Poemas sobre violência que geram reflexão

Ser humano

Chuva que cai no dia de calor
Sensação de paz momentânea
Violência instaura o terror
A realidade é instantânea

Há disparidade em altos níveis
O consumo diário no capitalismo
O avanço utópico do anarquismo
Tantas diferenças, todas incríveis

Enquanto jogamos conversa fora
E outros não podem se expressar
Ignoramos a chance de mudar
Mudança global? Não agora!

Estamos cheios das tolices
Corrompidos pelos poderosos
Seres férteis em bizarrices
Nossos ídolos estão mortos

Quem pensa diferente, é louco
Quem pensa igual, é pouco
Quem não pensa, é normal
O que Ele pensa? Erro fatal.

"Se o patriarcado fosse algo natural, não precisaria de homens com violência para se sustentar."


_Ué? Mas, se o matriarcado fosse natural, não precisaria de homens para o mantê-lo.

⁠Somos navegantes de um tempo cada vez mais nublado...
Nublado de coisas fúteis, violência, agressões...
Onde o ser humano está se afogando no seu próprio ego, onde anda transbordantes em frieza e donos da razão.
Onde a família e os amigos reais já não são tão importantes, esquecendo os sentimentos de amor, afetos...
Esquecendo os verdadeiros laços e caindo numa rede de embaraços.
Quando vê já é tarde. Quando acordar e vê o que é realmente importante na vida, ja se perdeu com o tempo e restará somente saudades do tempo que não volta mais.

Liddy Viana. ✍🌻

Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.

Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó

Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.

Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.

É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.

É lamentável. É inaceitável.

Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.

Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.

Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.

Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.

© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.

Festejemos a falta de amor pelo próximo
Ou da violência que nasce pela intolerância
Não vemos sorrisos sinceros...
Ou nem um “Eu te amo!” verdadeiro;

Mas damos importância à inveja
Com falta de bom senso
E estupidez de acharmos
Que a verdade nos pertence;

O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.

Minha carne é a roupagem da essência ancestral.
Minha cor é armadura: atrai a violência, mas também a enfrenta.
Sou preta.
E preta é cor de nobreza, de memória, de luta e de permanência.
Preta é a cor da resistência.

Eli Odara Theodoro

No afastamento, as consequências, as súplicas, a indiferença,


Nos ombros, a violência, a raiva, o descontrole,


Na entrega, a guarda baixa, os ouvidos tampados, o cansaço,


Na reza, ossos partidos, o castelo destruído.

A mulher grita,
E...
...chora...pois amou,
A ignorância e violência foram a resposta...
A mulher pede desculpas...
por pedir justiça... um grito abafado
A mulher grita,
pelo direito de viver.
A mulher pede desculpas,
por viver para amar.
A mulher grita,
pois o amor terminou.
A mulher morreu.
Pois os vizinhos so ouvem
E chamam atenção
pela rejeição e intolerância.
A mulher morre
no instante em que imaginou ser livre.
A morte busca desculpas.
Na desordem da dor apenas um grito o silêncio no termino da vida.⁰

A: - A religião é única responsável por toda forma de violência, preconceito e estupidez humana. Mas o homem tribal não pode viver sem um deus inventado, sua vida perderia o sentido, então prefere ser escravo do mito, por isso não escuta a sua consciência, testada por milênios que diz: "o homem deve assumir toda responsabilidade pelos seus atos.

B: - Talvez não seja esta toda a verdade, pode ser pelo fato do homem mal intencionado apenas usar a religião como desculpas para sua boas e más ações. Assim vivem e matam em nome de Deus.

Evan do Carmo

A violência contra a mulher e o feminicídio
são a prova extrema da masculinidade atrofiada.
✍©️@MiriamDaCosta

A paz é uma criança brincando na rua,
A violência é o adulto com fúria brutal.
Ambientes diferentes,
E o combate feito no lugar errado.

​O sofrimento ensina com uma violência silenciosa que nenhuma palavra de conforto é capaz de traduzir perfeitamente. Ele arranca as nossas máscaras, desfaz nossos orgulhos e nos coloca de joelhos diante da nossa própria pequenez. É um processo devastador, mas é também a única escola onde a alma aprende a ver o essencial.


- Tiago Scheimann

Há um impacto poético que
acontece entre o mar e a falésia,
não como violência,
mas como reencontro de velhos cúmplices.O mar desfaz-se em espuma, a falésia em ecos.

​Vendo Celular

​Contraditório esse planeta:
Mais violência, menos prece.
Aumentou a venda de caneta,
Mas daquelas que emagrece.

​Grita, dando todo exemplo,
Sobre um Deus que castiga.
Cada vez mais rico o templo,
À custa do pobre que abriga.

​Quer ganhar o prêmio da paz,
Ávido por angariar mais terra.
Esse intimidador contumaz
Expulsa gente e faz a guerra.

​Mundo grande, conglomerado,
No vai e vem a gente se rela.
Cada vez o povo mais isolado,
Todos só olhando para a tela.
​

O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro.


- Tiago Scheimann

Violência não tem a ver com virilidade, mas sim com a falta dela.


O homem que sabe empregar a atenção, o afeto e o carinho, é um homem absolutamente poderoso.


A mulher que deseja um homem violento é tão problemática quanto o perfil do parceiro desejado.

"A ira é o alimento do
inferno na Terra gerando
violência fomentada
pela ignorância."

"Sempre verá no
ignorante violência
vociferante e incitação
a contenda."

Eu tive que lidar com assuntos adulto e muita violência física e psicológica por parte do meu pai. Eu tive que amadurecer mesmo ainda sendo uma criança, tendo que sair de casa aos 16 anos, após passar a noite sendo torturada por ele, implorando por minha vida, enquanto estava de joelhos aos pés dele...


Eu tive que enfrentar uma legião de demônios que tentaram me tragar, durante toda essa batalha, eu nunca estive só. DEUS sempre me sustentou...