Poemas Vazio

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O GRANDE VAZIO DIGITAL

O mundo digital virou uma Matrix que esvaziou a realidade. As ruas estão cheias de pessoas, mas sinto que falta alma, falta calor humano. Tudo ficou frio, distante e superficial — tanto fora quanto dentro das telas. É impressão minha ou o "mundo real" está desaparecendo?

Lu Lena / 2026

DE PALMAS ABERTAS
(Onde a oração recebe luz)

Não lamente o vazio, o que parece perda,
Pois o Autor da Vida não joga ao acaso:
Ele move as peças e as encaixa.
O que parece atraso é apenas engano;
Descanse na mente de quem tudo vê,
Para que a grandeza do céu, enfim,
Caiba nas palmas abertas de tua oração.
Pois é Ele quem redesenha o plano,
Fazendo um mosaico no teu coração.

Lu Lena / 2026

​PLENITUDE DE CRISTO
(​Transformando o vazio da alma na certeza da vitória que venceu o mundo)

​Cuide de você; você é um ser único. É essência divina e veio ao mundo com um propósito.
​Não tenha medo do "nada". O vazio não encontra espaço onde o Espírito Santo já fez morada.
​Confia, entrega e descansa na promessa:
​"No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." — João 16:33
​Se Jesus venceu, você também pode. Sinta-se abraçado(a) por essa verdade!

Lu Lena / 2026

Amor não dói
O que dói é o vazio que ele deixa dentro do seu coração
Quando ele se quebra e vai embora
Restando apenas tristeza, arrependimento e solidão

”Saudade é igual fome. É aquele vazio enjoado que precisa ser logo saciado!”
Frase Minha 0201, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Quem nasceu para ser (sempre) vítima, sente vazio e sofre quando não existe crise, problema ou dissabor!"
Frase Minha 0409, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Resta o vázio



Como decifrar a ferida do coração?
Ainda sangram quando olho suas fotos, quando você sorri para outro e não para mim.


Como decifrar a ferida do coração?
Quando a ferida ainda não cicatrizou,
Desde que você partiu
E nunca mais voltou.


E mesmo que o tempo tente apagar,
O eco do seu riso ainda me persegue, como um fantasma que não sabe partir, ea ferida…
ela sussurra seu nome em silêncio.


E no fim, só resta o vazio
que você deixou.

⁠Há quem diga “eu te amo”
só para preencher o próprio vazio,
confundindo ilusão com carinho —
e deixando quem acredita recolher os cacos sozinho.

Nunca te iludi, sempre te amei


Nunca te iludi
— meu silêncio nunca foi vazio.
Carregava teu nome com cuidado,
como quem guarda água em mãos abertas, sabendo que amar também é não prometer o que não se pode cumprir.


Sempre te amei nos detalhes pequenos:
no jeito que o dia ficava mais leve quando você chegava,
na paciência que aprendi sem perceber, no respeito de te querer livre, mesmo quando te queria perto.


Não te confundi
com passagem nem distração.
Te escolhi sem alarde,
com o coração firme e os pés no chão, porque amor de verdade não precisa enganar pra ficar.


Se um dia duvidar,
olha pra trás com calma:
meu afeto nunca mudou de forma,
nunca vestiu máscaras —
nunca te iludi, sempre te amei.

Carrego um vazio


Aprendi a ficar só como quem aprende a respirar devagar,
não por falta de ar,
mas por medo de se afogar no excesso.
Já houve alguém, é verdade,
alguém que cabia no meu silêncio
e o chamava de casa.


Hoje, carrego um vazio que não grita,
ele apenas existe.
É um espaço onde as palavras moram sem som,
onde sentir demais virou um cansaço bonito,
dói, mas às vezes descanso nele
como quem aceita a própria sombra.


Talvez eu tenha feito
da solidão um abrigo,
não por desprezo ao amor,
mas por respeito ao estrago
que ele sabe fazer.
Porque perder alguém
não é sobre despedidas,
é sobre as partes de nós
que nunca voltam.


Então fico assim:
Intenso demais para passar ileso,
profundo demais para tocar sem cair.
Amar, para mim, sempre foi transbordar
— e nem todo transbordo salva,
alguns apenas ensinam
a nadar sozinho.

Penso em você,
e a saudade aperta meu peito.
Um vazio silencioso consome meu ser.


Roubaram o brilho do meu olhar,
meu sorriso já não sabe fingir alegria.
Até a luz cansou de morar em mim.


Falta-me o riso fácil,
falta-me o chão, o norte, o abrigo.
Falta-me aquilo que me fazia inteiro.


Estou incompleto desde que partiste,
caminhando em meio a metades e ausências,
vivendo sem a minha outra metade.

CHEIO DE VAZIOS
De que te enches oh vazio
Com teu espaço invertido
Quão mais robusto mais esguio
Em tantos nadas sem sentido
Do Big Bang deves ser tio
Sem precisão do acontecido
Idas e vindas por um fio
Em teu silêncio merecido
A emoção de ser bravio
De utilidade em ter vivido.
(Alfredo Bochi Brum)

Pecado de nós



Aonde ficaram as lágrimas o vazio pernoitou,

na linguagem do amor, um se disse cego, a outra parte se mostrou mudo,

em ambas as partes a voz que toca é a do ego que assopra e assola,

e assim o cheiro do perfume foi se esvaziando do frasco,

o pecado de nós está sendo deixado sem laços,

o pouco que resta de mim cai lentamente em tudo que escrevo.

A travessia




Um corpo foi forjado nas cicatrizes do vazio e no silêncio das emoções,


Ao tentar caminhar sentiu sua respiração fraca e seu corpo desfalecer com a perda do vermelho que da cor a alma,


O duro golpe de não reconhecer mais os próprios sentimentos nas linhas do passado deixou a sua história perdida no tempo,


A distância de um oceano a cura para aquele com o coração transformado em gelo o vigiava através da lua,


Decidida a resgatar um sonho que não se apagou, ela lutou com seus demônios, desbravando territórios jamais pisados antes enfrentou os seus medos e vibrante invadiu uma colmeia nas montanhas altas em busca do mel mais puro para que pudesse despejá-lo no coração de gelo do seu amado,


Após atravessar o mar congelado, e sofrer duros golpes na sua corrida desesperada , ela então conseguiu derramar o antídoto a tempo naquele coração que um dia jurou ama-lo para sempre.

O raio vai cair!




O vazio falhou quando tentou me corromper com suas noites de influências invisíveis aos olhos,


Nada que um dia teve um preço eu deixei criar raízes, pois as minhas convicções nunca estiveram a venda,


O drama do inocente que aprendeu a sentir não permitiu que o tempo pudesse atrofiar os seus sonhos,


Nuvens escuras e densas com sons estrondosos cobrem o meu céu,


O sinal foi dado,


O raio vai cair,


Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mentiu.

Entre trilhos e florestas um vagão vazio caminha sem ponto de parada,


Sobreviver no limite não é o caminho a seguir, deixe o que te feriu em cada estação que o trem passar.

Eu sabia que um dia você iria partir…
mas não imaginei o tamanho do vazio.

Que a dor faria morada,
silenciosa e constante.

E que a saudade viria assim —
avassaladora, sem pausa, sem aviso…
tomando tudo que ficou de você em mim.

Não preciso mais do reflexo distorcido,
do aplauso vazio,
nem do disfarce pintado
que tenta enganar a alma.


Minhas facetas agora são d’Ele,
lapidadas pelo fogo,
santificadas pela graça,
purificadas pela cruz.

⁠planeta Terra
Mundo orbitado
No tempo e espaço
Parece azul ,vazio
Inabitado.
No entanto, há um traço
É um canteiro de obra
Pura ação de manobra
De rotação e translação
Estância de vida e gravitação.
Força energética de renovação.

Mundo
Tu viste um mundo orbitado
Azul vazio ,quase pronto!
Eu vejo canteiro de obra
Placa tectônica que "entra em serviço"
E mãos que chegam com argamassa.
com botas sujas de barro,que o amassa.