Poemas Sombrios
nunca tivemos
uma resposta óbvia.
com todas as sombras
projetadas no teto,
e os fachos de luz
que rompem,
porta e janela.
Dias ruins de confusão
Noites frias, só há sombras
Acho que tudo está pior, vejo sombras
Em noites escuras
A querra espalhou o medo e a dor
Cresce a violência e os demônios se alimentam
O fim chegou a esperanca se foi
Não há lugar pra Deus , nos corações...
Desperte aqueles que dormem nas sombras da ignorância
Hoje não será apenas mais um dia
Algo ilumina na escuridão
É a sabedoria ofuscando a ignorância que cega os tolos
É o novo tempo aqueles que dormem nas sombras da escuridão acordam
Desperte os tolos
O conhecimento lhes deu a visão
Iluminou a escuridão da ignorância
Levante-se e ande com seus próprios pés agora!!!!!
A inteligência universal está entre nós
É o início de uma nova era
Um novo tempo
A vida floresce novamente....
Música de marcio H.melo
incondicional
vaguei pelas sombras alheias
até descobrir o meu verso
viver imersa em arte
é meu lugar no Uni-verso
tem quem se afaste de você
por não suportar suas sombras
tem quem se afaste de você
por não suportar sua luz
os que permanecem ao seu lado
apesar das suas contradições
e complexidades
podem ser chamados de
verdadeiras amizades...
#Quem me #dera
Tentei fugir das sombras que me perseguiam, mas desisti...
Entre bares, nos fundos dos copos, tentei te encontrar.
Todo o amor que nos prendera desfez-se como asas de cera...
Quem me dera...
Quem me dera...
E por vezes as noites me cobrem de angústia...
Tortura-me os dias...
Vivendo sem no entanto ...
Esquecer-me desse encanto...
Que perdi...
Hoje...
Na esquina de cada rua...
Sem ti...
Vagando...
Eu sou...
Tal como a lua...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poeta
Nas sombras do tempo, ele caminhava solitário pelas ruas de memórias desbotadas. Seu coração, um mausoléu de amor, guardava o fogo sagrado por ela. Ela, a musa imortal de seus sonhos, vivia na penumbra de sua ausência, uma presença tão vazia quanto as ruínas de um templo esquecido.
Anos haviam se passado desde que suas vozes se entrelaçaram em canções de promessas e suspiros. Anos desde que seus olhares se perderam nos labirintos da alma um do outro. Mas para ele, o tempo era apenas uma cortina fina entre o que foi e o que poderia ser.
Ela era como a névoa da manhã, presente, mas intangível. Ignorava-o como se ele fosse uma sombra indesejada em seu horizonte. Seu silêncio era uma sentença, sua indiferença, uma espada que dilacerava sua alma a cada dia.
Mas mesmo na morte ficta de sua conexão, ele persistia, seu coração como um farol na escuridão, esperando por um vislumbre da chama que um dia ardeu tão intensamente entre eles. Ele a amava além das palavras, além do tempo, além da própria morte.
Em seu amor, ele encontrava uma imortalidade que transcende os limites do mundo físico. Seu amor era uma epopeia, uma saga de esperança contra toda a lógica, contra toda a razão.
E assim, nas brumas do esquecimento, ele continuava a tecer os fios do seu amor, esperando pelo dia em que a morte ficta que os separava se dissolveria, e eles se encontrariam mais uma vez nos braços do destino, onde o tempo não teria poder sobre o eterno laço que os unia.
Ele é um notívago, um ser das sombras que desperta quando a lua toma o céu. Enquanto o mundo dorme, ele vive intensamente, encontrando vida e energia nas horas mais escuras da noite. Como um vampiro, ele se alimenta dos corpos alheios, absorvendo cada momento com uma paixão única e feroz.
Nas sombras, ele encontra seu verdadeiro eu, vivendo e respirando a liberdade que a noite oferece. Cada batida de seu coração noturno é um pulsar de vida que desafia o silêncio da madrugada. Ele não teme a escuridão, mas a abraça, fazendo dela sua confidente e cúmplice.
Porque ser notívago não é apenas um hábito, é um estilo de vida, uma celebração do mistério e da intensidade que só a noite pode proporcionar. Se você também sente que pertence ao reino das estrelas e da escuridão, saiba que não está sozinho... Você é a vida enquanto os outros sonham.
Entre as sombras do desconhecido,
Onde a ausência desenha o seu traço,
Eu me perco em sonhos, tateando,
O que seria ser pai, o que seria o abraço.
Nas horas em que o silêncio é profundo,
E a dúvida murmura em seu canto sereno,
Imagino o futuro, o toque do mundo,
O calor de um vínculo, suave e pleno.
Não conheço o rosto, nem o riso,
Mas sinto a presença, um eco distante,
E em cada pensamento, um delicado aviso,
Que em algum lugar, um filho é um instante.
O que seria eu, pai, em sua história?
Um guia, um porto, um alento, um farol,
Em cada gesto, a promessa de memória,
De um amor que transcende e consola o sol.
Ele caminhava pelas sombras do que um dia fora o brilho de seu próprio coração, crendo que a entrega completa lhe havia cobrado um preço alto demais. Sentia-se despido de armaduras, como se cada pedaço seu já não lhe pertencesse. Talvez acreditasse que, ao entregar o coração, também entregara sua última chance de ser amado, como se, ao esvaziar-se, perdesse o direito de se preencher novamente.
Em noites de silêncio, perguntava-se se o amor realmente existia para ele, ou se não passava de um sonho distante, tão frágil que a própria entrega o tornava inalcançável. Mas foi nesses momentos de solidão que começou a enxergar o amor com uma nova perspectiva: amor é entrega, sim, mas não é posse, nem fim. É sopro, é fluxo — vai e volta, renasce e surpreende.
Entendeu, enfim, que amar é também ser amado, mesmo quando o coração parece partido. Cada pedaço entregue era também uma semente plantada em solo fértil, esperando o momento de florescer outra vez. O amor, ele aprendeu, não se limita a um destino, mas se faz caminho, um convite contínuo para acreditar, para sentir e, sobretudo, para se permitir ser amado de novo.
Ele sorriu, com um novo olhar para si mesmo, para o vazio e para o desconhecido. Afinal, amar, ele descobriu, é a arte de sempre reencontrar o próprio coração nas mãos de quem, inesperadamente, escolhe cuidar dele.
Já faz algum tempo que não enxergo as sombras dos homens...
Redirecionei meu olhar para as coisas simples, observei o dia e pude perceber a luz adentro.
O vento que sopra mostrou-me a conexão com a vida...
Cada passo adiante me mostrou o Mundo...
E conhecendo o Mundo...
Compreendi meu corpo.
Minha alma...
Minha essência...
Minha consciência...
E isso me supre...
Basta-me!
Separo notas distendidas
Nas sombras há algo que não posso moldar
São cigarros que nem trago comigo
Dispersos em mundos medíocres
Alto falantes submersos em épicos solares
Gritam um jeito de me camuflar
Não posso conter a ida e parto
Ao sol ao mar ao sul
Do precioso caminho inundado, ainda existe
Agora há corvos a titubear o céu
Restos de uma gangorra travada
Nem ondas se formam mais
Neste mar de amar
Navegar é perfeita emoção
E é feliz quem diz
Que foi eterno o que pouco durou...
Há um brilho dourado
majestoso sob a mira de um eterno deus
há cânticos
sobre as sombras de um lago
brotam mares e luares
há auto amor nas suas mãos
mas sinceras despedidas
libertarão correntes
que bailarão e seguirão sempre
os céus sabem
o agora e o que fazer?
se és a luz
que meus olhos vigiam
seguem
longe da plena escuridão
depois da tarde
enquanto a noite não chegar
viver ou morrer
é ter a sorte de sempre ...
"" Entre sombras que pairavam em águas quânticas
sandices adulteradas
capachos habituais
num credo de simples horror
surras faciais
manchas no amor
que agora são da paz...""
" Sombras de alheios,
aviões de guerras
lutas pelas terras
uma confissão
o poder na batuta,
da capa do ancião
e o medo covarde
insano medo
atropela até o amor
sufrágios, latidos, cães
ávidos pelos potes de ouro
que abundam dos nossos tesouros
impostores,
seus amores são ridículos
aposto nas suas inércias, como matriz
de um novo amanhecer...
Raízes de concreto
um azul de inundar areias
de expor um mar de sombras
de dizer que legal
é verão
e muitos verão, o que os homens fizeram
por ganância, inteligência ou estupidez...
Sampa Variedades
Selva de pedras, sombras de poluição,
Muita gana e dramas, sonhos e razões,
Os medos, a pressa, as preces, os começos,
Muita busca, muitas histórias, muitos cenários e muitos personagens.
Nas sombras
Entre vaidades, o narcisismo,
Entre prazeres tão passageiros quanto o trem bala, o futuro sem chão,
de fato a o vazio e a existência apagada.
"Brilho natural"
O Sol afasta as sombras mais uma vez;
Um ponto luminoso brilha muito mais que todos os outros;
É uma mulher de gestos simples e os realiza com muita delicadeza ;
Sempre com um belo sorriso no rosto, demonstrando sua doçura;
Quando está próxima a sua luz floresce, aquece e arrepia;
Sua beleza é contagiante, oferece ao mundo a sua volta, o prazer da sua nobre companhia;
Um encanto, uma visão do que a de mais perfeito, uma mulher natural e única ou uma mulher surreal e sobrenatural.
