda arde.
E se não te escrevo,
é porque não suporto a ideia
de alguém ler tuas entrelinhas
e ocupar o lugar que só eu sei.
Augusto Silva

Inserida por augusto_silva_1

⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro,
Não quero sair daqui, quero expressar,
Tudo aquilo que é difícil de falar,
Seja do amor, o que causa dor,
O que promete cura, e no final nos fura,
O que causa um sorriso, que não vem sozinho, acompanhado, porém, de lágrimas

Fiz meu inverno no verão, mas não de chuva, e sim de lágrimas.
Esqueci dos toques da sua mão,
E nas minhas letras você se tornou um refrão constante.
Te perdi no inverno, e estou, estou no outono esperando,
Haviam me dito que é nessas épocas que as flores aparecem..."

Inserida por jhon_lisboa

⁠Sem tempo para fazer o que mais amo, escrever.
A poesia não está engavetada , apenas engasgada .
Os versos fluem, mas não são expostos, eles sobrevivem ao tempo curto e a rotina desgastante.

Inserida por ISLENESOUZA

⁠MAGIA DA POESIA (soneto)

No versejar doloroso, não diviso
dor alguma, é sentir e recontar
tem, choro e riso, céu e paraíso.
Todo um sentimento a poetizar
Também, um momento conciso
vindo d’alma, percebo, entanto.
No soneto triste, há um indeciso
verso de alegria e de um encanto

Uma dualidade, é dentro, é fora
embora, surgirá sempre a aurora
e uma ilusão pincelada na poesia
O canto, se com pranto, saudade
com o sorrir é cheio de felicidade
para bordar a poética com magia.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
15 junho, 2025, 14’24” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

POESIA MUNDANA

A minha poesia mundana...
Não fica parada ao vento
Viaja por longeva semana
Buscando desbravamento...

Vagueia pelo breu do céu...
E passeia sob a luz do dia
Às vezes é doce tal o mel
Ou somente sal da maresia...

Vivaz como toda criança...
Tem a calma de um ancião
E traz a cor da esperança
Realçada na imaginação...

Na beira do mar, nasce, vive...
Atravessando as 24 horas...
E lembra-me onde estive
Preservando boas memórias...
(POESIA MUNDANA - Edilon Moreira, Agosto/2022)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠A POESIA QUE HABITA EM MIM

A poesia que habita em mim...
Não se tem como expressar
Traz meu lado bom e o ruim
Disputando um mesmo lugar...

Ora sou calmo ora elétrico...
Ora sou alegre ora sou triste
Ora sou doce e ora patético
Ora controlado ora sem limite...

Mas há a gratidão no verso...
Bem maior que o meu ser
É esse sol no meu universo
Que se deixa transparecer...

Eu trago num entra e sai ano...
Tudo o que me é envolvente
E é só no amor que emano
O que tenho de consistente...
(A POESIA QUE HABITA EM MIM - Edilon Moreira, Outubro/2021)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠POESIA NÃO ENSAIADA
.
A poesia é assim
Sem premissas ou planejada
Ela brota na mente
Pelas veredas da Alma
.
Sai por entre os ventres
Do sangue que o coração acalma
Não há nela ideologias nem dogmas
Aparece de repente em formas
De nuvem e caem como água
.
Para acalentar o desespero do ser
Que contido em infinito
Não segura as forças
Do Etéreo e o Divino
.
Sofre porém
Quando alguém lhe contém
As ideias que chegam sem precedentes
.
Em sua boca ensejada e palavras
Seu maior conforto
É poder com a caneta
Escrever em suas tábuas
.
O que lhe apresentam a Vida
Na imaginação sinestésica
Do sentimento, Amor em contento
O êxtase daquele
Que tem imaginação inspirada
Da letras escritas
E das rimas faladas
(Frederico Molini)
17/08/2023
00:18

Inserida por Molini

⁠Somos dois poetas musicando um ao outro, enviando poesia para o fundo eterno da alma. Poesia não se faz, ela descreve, mostra e olha nos olhos das pessoas, demonstrando todo o amor que elas querem. Ela é a poesia da mãe, falando sobre ramos até o fim, independente da situação. Minha poesia é a minha arte da manhã.

A poesia é um fogo que arde e renasce, como a Fênix. É o amor incondicional de Deus, a melodia mais suave da arca de Noé. É a essência do trabalho, da compaixão, do carinho e do amor. A poesia é como uma chama que nos mantém quentes e nos traz alegria, iluminando nossos caminhos. Ela nos deixa livres para nos expressar e nos dá esperança de dias melhores. É o fogo que acende a chama da alma.
Reflexão do Marcos poeta


Marcos é um artista que encanta a todos com sua poesia. Ele acredita que poesia não deve ser apenas ouvida com os ouvidos, mas também com o coração. Suas palavras provocam emoção e encantam quem ouve. Marcos é o tipo de artista que nos faz parar e refletir, nos transportando para um mundo de imaginação e sonhos.
Marcos, o poeta, expressa a beleza e a magia do mundo em suas palavras. Sua poesia é um tesouro de imagens vívidas e emoções profundas. Com seu uso único da linguagem, Marcos captura os mistérios da vida e os transforma em poesia poética. Suas palavras fluem suavemente, evocando memórias de sonhos e desejos que todos compartilhamos. Marcos oferece esperança e uma nova perspectiva aos leitores, permitindo-lhes refletir sobre as suas próprias vidas através de sua poesia.

⁠Você É Poesia pra Mim Antônia

Sei que não posso ter você
Mas nunca vou mentir pra mim
O quando te desejo
É, eu confundo as coisas
Tão fundo
Que quase já não me reconheço
Mas vou deixar você ir
Pois temos que deixar livre
Quem amamos
Tudo isso foi um sonho
Não queria ter acordado
Porque dói.

Inserida por JRAL

⁠"Futuro"

Vivendo na poesia.
Numa histeria de palavras
que talvez você não conhecia.
Charme em dizer aquéns
para alguns, é ser ninguém.
Não entendem como as palavras te fazem refém
com quem?
Abre as alas da conclusão entre si a razão.
As valas entre ilusão e a percepção.
Entre você, somente você e o seu coração.
Tento não dizer o mesmo para sempre
desenvolvendo sem estar ciente.
Mas crente que nós mudamos constantemente.
O talvez é recorrente
a incerteza é insurgente.
Mas o tempo te joga pra frente sem pedir.
Sem avisar retira teus "para sempre"
que lhe faziam sorrir.
Agora mente dizendo conseguir.
Engana o teu eu sem coagir.
Finge a lembrança do passado
regrado à cadeia de anotações
que fizeste do teu futuro.
Esqueceste de te incluir no seu próprio mundo
e viveste sem viver nenhum segundo.

Inserida por Poetadecopo

⁠SOU RÉU DE POESIA

Sou réu de poesia! Confesso a minha sina
Porém não me penalizo desse ditado fado
Sublime, o poetar é também feita contina
Jeito tão mais gostoso e tão quão amado

Por certo o que nos redime, nos faz alado
Arte! A quem quer ter a poética inquilina
Eu cedo, e está fortuna, assim, me defina
Se eu portar, por acaso, e for um sorteado

E nesta ação, tão incrível, embora fique
Meu poetizar espalhado em mil pedaços
Eu rogo que a inspiração tenha o clique

Sou réu de poesia, mas também indefeso
Na criação, da geração e dos teus passos
Assim mesmo, da prosa quero ser preso!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
22/08/2021, 05’58’ - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Platão não valorizava a poesia
como inspiraçåo poética, por
acreditar erroneamente, que o
poeta reproduzia apenas a
cópia, de meros sentimentos.

Inserida por ubaldo_santos

⁠FRAGMENTO
POESIA: VAMOS!
AUTOR: SAMUEL THORN

Não sei explicar o que sinto.
Parece, mas não é ilusão.
Tenho medo de saber explicar
E parar de sentir o sentimento bom.
(...)

Inserida por samuelthorn