Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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É a noite ao clarejar dos céus
Que é possivel enxergar,
As estrelhas aconselhando
Cada simpatizante delas.

Inserida por ShandyCrispim

O meu coraçao doi
E tudo o que doi eu sinto
É como se eu estivesse a desmoronar
Lentamente vai se partindo em milhares de pedaços

E eu sei que ninguem vai la estar
Para me amparar
E eu vou cair
E me afundar

Neste mundo onde nada faz sentido
Eu caminho so
E lentamente
Tentando encontrar paz

Para o meu pobre coraçao
Que tanto sofre sem razao
Aparentemente sou so fraco
Mas tudo tem uma razao
E esta é apenas uma desilusao.

Inserida por tiago_machado

Um dia entrei para outra realidade
Era um mundo de sonhos,
Onde tudo era perfeito sem problemas nem dificuldades
Porque perguntei me eu?

A resposta era simples.
A razao daquela realidade ser tao perfeita era a sua presença
A presença da rapariga que ja mais amei neste mundo
Um mundo onde ela era minha e eu dela.

Onde nos podiamos viver livremente
Sem nos preocuparmos com o mundo e as dificuldades do dia a dia.
Nunca pensei gostar tanto de uma pessoa neste mundo
No fundo esta realidade paralela era perfeita

Mas como todos nos sabemos nao existe perfeiçao
Ou seja,esta realidade era falsa
La se foi o meu mundo tao perfeito onde era tao feliz
No fundo tudo era falso menos o meu amor por ela.

Inserida por tiago_machado

Brasil Tropical
No encontro do Sol
Na imagem vertical...
O Café da manhã
De gosto tão especial
Se apresenta logo cedo
Intenso e genial
No princípio desse enredo.

Inserida por IsraelLima23

Sê presente

Um prato de comida;
Uma dose de boa vontade:
Um trabalho produtivo;
Um desapego sábio;
Uma Natureza cuidada;
Uma fé quando acordar;
Um lugar onde encostar a cabeça;
Um abraço demorado na pessoa querida;
Um adormecer despreocupado dos laços do viver;
Um intensidade de Amor. Para reforçar os laços
que acumulam o bom animo;
Utopia?? A terra continua girando.
E o tempo?? Bem aí. Na sua frente.

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

QUINTAL

Varias picadas no caminho.
Com tuias, uma ao lado de outra;
Com portinholas de ferros em formas
De grades.
Intercalando com cupinzeiros de vários
Andares. De onde se observam as cabecinhas.
Olhando para o horizonte pensando? Sei lá o que?
No solo, massa negra e pedra. Para não sujar
As solas dos pés. E evitar que o magnetismo,
Retorne para a terra. Já acumulados pelas nas solas do
Sapatos.
Os Rios e nascentes já canalizados, não se conseguem perceber.
Apenas peneirar e retirando, se possível , as shigellas e correlatas.
Com a água preta tirada do poço. Se movimentam-se corcéis
De dois mil quilos feito de ferro, que pessoas usam para irem,
Trabalhar na roça.
De tanto engajamento, vão liberando enfileirados; gás carbônico, já servindo para eliminar zicas e dengues.
Sanitarizando .O Rios e nascentes já canalizados e esquecidos,
De onde; não se percebem mais. E apenas peneirando e retiram, quanto possível as shigellas e outras. E devolvem pelos canos, por onde existiam os bambuzais.
No ar, Aves gigantes silenciosas, transportando trezentos; cem passageiros. E libélulas girando suas elicies a todo tempo,
Indo para lá e para cá. Indo sei para onde?
Algumas arvores não frutíferas e fuligem , enfileiradas em calçadas, fazem as sombras para os caminhantes que; se movimentam para inalarem o oxigênio batizado para transportá-los ao organismos já acostumados.
Caminhantes que andam com uma caixinha na mão. Olhando a todo instante. Aprendendo, apreendendo, apreendendo.
Que só observando a Natureza. Que o Homem pode se reconhecer.
Qual a natureza do homem que nasce e vive nesse quintal?
Para essa pergunta. Deixo uma palavra chamada futuro.

marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

Ruínas

Tento eu reconstruir a mim, tento superar a ausência dele sem nem ao menos ele ter partido. Enquanto ele corre atrás de seus sonhos libidinosos, assim dito por ele, eu libidinosamente o desejo ainda, mesmo sendo esse desejo desaconselhável e avassalador. Um turbilhão de palavras chegam aos meus ouvidos, oriundas das bocas que me amam e o escarnecem. A razão me leva a mim e o coração sangrando de tantas feridas abertas por ele me leva, só me leva! E agora? Onde estarei? Pra onde vim? De onde eu saí? Eu saí?

Esse emaranhado de perguntas me fazem lembrar do que eu sempre tive certeza, eu o Amo!

Ele, seco em possuir o mundo, deixa com que o mundo o possua, lembra e sabe, descobre e retorna, ao lar que estranhamente sempre foi seu e volta a mim e não para mim, que ainda, mesmo que não queira, quer e é seu. Sua destruição e seu desejo infringiram a única regra que não se podia quebrar, não viole a fidelidade dos sentimentos.

Seu desejo de ser do mundo , o fez esquecer da fidelidade dos próprios sentimentos, o fez esquecer o que se sente, só a sua putrefação o fez lembrar que um mal ou bom filho à casa torna! Agradeça a seus Deuses e Demônios. E lembre-se tu és mortal, não precisas testar a durabilidade de tua carne!

A'Kawaza

Inserida por kawaza

Sobre o que você faliu.

Você veio de uma vida de corpos, drogas e boa música, as letras verdades, poemadas e ritmadas, nunca foram tão vazias, quanto as palavras faladas por ti, sim prefiro o escritor. Aquele poeta meia boca que me seduziu e engoliu inteiro sem nem me deixar respirar. Mas, eu como diz suas letras formadas, me debatia em ti e sim me debatia demais.

Me debatia demais porque conheci além do poeta, porra, que merda que eu fiz. Conheci além do faz de contas, sobrevivi ao encantamento, trouxe o pior de você, para que tu mesmo pudesses conhecer, ensinei que pra ser bom, não se precisa sofrer ou fazer sofrer.

É você não aprendeu, tornou a ir e sem nem o ter aprisionado o soltei. Voa folha, voa e caia na água, pois folha solta sem caule, morre de fome. O que esperar de um homem folha?
Ele vive de sugar pra se alimentar. Suga a força do sol e os nutrientes da terra, não iria sugar a mim, árvore fincada e com raízes sólidas, árvore de valores invertidos e concebidos?

Não se trata apenas de libertar a folha para a morte, mas quis tanto que a folha apenas aprendesse algo quando ela fosse.
Ela/Ele se foi e me deixou no silêncio da ignorância, no bloqueio frio de algo que poderia nos conectar, mas eis-me aqui conectado a ti pelo que jamais te largou, desejando intimamente que tu caias na água e brote de novo.

Desejando aqui que tu brotes e vire árvore e que lembre-se que o tempo passou e trouxe consigo o enigma da metamorfose, agora sou água e posso sua fome matar.

A'Kawaza

Inserida por kawaza

Sobre o tempo...

Três décadas atrás comecei a contar meu tempo, tempo que eu conheci Cronos, tempo que conheci Tempo, tempo que conheci Kitangana.

Sobre o tempo, ainda é pouco tempo pra que eu escreva sobre ele, nem sei se é perda de tempo, me ajuda Tempo.

Parei de ter crise existencial, Tempo mostrou-me que eu o estava perdendo, parei de contar o tempo, agora conto com ele.

Atento-me ao tempo, tempo que não para, tempo que não começa, tempo que não termina é tudo é sempre.

Então Tempo de todo tempo, tempo que embala tempo, tempo que badala tempo, me ajude a ter mais tempo, não me faça o perder, apenas quero aproveitar você! E no tempo de minhas três décadas Zara Tempo!

*Kitangana e Tempo Nkisi de matriz Africana

A'Kawaza

Inserida por kawaza

NOTA

Anota ai que enquanto tu
escreves o tempo passa.

Anota que a nota que te dão ninguém nota.

Anota que suas notas não tem valor.

Anota que o tempo ja passou,
tá passando, vai passar.

Anota que não existe ninguém acompanhado e que a solidão é algo inevitável, notável!

Anota também que você é individual e que isso é bom.

Anota que a felicidade está em você!

Anota que se nota o seu
valor, quando você nota ele!

Anota que a melhor nota é da música que você canta ou ouve.

Anota que o prazer nem sempre é notado, anota que essas são as notas!

Apenas pare de tomar nota, isso é roubo, viva e não tome nota disto!

A'Kawaza

Inserida por kawaza

O novo!

Torna-se cada vez mais gustativo
o gosto do desconhecido.
Você me embriaga com suas palavras sinceras cheirando a álcool.

Sua voz que não diz o que é, apenas diz,
diz e se faz dizer, mexe comigo de dentro
pra fora, não apenas a ouço,
tenho sensações.

Ela não vem sozinha aos meus ouvidos,
além de perturbar meus timpanos com seu tom grave, ela ainda perturba minhas noites, me causa poluções e já não consigo e nem quero disfarçar...

Ejáculo o podre e puro prazer de você e você nem aqui está!

A'Kawaza

Inserida por kawaza

Déjà vu

Sua vida é constante repetição, você troca só o corpo por outro, os sonhos são os mesmos e os anseios iguais, você já viu isso mil outras vezes, mas o desejo de tua carne podre e o egoísmo de sua mente sórdida, não lhe permite parar.

Você vive a verdade de suas mentiras, quantas lágrimas você viu chorar? Talvez seja esse seu alimento e por um excesso de sentimento, até minhas lagrimas C' fez secar.

E a cada vez que você vai embora, minha mente me trai, me traz toda história daquela memória, que insisti em te recordar.

Depois que o conheci bebi água no deserto, a sua fonte secou, foi molhar em outro lado, e eu aqui sou sol, areia e farrapo!

O levei além mar, achando que assim a felicidade nos fosse achar, ela achou você, mais um dèjá vu você está a viver.

O levei além mar pra tu navegar além de minhas veias, pra que meu sangue fosse só mais um nas estatísticas de apodrecimento sugatório, pois é isso que um parasita faz, somente suga!

O levei além mar para mais um Déjà vu você viver. Navegue em outro rio, pobre rio Jordan.

A'Kawaza

Inserida por kawaza

Preta

Preta, preta sim, preta sua, preta minha, apenas preta.

Preta nega que quebra incendeia, que sorrindo balanceia, preta ancas e cadeiras, preta de fala clara de candeia.

Preta de batalha, luta e suor, preta guerreira, bruta mulher que a flor cheira. Gata garota, menina mulher.
Rainha, vassala, seu escravo é meu olhar.

Ela anda e o povo passa mal, passa homens e mulheres, ninguém viu igual. Tem a raça no tom, na voz, na beiça e no som, tem um black do bom, cheia de colares e búzios, conceda a nós o seu uso!?

Vejo você negra, mulher, faceira, de pele limpa e alma de amor,

Obrigado preta, por tonar esse mundo com mais cor!


A'Kawaza

Inserida por kawaza

Denise

Canto o canto e o encanto, no branco do seu sorriso, no verde dos seus olhos e no ouro do seu cabelo.

Sinto as notas que você diz a cada frase versada, por uma voz velada, de vez engraçada, de vez engasgada e até embriagada.

Aquela preguiça e aquele andar, aquele sentido que não há, vejo aquela menina que bebe, aquela menina que é pura, aquela menina menino, aquela menina sorrindo, que sorrindo espanta dor, que sabe semear o amor, que a esperança dos seus verdes olhos nasce a cor.

E falando em colorir, aquarela ela é, de sorriso branco, olhar verde insinuando, alma plena de cores claras, vida hard de cores rasas, de primária não há cor, só seu coração que é sangue fresco de puro e vermelho sabor! A'Kawaza

Inserida por kawaza

Eu sou a areia do tempo, dentro da ampulheta da vida e deixo que a vida me molde grão a grão


A.Kawaza

Inserida por kawaza

Do outro

Um está no outro, como se no outro estivesse um e na realidade eles até tentaram ser dois, mas não conseguem.

É infinita a paúra causada em imaginar-se fora do outro, não sendo nem mesmo um.

Um está no outro e desse outro que abriga dois, só se vê e se sente um.

Tente separar um ou outro e veja o que você vai achar! Vai achar um em outro e outro em um, sendo assim eles são mais que unidos, eles são Unos!
A'Kawaza

Inserida por kawaza

Eu hoje viajei no tempo...
Mas por um momento pequenino.
Eu vi a manga madura no pé...
Olhei pra ela com olhar de menino.

Inserida por patricialmendez

Já fui tantos e nenhum
e, no entanto, irei morrer
talvez sem ter sido um
dos muitos que tentei ser.

Inserida por cordel_na_rede

POETANDO O VENTO (soneto)

Melancólico, gemem os ventos, em secas lufadas
No cerrado do Goiás. É um sussurrar de ladainha
Em tal prece, murmurando em suas madrugadas
Do planalto, quando a noite, da alvorada avizinha

Sussurros, sobre os galhos e as folhas ressecadas
Sobre os buritis, as embaúbas, e a aroeira rainha
Que, em torpes redemoinhos, vão pelas estradas
Em uma romaria, lambendo a sequidão daninha

Bafejam, num holocausto de cataclísmica rudeza
Varrendo os telhados, o chão, por onde caminha
Em um cântico de misto de tristura e de euforia

E invade, o poema, empoeirado, com sua reza
Tal um servo, em súplica, pelo trovar se aninha
O vento, poetando e quebrando a monotonia...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10/01/2020, 05’35” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Minas Gerais

Dia bonito
Alegre e de frio
Sorrio
Me encanto
Com os pássaros
Doce canto

Caminhos de terra
Poeira sobe
Com o vento no mato
Olho para o lado
Aceno distante
Lá está seu Fortunato

A beira da cerca
Tocando a boiada
Chapéu de couro
Ele não quer mais nada

Me aproximo
E saúdo
Tirando o chapéu
_"O cumpadi!"
_"Opa, bom dia! Vem com nois procê tomar um café"

Mesa posta
Café acabado de torrar
Aquele cheiro inconfundível
Do bom café pra variar

Broa fofinha,
Mãos da roça a afagaram
E tudo quanto põem a mão
Ficam que qualidade rara!

_"Ô seu moço, ainda tem queijo..."
_"Opa! Como bom mineiro, esse é meu desejo"
Coisa boa! Puro, o melhor que há
Quem ainda não provou que venha para essas bandas provar.

Segue a prosa
Olhando lá fora
O fogão de barro já consome a lenha
Olhando a senhora de lenço na cabeça
Percebo sua garra e sua paciência
O que é da roça é mais gostoso
Mas é árduo o trabalho

As crianças em volta, pedindo o almoço
É que na cidade 13:00 acontece o alvoroço
Aqui, os meninos sujos de terra
11:00 já começam a querer sentir o gosto

Sentir o gosto do arroz branco
Temperado com um tropeiro
Anguzinho com quiabo
Tem forças para brincar o dia inteiro

Pensei como é gostoso
Essa vida na fazenda
Quem casar com uma mineira
Sua vida vira lenda
Come bem dia e noite
Ô tempero bem falado!
Quando serve-se a mesa não tem um que não fique calado.

Sabedoreando Minas
E seus quitutes
O melhor lugar é aqui
De gente forte, feliz
E com saúde!!!

Inserida por keyllasouzaescritora