Poemas sobre violência que geram reflexão
A pior forma de violência não é a violência, e sim a indiferença, a indiferença destrói um ser de dentro para fora.
"[...] conforme nossos sentimentos atingem mais a espiritualidade, mais perdem a violência e a força mecânica. Sempre será mais violenta a sensação de fome no esfomeado que o apetite de justiça no justo."
O uso da violência é abominável mesmo para aquela causa aparentemente justa, pois dela não se resultam vencedores, os dois lados estarão vencidos.
A Lei Maria da Penha não consegue prevenir, punir e erradicar totalmente a violência contra a mulher, porque a Lei do Pecado continua dando cobertura aos seus agressores.
Na favela, o comum é a falta, a escassez, a dor, a violência. Por outro lado, há também arte, resiliência, capacidade de empreender. Precisamos construir comunidades empreendedoras para gerar renda, com dignidade para as pessoas.
Aqui se concentrando em representações gráficas de sangue e violência. Criando um interesse na mutilação do corpo humano de forma teatral.
Violência não se restringe aos atos físicos, ela vai muito alem, a maior violência esta presente na omissão dos mais poderosos quando em defesa dos mais fracos em seus direitos à moradia, liberdade, salários justos, saúde e educação.
As chances de uma criança se tornar um adulto revoltado é proporcional a violência que ela é exposta ainda pequena.
Adoro a violência. Às vezes eu acho que Thomas Edison inventou a câmera só para que pudéssemos filmá-la.
Tudo o que a violência faz é ensinar à criança que a força física é um método aceitável de obter o que se quer.
Apesar de tantas lutas, a violência contra as mulheres ainda subsiste, faz parte do nosso convívio hodierno, de nossas raízes socioculturais, algumas vezes veladas, silenciosas e difíceis de ser identificadas, outras totalmente ostensivas.
O silêncio é o maior aliado do seu agressor, e a violência doméstica é o pior exemplo para os filhos.
Em tempos de violência urbana, homens e mulheres que saem de casa para ganhar o pão querem voltar para casa com o pão e com vida.
Existe algo de poético e mórbido na vida de homens que se dedicam à violência. Mais ainda na daqueles que se isolam nela. Porque é preciso muita energia para um homem querer ser ruim o tempo inteiro; e dedicar a existência a isso. Porque a raiva corrói e o ódio cansa a mente inquieta; e, se um homem dedica seu tempo para ser um servo do caos de si próprio, é porque procurou respostas de enigmas pessoais dentro de si e se desesperou quando não as encontrou.
O que seria então aquela sensação de força contida, pronta para rebentar em violência, aquela sede de empregá-la de olhos fechados, inteira, com a segurança irrefletida de uma fera? Não era o mal apenas que alguém podia respirar sem medo, aceitando o ar e os pulmões? Nem o prazer me daria tanto prazer quanto o mal, pensava ela surpreendida. Sentia dentro de si um animal perfeito, cheio de inconsequências, de egoísmo e vitalidade.
Não há nenhuma coisa que tenha um pontinho de violência. 'Cidade de Deus' é um pontinho de violência? É a realidade, é a vida real, está na condição humana.
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